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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorPrado, Denise Figueiredo Barros dopt_BR
dc.contributor.authorMelo, Maria Fernanda de Souza-
dc.date.accessioned2026-06-03T18:15:03Z-
dc.date.available2026-06-03T18:15:03Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationMELO, Maria Fernanda de Souza. Memória e ideologia: a construção romântica do comunismo em Hilda Furacão. 2025. 56 f. Monografia (Graduação em Jornalismo) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9274-
dc.description.abstractEste trabalho analisa a minissérie Hilda Furacão (1998, Rede Globo) como um estudo de caso sobre como a ficção televisiva reconstrói a memória histórica e afeta a percepção social do passado. Partindo da adaptação da minissérie da Globo do romance homônimo de Roberto Drummond, investigamos como a narrativa televisiva ressignificou os anos 1950-1960 no Brasil, privilegiando uma abordagem melodramática que emocionaliza conflitos políticos e sociais. O estudo se estrutura em três eixos principais: (1) a investigação da representação do núcleo comunista na narrativa, com ênfase na trajetória do personagem Roberto; (2) a desconstrução das estratégias narrativas que simplificam questões complexas como a militância comunista, a moral religiosa e a prostituição; e (3) o exame dos mecanismos de romantização histórica que moldam personagens e eventos reais sob a ótica da ficção televisiva. A partir de referenciais como Kornis (2011), que discute o melodrama histórico, e Rocha (2016), que aborda a lógica da televisualidade, demonstramos como a obra constrói uma “história midiática” – uma representação do passado filtrada pelas exigências dramáticas do formato televisivo. As conclusões revelam tensões constitutivas: embora a minissérie cumpra um papel relevante ao inserir temas sociopolíticos no horário nobre, sua abordagem despolitizante – particularmente ao reduzir a militância comunista a um impulso juvenil e individualista – resulta em uma memória fragmentada do período histórico. Fundamentado em pesquisa bibliográfica e análise fílmica, o trabalho contribui para discussões sobre o papel da TV na construção da identidade nacional, destacando como ficções históricas podem simultaneamente preservar e distorcer a compreensão coletiva do passado.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectComunismo e artept_BR
dc.subjectFicção históricapt_BR
dc.subjectMelodramapt_BR
dc.subjectMemória coletiva na artept_BR
dc.subjectTelevisão - minissériespt_BR
dc.titleMemória e ideologia : a construção romântica do comunismo em Hilda Furacão.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereePrado, Denise Figueiredo Barros dopt_BR
dc.contributor.refereeRodrigues, Hila Bernardete Silvapt_BR
dc.contributor.refereeGonçalves, Mariana Barbosapt_BR
dc.description.abstractenThis study analyzes the miniseries Hilda Furacão (1998, Rede Globo) as a case study on how television fiction reconstructs historical memory and influences the social perception of the past. Based on the adaptation of the homonymous novel by Roberto Drummond, we investigate how the television narrative reinterpreted the 1950s–1960s in Brazil, privileging a melodramatic approach that emotionalizes political and social conflicts. The study is structured around three main axes: (1) the investigation of the representation of the communist core in the narrative, with emphasis on the trajectory of the character Roberto; (2) the deconstruction of narrative strategies that simplify complex issues such as communist militancy, religious morality, and prostitution; and (3) the examination of the mechanisms of historical romanticization that shape real characters and events through the lens of television fiction. Drawing on theoretical frameworks such as Kornis (2011), who discusses historical melodrama, and Rocha (2016), who addresses televisuality, we demonstrate how the work constructs a “mediated history” — a representation of the past filtered through the dramatic demands of the television format. The conclusions reveal constitutive tensions: although the miniseries plays a relevant role in bringing sociopolitical themes to prime time, its depoliticizing approach — particularly in reducing communist militancy to a youthful and individualistic impulse — results in a fragmented memory of the historical period. Based on bibliographic research and film analysis, this work contributes to discussions about the role of television in shaping national identity, highlighting how historical fiction can simultaneously preserve and distort the collective understanding of the past.pt_BR
dc.contributor.authorID21.1.3300pt_BR
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