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http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9213| Título : | As ressignificações do milho na Mesoamérica : entre o sagrado colonial e a lógica mercantil contemporânea. |
| Autor : | Ponciano, Julia Bax |
| metadata.dc.contributor.advisor: | Silveira, Anny Jackeline Torres |
| metadata.dc.contributor.referee: | Dulci, Tereza Maria Spyer Magalhães, Sônia Maria de Fernandes, Luiz Estevam de Oliveira Silveira, Anny Jackeline Torres |
| Palabras clave : | Milho Soberania alimentar Mesoamérica Sín maíz no hay país |
| Fecha de publicación : | 2026 |
| Citación : | PONCIANO, Júlia Bax. As ressignificações do milho na Mesoamérica: entre o sagrado colonial e a lógica mercantil contemporânea. 2026. 39 f. Monografia (Graduação em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026. |
| Resumen : | O milho ocupa um lugar central na história e na organização social dos povos originários da Mesoamérica, especialmente no território que hoje corresponde ao México. Muito mais do que um alimento, ele estruturou práticas agrícolas, relações comunitárias, rituais e concepções sobre o mundo e a propria existência humana. Ao longo do tempo, entretanto, esse vinculo foi atravessado por transformações profundas, sobretudo com a conquista espanhola, que reorganizou os sistemas produtivos, redefiniu os sentidos simbólicos do milho e o inseriu em uma lógica econômica voltada à mercantilização. No México contemporâneo, essas transformações seguem em disputa. A expansão da agroindústria, a liberalização comercial e a introdução de sementes transgênicas colocam em risco as variedades nativas e os modos tradicionais de cultivo, em contraposição, comunidades indígenas, camponeses e movimentos sociais articulam estratégias de resistência em defesa do milho nativo e da soberania alimentar, como a campanha Sín maíz no hay país. Ao acompanhar essas disputas, o estudo evidencia que o milho permanece como um eixo de identidade, memória e conflito, revelando permanências coloniais que atravessam o passado e se projetam no presente. |
| metadata.dc.description.abstracten: | El maiz ocupa un lugar central en la historia y la organización social de los pueblos indígenas de Mesoamérica, especialmente en el territorio que hoy corresponde a México. Mucho más que un simple alimento, estructuró las prácticas agricolas, las relaciones comunitarias, los rituales y las concepciones sobre el mundo y la existencia humana. Sin embargo, con el tiempo, este vínculo ha experimentado profundas transformaciones, en particular con la conquista española, que reorganizó los sistemas de producción, redefinió los significados simbólicos del maíz y lo insertó en una lógica económica orientada a la mercantilización. En el México contemporáneo, estas transformaciones siguen siendo objeto de controversia. La expansión de la agroindustria, la liberalización comercial. y la introducción de semillas genéticamente modificadas amenazan las variedades nativas y los métodos agrícolas tradicionales. En contraste, las comunidades indigenas, los campesinos y los movimientos sociales articulan estrategias de resistencia en defensa del maíz nativo y la soberanía alimentaria, como la campaña "Sin maiz no hay país". Al dar seguimiento a estas disputas, el estudio destaca que el maiz sigue siendo un elemento central de identidad, memoria y conflicto, revelando legados coloniales que permean el pasado y se proyectan en el presente. |
| URI : | http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9213 |
| Aparece en las colecciones: | História - Bacharelado |
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