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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorAlmeida, Juliana Evangelista dept_BR
dc.contributor.authorPenaforte, Gabriella Mundim-
dc.date.accessioned2026-03-25T12:35:01Z-
dc.date.available2026-03-25T12:35:01Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationPENAFORTE, Gabriella Mundim.Da possibilidade de colonialismo de dados em razão do fornecimento gratuito de acesso a internet por parte de big techs: um estudo de caso a partir das iniciativas de ampliação do acesso à internet promovidas pela Meta em países do Sul Global. 2026. 38 f. Monografia (Graduação em direito) - Escola de Direito Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8936-
dc.description.abstractO presente trabalho analisa as iniciativas de ampliação do acesso à internet promovidas pela Meta em países do Sul Global, com foco nos projetos Internet.org, Free Basics e Discover. Parte-se da constatação de que, na sociedade contemporânea, o acesso à internet tornou-se elemento indispensável para a participação social, econômica e política, sendo amplamente reconhecido como direito humano. Contudo, esse acesso não se concretiza de forma homogênea no plano global, o que favorece a atuação de grandes corporações de tecnologia na promoção da ampliação da conectividade. Nesse cenário, a pesquisa examina se a oferta gratuita ou subsidiada de acesso à internet pela Meta efetivamente contribui para o desenvolvimento digital dos países envolvidos ou se configura estratégia de controle e influência alinhada às dinâmicas do capitalismo de vigilância e do colonialismo de dados. Adota-se metodologia qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica e documental, com análise de obras teóricas, artigos científicos, documentos institucionais da empresa, legislações pertinentes e materiais jornalísticos. A investigação demonstra que as iniciativas analisadas, embora apresentadas sob o discurso da inclusão digital, são estruturadas de modo a favorecer os interesses privados da big tech, especialmente no que se refere à coleta, ao tratamento e à exploração de dados pessoais. Conclui-se que tais projetos não se configuram como instrumentos efetivos de garantia do direito ao acesso pleno à internet, mas como mecanismos contemporâneos de reprodução de assimetrias de poder e de dependência econômica, informacional, política e social nos países analisados do Sul Global.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectInclusão digitalpt_BR
dc.subjectMetapt_BR
dc.subjectColonialismo de dadospt_BR
dc.subjectCapitalismo de vigilância.pt_BR
dc.titleDa possibilidade de colonialismo de dados em razão do fornecimento gratuito de acesso a internet por parte de big techs : um estudo de caso a partir das iniciativas de ampliação do acesso à internet promovidas pela Meta em países do Sul Global.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeAlmeida, Juliana Evangelista dept_BR
dc.contributor.refereeSchettini, Beatrizpt_BR
dc.contributor.refereeSilva Júnior, Elísio Hermenegildopt_BR
dc.description.abstractenThis paper analyzes initiatives aimed at expanding internet access promoted by Meta in countries of the Global South, with a focus on the Internet.org, Free Basics, and Discover projects. It starts from the observation that, in contemporary society, internet access has become an indispensable element for social, economic, and political participation and is widely recognized as a human right. However, such access is not realized homogeneously at the global level, which facilitates the involvement of large technology corporations in promoting connectivity expansion. In this context, the research examines whether the free or subsidized provision of internet access by Meta effectively contributes to the digital development of the countries involved or whether it constitutes a strategy of control and influence aligned with the dynamics of surveillance capitalism and data colonialism. A qualitative methodology is adopted, based on bibliographic and documentary review, including the analysis of theoretical works, scientific articles, institutional documents issued by the company, relevant legislation, and journalistic materials. The investigation demonstrates that the initiatives analyzed, although presented under the discourse of digital inclusion, are structured in a way that favors the private interests of the big tech company, particularly with regard to the collection, processing, and exploitation of personal data. It is concluded that such projects do not constitute effective instruments for guaranteeing the right to full internet access, but rather operate as contemporary mechanisms for reproducing power asymmetries and economic, informational, political, and social dependency in the analyzed countries of the Global South.pt_BR
dc.contributor.authorID19.2.6077pt_BR
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