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Título : Cartografias sensoriais: modos de vida de pessoas autistas.
Autor : Gonçalves, Erick Alexsander de Almeida
metadata.dc.contributor.advisor: Marques, Monique Sanches
metadata.dc.contributor.referee: Nogueira, Sandra Maria Antunes
Leite, Gabriel Mateus Silva
Marques, Monique Sanches
Palabras clave : Autismo
Domesticidades
Urbanidades
Cartografia
Fecha de publicación : 2026
Citación : GONÇALVES, Erick Alexsander de Almeida. Cartografias sensoriais: modos de vida de pessoas autistas. 2026. 93 f. Monografia (Arquitetura e Urbanismo) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.
Resumen : O presente trabalho, intitulado "Cartografias sensoriais; modos de vida de pessoas autistas”; aborda a complexa relação entre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a percepção espacial, com foco nas interseccionalidades que moldam a experiência de indivíduos autistas no Brasil. Diante do crescente número de diagnósticos de TEA, que, segundo o censo demográfico de 2022 do IBGE, atinge cerca de 2,4 milhões de pessoas no país (1,2% da população geral), torna-se importante compreender as necessidades específicas dessa população em relação ao ambiente construído. A pesquisa visa aprofundar a discussão sobre como o autismo, a deficiência e as diversas interseccionalidades (raça, gênero e classe) influenciam a interação dos indivíduos com o espaço, tanto em ambientes internos (moradias) quanto externos (cidade). O objetivo principal é elaborar uma cartografia que aborde, a percepção espacial de uma pessoa autista, promovendo uma discussão sobre a identidade, a deficiência e o papel da arquitetura no tratamento e inclusão de pessoas com TEA. De modo a desenvolver as noções sobre deficiência e autismo, são abordadas fontes de autoras que possuem algum grau de deficiência.
metadata.dc.description.abstracten: The present work, entitled “Sensory Cartographies: Ways of Life of Autistic People,” addresses the complex relationship between Autism Spectrum Disorder (ASD) and spatial perception, focusing on the intersectionalities that shape the experiences of autistic individuals in Brazil. In light of the growing number of ASD diagnoses—which, according to the 2022 demographic census conducted by IBGE, affects approximately 2.4 million people in the country (1.2% of the general population)—it becomes essential to understand the specific needs of this population in relation to the built environment. The research aims to deepen the discussion on how autism, disability, and multiple intersectionalities (race, gender, and class) influence individuals’ interactions with space, both in internal environments (housing) and external ones (the city). The main objective is to develop a cartography that addresses the spatial perception of an autistic person, fostering a discussion on identity, disability, and the role of architecture in the care and inclusion of people with ASD. In order to develop notions of disability and autism, the study draws on sources by authors who themselves have some degree of disability.
URI : http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9188
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