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http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9200Registro completo de metadados
| Campo Dublin Core | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Souza, Iara Antunes de | pt_BR |
| dc.contributor.author | Almeida, Daniele Higino de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-05-11T23:04:36Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-11T23:04:36Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | ALMEIDA, Daniele Higino de. Direito dos Animais : entre o avanço legislativo e a persistência de práticas normativamente contraditórias. 2026. 39 f. Monografia (Graduação em Direito) - Escola de Direito, Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9200 | - |
| dc.description.abstract | A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CR/88) inaugurou um novo paradigma de proteção ambiental ao vedar expressamente práticas que submetam os animais à crueldade, conforme dispõe o art. 225, §1º, inciso VII. Tal previsão constitucional pressupõe o reconhecimento da senciência animal como fundamento ético e jurídico da tutela conferida aos animais não humanos. O presente trabalho tem por objetivo analisar a senciência animal como base do Direito Animal no ordenamento jurídico brasileiro, investigando a coerência entre o texto constitucional e a legislação infraconstitucional vigente, em especial o Código Civil Brasileiro de 2002. Para tanto, adota-se metodologia qualitativa, de natureza jurídico-dogmática, com análise normativa, doutrinária e científica, valendo-se de pesquisa bibliográfica e documental, com abordagem descritiva e histórica. A partir do exame da legislação ambiental, penal e administrativa, bem como das normas que regulam a experimentação científica, evidencia-se que o ordenamento jurídico brasileiro reconhece, de forma implícita e explícita, a sensibilidade dos animais, impondo limites éticos à ação humana. Contudo, constata-se a persistência de um descompasso normativo, na medida em que o Direito Civil mantém os animais na categoria de bens semoventes, em dissonância com os parâmetros constitucionais e científicos contemporâneos. Conclui-se que a manutenção da lógica patrimonialista revela uma incoerência sistêmica, sendo necessária a revisão do regime jurídico civil dos animais, de modo a compatibilizá-lo com o reconhecimento da senciência e com a vedação constitucional da crueldade. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Direito Animal | pt_BR |
| dc.subject | Senciência Animal | pt_BR |
| dc.subject | Constituição Federal de 1988 | pt_BR |
| dc.subject | Código Civil Brasileiro | pt_BR |
| dc.subject | Proteção Animal | pt_BR |
| dc.title | Direito dos Animais : entre o avanço legislativo e a persistência de práticas normativamente contraditórias. | pt_BR |
| dc.type | TCC-Graduação | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Souza, Iara Antunes de | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Costa, Luiz Henrique Manuel da | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Souza, Luiza Pinheiro Chagas Leite | pt_BR |
| dc.description.abstracten | The Constitution of the Federative Republic of Brazil of 1988 (CR/88) established a new paradigm of environmental protection by expressly prohibiting practices that subject animals to cruelty, as provided in Art. 225, §1, Item VII. This constitutional provision presupposes the recognition of animal sentience as the ethical and legal foundation of the protection granted to non-human animals. This study aims to analyze animal sentience as the basis of Animal Law within the Brazilian legal system, investigating the coherence between the constitutional text and the current infraconstitutional legislation, especially the Brazilian Civil Code of 2002. To this end, a qualitative methodology is adopted, of a legal-dogmatic nature, with normative, doctrinal, and scientific analysis, based on bibliographic and documentary research, using descriptive and historical approaches. From the examination of environmental, criminal, and administrative legislation, as well as the rules governing scientific experimentation, it becomes evident that the Brazilian legal system recognizes, both implicitly and explicitly, the sensitivity of animals, imposing ethical limits on human actions. However, a persistent normative mismatch is identified, insofar as Civil Law continues to classify animals as movable property, in conflict with contemporary constitutional and scientific standards. It is concluded that the maintenance of a patrimonialist logic reveals a systemic inconsistency, making it necessary to revise the civil legal regime of animals in order to align it with the recognition of sentience and the constitutional prohibition of cruelty. | pt_BR |
| dc.contributor.authorID | 22.1.6973 | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Direito | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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