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Title: Prevalência das infecções sexualmente transmissíveis na população de Ouro Preto e fatores associados.
Authors: Antunez, Júlya Ribeiro
metadata.dc.contributor.advisor: Almeida, Isabela Neves de
metadata.dc.contributor.referee: Dias, Camila de Paula
Galvão, Izabela
Almeida, Isabela Neves de
Moreira, Breno
Keywords: Infecções sexualmente transmissíveis
Testes de diagnóstico rápido
HIV - Vírus
Hepatite B
Hepatite C
Sífilis
Issue Date: 2026
Citation: ANTUNEZ, Júlya Ribeiro. Prevalência das infecções sexualmente transmissíveis na população de Ouro Preto e fatores associados. 2026. 67 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2024.
Abstract: Introdução: As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) constituem um desafio relevante à saúde pública. Nesse contexto, a utilização de testagens rápidas tem se destacado como uma estratégia diagnóstica de baixo custo e elevada eficácia, possibilitando a detecção de sífilis, HIV e hepatites B e C, mesmo em ambientes com recursos limitados. Desta forma, desempenha papel fundamental para o rastreio sistemático e início de protocolos de tratamento. Ademais, a integração de estratégias de saúde pública com fatores associados a diversidade sociocultural e econômica, respaldadas por diretrizes internacionais, evidencia a importância de ações coordenadas, como as implementadas em iniciativas regionais, que visam ampliar o acesso ao diagnóstico e ao manejo integrado, além de promover melhores desfechos e otimizar os recursos de saúde disponíveis. Métodos: Os dados foram obtidos via questionário aplicado aos pacientes que realizaram testagem rápida para sífilis, hepatite B, hepatite C e HIV dentro do laboratório de análises clínicas de Ouro Preto (LAPAC), em que são coletadas variáveis sociodemográficas e culturais para levantamento estatístico e relato. Principais resultados: houve a participação de 101 pessoas, das quais 99 foram incluídas na análise de dados. A variação de idade foi de 14 à 69 anos, com 68,69% participantes mulheres, e 31,31% homens. Apenas testes de sífilis apresentaram resultados reagentes (6,06%). Foi observado a tendência para escolha de preservativos como forma de prevenção contra ISTs (54,55%), contudo uma parcela da população não usa métodos de prevenção algum (33,33%); considerando a população LGBTQIAPN+ presente no estudo, entre os 17 participantes apenas 1 não faz o uso de preservativo, enquanto a população heterossexual apresenta quase metade de sua categoria como não usuária de métodos de prevenção contra ISTs. Os dados gerados fundamentam e orientam a importância de ações integradas que promovam o diagnóstico precoce, a efetivação do tratamento adequado e a conscientização contínua.
metadata.dc.description.abstracten: Introduction: Sexually transmitted infections (STIs) remain a significant public health challenge worldwide. In this context, rapid testing has emerged as a low-cost and highly effective diagnostic strategy, enabling the detection of syphilis, HIV, hepatitis B, and hepatitis C even in resource-limited settings. These tests play a fundamental role in systematic screening and in the timely initiation of treatment protocols. Furthermore, the integration of public health strategies with sociocultural and economic factors, supported by international guidelines, highlights the importance of coordinated actions, such as those implemented through regional initiatives, aimed at expanding access to diagnosis and comprehensive care while improving health outcomes and optimizing available healthcare resources. Methods: Data were collected through a questionnaire administered to individuals who underwent rapid testing for syphilis, hepatitis B, hepatitis C, and HIV at the Clinical Analysis Laboratory of Ouro Preto (LAPAC). Sociodemographic and cultural variables were gathered to support statistical analysis and descriptive reporting. Results: A total of 101 individuals participated in the study, of whom 99 were included in the final data analysis. Participants ranged in age from 14 to 69 years. Women represented 68.69% of the sample, while men accounted for 31.31%. Reactive results were observed only for syphilis tests, with a positivity rate of 6.06%. Condom use was the most frequently reported STI prevention method (54.55%); however, a substantial proportion of participants reported not using any preventive measures (33.33%). Among the 17 LGBT+ participants, only one reported not using condoms, whereas nearly half of the heterosexual participants reported not using any STI prevention methods. The findings reinforce the importance of integrated actions aimed at promoting early diagnosis, ensuring appropriate treatment, and fostering continuous awareness regarding STI prevention.
URI: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9689
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