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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorAraújo, Valdei Lopes dept_BR
dc.contributor.authorOlivera, César Augusto de-
dc.date.accessioned2026-03-24T20:45:10Z-
dc.date.available2026-03-24T20:45:10Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationOLIVEIRA, César Augusto de. As ferramentas de inteligência artificial e o medo da obsolescência humana nas instituições de ensino contemporâneas. 2025. 26 f. Monografia (Graduação emHistória) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8920-
dc.description.abstractAo longo de sua história, a humanidade desenvolveu diversas ferramentas tecnológicas com o objetivo de superar limitações físicas e intelectuais e facilitar sua relação com o mundo. No entanto, o avanço dessas tecnologias também levanta questionamentos sobre a possibilidade de o próprio ser humano tornar-se obsoleto em determinadas funções. A partir dessa problemática, este trabalho busca refletir sobre o chamado “medo da obsolescência humana”, entendido como o sentimento de que as criações tecnológicas podem superar as capacidades humanas. Para isso, serão analisadas representações dessa relação entre humanos e máquinas em obras de ficção, como R.U.R. – Robôs Universais de Rossum, de Karel Čapek, e um episódio da série Futurama, de Matt Groening. A análise dessas produções permitirá discutir como a ideia de superioridade tecnológica é representada culturalmente e de que maneira essas representações dialogam com debates presentes na sociedade contemporânea. Além disso, o trabalho aborda a questão da obsolescência humana em dois aspectos principais: o corpo, relacionado à substituição da presença física humana por tecnologias, e a mente, ligado à possibilidade de ferramentas como as inteligências artificiais realizarem tarefas cognitivas de forma mais eficiente. Por fim, discute-se a presença dessas tecnologias no ambiente educacional e as formas pelas quais alunos e professores podem utilizá-las criticamente, evitando que o desenvolvimento tecnológico seja percebido apenas como um processo de substituição da atividade humana.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectObsolescênciapt_BR
dc.subjectInteligência artificialpt_BR
dc.titleAs ferramentas de inteligência artificial e o medo da obsolescência humana nas instituições de ensino contemporâneas.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereePereira, Mateus Henrique de Fariapt_BR
dc.contributor.refereeAraújo, Valdei Lopes dept_BR
dc.description.abstractenThroughout history, humanity has developed various technological tools in order to overcome physical and intellectual limitations and to facilitate its relationship with the world. However, the advancement of these technologies also raises questions about the possibility of human beings themselves becoming obsolete in certain functions. In light of this issue, this paper aims to reflect on what is here called the “fear of human obsolescence”, understood as the feeling that technological creations may surpass human capabilities. To explore this topic, representations of the relationship between humans and machines will be analyzed through works of fiction, such as R.U.R. – Rossum’s Universal Robots, by Karel Čapek, and an episode of the animated series Futurama, created by Matt Groening. The analysis of these productions allows a discussion of how the idea of technological superiority is culturally represented and how these representations relate to debates present in contemporary society. Furthermore, the study addresses human obsolescence in two main dimensions: the body, related to the replacement of human physical presence by technology, and the mind, associated with the possibility that tools such as artificial intelligence may perform cognitive tasks more efficiently. Finally, the paper discusses the presence of these technologies in the educational environment and the ways in which students and teachers can use them critically, preventing technological development from being understood merely as a process of replacing human activity.pt_BR
dc.contributor.authorID21.1.3147pt_BR
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