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dc.contributor.advisorMendes, Rafael Santiagopt_BR
dc.contributor.authorNicolau, Letícia das Chagas-
dc.date.accessioned2026-05-21T20:43:46Z-
dc.date.available2026-05-21T20:43:46Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationNICOLAU, Letícia das Chagas. O privilégio branco nos espaços sócio-ocupacionais do assistente social. 2026. 72 f. Monografia (Graduação em Serviço Social) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9244-
dc.description.abstractEste trabalho teve como propósito central problematizar a branquitude enquanto categoria analítica fundamental com o intuito de se compreender o privilégio branco nas relações raciais brasileiras, especialmente no âmbito da atuação do Assistente Social e do Serviço Social. Assim, mediante inquietações que surgiram ao longo da trajetória formativa, as quais se intensificaram durante a experiência de estágio obrigatório em Serviço Social no campo sociojurídico, primou-se pela elaboração de uma pesquisa de abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica e análise documental. Quanto ao percurso metodológico, o mesmo articulou produções acadêmicas que discutem a formação social brasileira, as relações raciais, o racismo estrutural e a branquitude com dados e documentos institucionais que possibilitam situar empiricamente as desigualdades raciais analisadas. Pode-se mencionar que o percurso desenvolvido ao longo dos capítulos evidenciou que as desigualdades raciais observadas na atualidade estão diretamente relacionadas ao processo histórico de formação social brasileira. De certo, as reflexões desenvolvidas indicaram a necessidade de ampliação do debate sobre branquitude e o privilégio branco no campo profissional. Isso, não como substituição do foco nas desigualdades vivenciadas pela população preta, mas como caminho para se compreender de forma mais profunda a dinâmica das relações raciais. Foi possível, através do trabalho em questão, evidenciar que as relações raciais são atravessadas por posições de privilégio da população branca, pouco nomeadas. Deste feito, pode-se dizer que esta pesquisa buscou e busca contribuir para a ampliação da consciência crítica sobre as dinâmicas. Trata-se de um estudo que representa um convite à continuidade do debate sobre o privilégio branco e ao fortalecimento de práticas profissionais que, ao reconhecerem a complexidade das relações raciais brasileiras, possam atuar de maneira cada vez mais comprometida com a equidade e com a transformação social.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPrivilégios e imunidadespt_BR
dc.subjectRaça caucasianapt_BR
dc.subjectRacismo nas ciências sociaispt_BR
dc.subjectServiço socialpt_BR
dc.titleO privilégio branco nos espaços sócio-ocupacionais do assistente social.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeMendes, Rafael Santiagopt_BR
dc.contributor.refereeDores, Fernanda Karoline daspt_BR
dc.contributor.refereeRodrigues, Weslley Wallacept_BR
dc.description.abstractenThis work aimed to problematize whiteness as a fundamental analytical category in order to understand white privilege within Brazilian racial relations, especially in the context of the work of Social Workers and Social Work. Thus, driven by concerns that arose throughout the formative trajectory, which intensified during the mandatory internship in Social Work in the socio-legal field, a qualitative research approach was developed, based on bibliographic review and document analysis. Regarding the methodological approach, it articulated academic productions that discuss Brazilian social formation, racial relations, structural racism, and whiteness with institutional data and documents that allow for the empirical situating of the racial inequalities analyzed. It can be mentioned that the path developed throughout the chapters evidenced that the racial inequalities observed today are directly related to the historical process of Brazilian social formation. Certainly, the reflections developed indicated the need to broaden the debate on whiteness and white privilege in the professional field. This is not intended as a replacement for focusing on the inequalities experienced by the Black population, but as a path to a deeper understanding of the dynamics of race relations. Through this work, it was possible to demonstrate that race relations are permeated by the privileged positions of the white population, which are rarely named. Therefore, it can be said that this research sought and continues to seek to contribute to broadening critical awareness of these dynamics. This study represents an invitation to continue the debate on white privilege and to strengthen professional practices that, by recognizing the complexity of Brazilian race relations, can act in a way that is increasingly committed to equity and social transformation.pt_BR
dc.contributor.authorID17.2.3672pt_BR
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