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dc.contributor.advisorLeandro, Cristiane Martinspt_BR
dc.contributor.authorLopes, Julia Celani-
dc.date.accessioned2026-10-20T10:55:53Z-
dc.date.available2026-10-20T10:55:53Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationLOPES, Julia Celani. Sistemas agroflorestais no Brasil : uma revisão sistemática sobre os impactos ambientais de sua implementação. 2025. 46 f. Monografia (Graduação em Ciência Biológicas) - Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9764-
dc.description.abstractSistemas agroflorestais consistem na integração intencional de árvores ou arbustos com culturas agrícolas e/ou criação de animais na mesma área, buscando otimizar a utilização dos recursos naturais e gerar múltiplos benefícios. Sistemas agroflorestais são estratégicos para o Brasil, pois podem gerar sustentabilidade ambiental, benefícios econômicos e sociais, e promover mitigação climática. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo analisar a produção científica brasileira sobre Sistemas Agroflorestais (SAFs) com foco nos benefícios ambientais avaliados dentro destes sistemas. A partir de uma revisão sistemática da literatura foram selecionados 58 estudos provenientes de artigos científicos e literatura cinza, incluindo trabalhos apresentados em eventos científicos, assim como monografias, dissertações e teses. Entre os benefícios ambientais mais frequentemente relatados estão a melhoria da qualidade do solo, o aumento da biodiversidade, o sequestro de carbono e a conservação de cursos d’água. Os resultados evidenciam também a predominância de sistemas silviagrícolas e de arranjos zonais, associados principalmente à agricultura familiar e à diversificação produtiva, ao passo que os modelos sucessionais e multiestratos aparecem em menor número devido à sua maior complexidade de manejo. A análise das espécies manejadas revelou 67 registros distintos, com destaque para Coffea arabica (café), Theobroma cacao (cacau), Zea mays(milho) e Gliricidia sepium (gliricídia ou mata-ratão), além de espécies nativas que reforçam a diversidade funcional dos arranjos. Dez estudos apresentaram dados quantitativos sobre produtividade, registrando aumento após a implantação dos SAFs, e oito deles indicando desempenho superior em relação à monocultura. Apesar desses avanços, a literatura ainda apresenta lacunas significativas, como a escassez de estudos de longo prazo, a ausência de dados econômicos sistematizados e a concentração geográfica em poucos biomas. Conclui-se que os SAFs representam alternativas estratégicas para a agricultura sustentável no Brasil, exigindo maior integração entre ciência, políticas públicas e saberes locais para ampliar sua efetividade em escala nacionalpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAgroecologiapt_BR
dc.subjectSustentabilidade e meio ambientept_BR
dc.subjectSolos - qualidadept_BR
dc.subjectBiodiversidadept_BR
dc.subjectSequestro de carbonopt_BR
dc.titleSistemas agroflorestais no Brasil : uma revisão sistemática sobre os impactos ambientais de sua implementação.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeLeandro, Cristiane Martinspt_BR
dc.contributor.refereeTrevisani, Nayara Vieirapt_BR
dc.contributor.refereeMessias, Maria Cristina Teixeira Bragapt_BR
dc.contributor.authorID14.2.4183pt_BR
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