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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorRibeiro, Rodrigo Fernandespt_BR
dc.contributor.authorPassos, Kessy Isabel Vicente dos-
dc.date.accessioned2025-08-27T19:12:04Z-
dc.date.available2025-08-27T19:12:04Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationPASSOS, Kessy Isabel Vicente dos. Reflexões sobre o trabalho informal no Brasil: o impacto no acesso às políticas de Seguridade Social e dos direitos trabalhistas. 2025. 109 f. Monografia (Graduação em Serviço Social) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8183-
dc.description.abstractO presente trabalho aborda sobre a informalidade como categoria central inerente às transformações do mundo do trabalho. Na atual conjuntura, o sistema capitalista perpétua novas formas de exploração a partir da precarização, flexibilização e desregulamentação das legislações trabalhistas que marcam uma nova organização do trabalho. Por meio do aumento do exército industrial de reserva, o sistema capitalista mobiliza essa massa de desempregados conforme as suas necessidades, tornando-o um componente estrutural do capital. Nesse sentido, o trabalho essencial para a reprodução da vida humana, passa por transformações ao longo da história mantendo as relações de dominação herdadas do período colonial e estruturadas pelo capitalismo dependente. Esses e diversos fatores resultam na expansão da informalidade que se agrava pela ausência dos direitos trabalhistas e das políticas de Seguridade Social. Dessa forma, esse trabalho além de discorrer sobre o objeto trabalho informal, objetiva compreender o impacto no acesso às políticas da Seguridade Social - previdência e assistência - ao trabalhador informal. Também, analisa os posicionamentos das entidades Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do jornal Brasil de Fato, enquanto representantes dos trabalhadores, e o jornal Valor Econômico e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), enquanto representantes dos capitalistas através de uma pesquisa por notícias no período de 2019 à 2024 utilizando a palavra-chave: trabalho informal. Com a intencionalidade de compreender os discursos e posicionamentos sobre essa temática. Conclui-se que o trabalho informal se manifesta como uma estratégia do capital que reforça a exploração e a dominação, deixando trabalhadores à margem do aparato legal e da proteção social.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDireito do trabalhopt_BR
dc.subjectSeguridade Socialpt_BR
dc.subjectTrabalho - análisept_BR
dc.subjectTrabalho informalpt_BR
dc.titleReflexões sobre o trabalho informal no Brasil : o impacto no acesso às políticas de Seguridade Social e dos direitos trabalhistas.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereeRibeiro, Rodrigo Fernandespt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Alessandra Ribeiro dept_BR
dc.contributor.refereeMayer, André Luiz Monteiropt_BR
dc.description.abstractenEste trabajo aborda la informalidad como categoría central inherente a las transformaciones en el mundo del trabajo. En la situación actual, el sistema capitalista perpetúa nuevas formas de explotación mediante la precariedad, la flexibilidad y la desregulación de las leyes laborales, que marcan una nueva organización del trabajo. Al expandir el ejército industrial de reserva, el sistema capitalista moviliza a esta masa de desempleados según sus necesidades, convirtiéndolos en un componente estructural del capital. En este sentido, el trabajo, esencial para la reproducción de la vida humana, experimenta transformaciones a lo largo de la historia, manteniendo las relaciones de dominación heredadas del período colonial y estructuradas por el capitalismo dependiente.Estos y otros factores contribuyen a la expansión de la informalidad, agravada por la ausencia de derechos laborales y políticas de seguridad social. Por lo tanto, este artículo, además de abordar el tema de la informalidad, busca comprender su impacto en el acceso de los trabajadores informales a las políticas de seguridad social (pensiones y asistencia). También analiza las posturas de la Central Única de Trabajadores (CUT) y el periódico Brasil de Fato, como representantes de los trabajadores, y del periódico Valor Econômico y la Federación de Industrias del Estado de São Paulo (FIESP), como representantes de los capitalistas, mediante una búsqueda de noticias realizada entre 2019 y 2024 con las palabras clave: trabajo informal. Con la intención de comprender los discursos y posiciones sobre este tema, concluimos que el trabajo informal se manifiesta como una estrategia capitalista que refuerza la explotación y la dominación, dejando a los trabajadores fuera del marco legal y de la protección social.pt_BR
dc.contributor.authorID21.2.3126pt_BR
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