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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorFonseca, Alberto de Freitas Castropt_BR
dc.contributor.authorAraújo, Giulliana Randow-
dc.date.accessioned2026-04-01T19:40:51Z-
dc.date.available2026-04-01T19:40:51Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationARAÚJO, Giulliana Randow. O licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis: a prática internacional e a potencial regulação no Brasil. 2026. 72 f. Monografia (Graduação em Engenharia Ambiental) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9029-
dc.description.abstractA crescente inserção de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica mundial tem ampliado a necessidade de soluções de armazenamento energético capazes de garantir flexibilidade operacional e segurança do sistema elétrico. Nesse contexto, as Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) destacam-se como tecnologia consolidada para armazenamento em larga escala, permitindo o deslocamento temporal da energia e contribuindo para a integração eficiente de fontes variáveis, como a solar e a eólica. No Brasil, entretanto, a ausência de regulamentação específica voltada ao licenciamento ambiental dessas usinas constitui um dos principais entraves à sua implementação, gerando insegurança jurídica e incertezas quanto aos procedimentos autorizativos. Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo analisar práticas internacionais de regulamentação do licenciamento ambiental aplicáveis às UHRs e discutir diretrizes potenciais para o contexto brasileiro. A pesquisa caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura de natureza qualitativa e comparativa, conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA, com base na análise de artigos científicos, relatórios técnicos e documentos institucionais provenientes principalmente dos Estados Unidos, da União Europeia e da China. A metodologia envolveu a definição de pergunta norteadora segundo a estratégia PRISMA, busca estruturada em bases de dados acadêmicas, aplicação de critérios de elegibilidade e análise comparativa dos modelos regulatórios identificados. Os resultados indicam que, embora as UHRs sejam reconhecidas internacionalmente como infraestrutura estratégica para a transição energética e para o fornecimento de serviços ancilares ao sistema elétrico, persistem desafios regulatórios relacionados ao enquadramento dessas usinas em marcos normativos originalmente concebidos para hidrelétricas convencionais. Observa-se que modelos regulatórios mais eficazes apresentam diferenciação normativa conforme a tipologia dos projetos, integração entre planejamento energético e licenciamento ambiental e reconhecimento do valor sistêmico do armazenamento energético. A análise comparativa evidencia que a ausência desses elementos tende a ampliar a complexidade dos processos autorizativos e a reduzir a previsibilidade regulatória. Conclui-se que a adaptação do arcabouço regulatório brasileiro deve considerar as especificidades operacionais e ambientais das UHRs, buscando conciliar proteção ambiental, eficiência administrativa e segurança jurídica, de modo a viabilizar a inserção sustentável dessa tecnologia na matriz elétrica nacional e contribuir para os objetivos da transição energética.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectUsinas hidrelétricaspt_BR
dc.subjectEnergia elétrica - armazenamentopt_BR
dc.subjectDireito ambiental internacionalpt_BR
dc.subjectLicenças ambientaispt_BR
dc.subjectSustentabilidade e meio ambientept_BR
dc.titleO licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis : a prática internacional e a potencial regulação no Brasil.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereeFonseca, Alberto de Freitas Castropt_BR
dc.contributor.refereeMiranda, José Fernandopt_BR
dc.contributor.refereeUrashima, Pedro Nobuyuki Carvalhopt_BR
dc.description.abstractenThe increasing integration of intermittent renewable energy sources into the global electricity matrix has intensified the need for energy storage solutions capable of ensuring operational flexibility and grid reliability. In this context, Pumped Storage Hydropower (PSH) plants stand out as a consolidated large-scale storage technology, enabling temporal energy shifting and supporting the efficient integration of variable renewable sources such as solar and wind power. In Brazil, however, the lack of specific environmental licensing regulations for PSH projects represents one of the main barriers to their implementation, generating legal uncertainty and ambiguity regarding authorization procedures. In light of this scenario, this study aims to analyze international environmental licensing regulatory practices applicable to PSH and to discuss potential guidelines for the Brazilian context. The research is characterized as a qualitative and comparative systematic literature review conducted according to the PRISMA protocol, based on the analysis of scientific articles, technical reports, and institutional documents primarily from the United States, the European Union, and China. The methodological approach included the definition of a guiding research question using the PRISMA strategy, structured database searches, application of eligibility criteria, and comparative analysis of identified regulatory frameworks. The results indicate that although PSH is internationally recognized as strategic infrastructure for energy transition and the provision of ancillary services to power systems, regulatory challenges persist due to the classification of PSH projects under legal frameworks originally designed for conventional hydropower plants. More effective regulatory models tend to incorporate differentiated frameworks according to project typology, integration between energy planning and environmental licensing, and recognition of the systemic value of energy storage. The comparative analysis suggests that the absence of these elements increases procedural complexity and reduces regulatory predictability. It is concluded that adapting the Brazilian regulatory framework should consider the operational and environmental specificities of PSH projects, balancing environmental protection, administrative efficiency, and legal certainty to enable the sustainable integration of this technology into the national energy matrix and support energy transition goals.pt_BR
dc.contributor.authorID19.2.1055pt_BR
Aparece en las colecciones: Engenharia Ambiental

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