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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorItabaiana, Yasmine Antoninipt_BR
dc.contributor.advisorAraújo, Thayane Nogueirapt_BR
dc.contributor.authorSilva, Bruna Elem Moreira da-
dc.date.accessioned2026-09-16T11:08:35Z-
dc.date.available2026-09-16T11:08:35Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Bruna Elem Moreira da. Variação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais, 2026. 33 f. Monografia (Graduação em Ciências Biológicas - Bacharelado) - Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9672-
dc.description.abstractA Serra do Espinhaço apresenta uma ampla riqueza de espécies de plantas raras e endêmicas distribuídas em formações campestres sob o quartzito e minério de ferro. Essas espécies de plantas oferecem flores para uma enorme variedade de polinizadores que são atraídos por suas cores vibrantes, às vezes menos chamativas. A oferta de flores pode variar entre as diferentes regiões da Serra do Espinhaço e também pode variar em função da estação climática. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a variação espacial e temporal de cores de flores em três áreas em topos de montanhas no sul da Serra do Espinhaço. As amostragens das plantas foram realizadas mensalmente, nos Parques Estaduais do Itacolomi e da Serra de Ouro Branco, e na Apa Cachoeira das Andorinhas conhecida como Serra da Brígida. Ao longo dos transectos, plantas floridas visitadas por polinizadores foram coletadas, identificadas e suas cores registradas. A maior riqueza de espécies de plantas foi registrada no Parque Estadual da Serra de Ouro Branco (73), Serra da Brígida (68) seguida pelo Parque do Itacolomi (51). A cor branca foi a mais frequente nas três áreas (Asteraceae e Eriocaulaceae), seguida pelas cores rosa e roxo (Melastomataceae) e amarelo (Asteraceae e Xyridaceae). Registramos maior número de cores na estação chuvosa comparada com a seca. Concluímos que existe uma variação espacial e temporal na disponibilidade de flores de diferentes cores, que pode atrair polinizadores tanto generalistas quanto especialistas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCores de flores, Similaridade Floral, , .pt_BR
dc.subjectCampos Rupestrespt_BR
dc.subjectQuadrilátero Ferrífero - MGpt_BR
dc.subject. Cor - Florespt_BR
dc.subjectFlorespt_BR
dc.subjectBotânicapt_BR
dc.titleVariação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeMendonça Filho, Carlos Victorpt_BR
dc.contributor.refereeLeandro, Cristiane Martinspt_BR
dc.contributor.refereeItabaiana, Yasmine Antoninipt_BR
dc.description.abstractenThe Espinhaço Mountains are home to a wide variety of rare and endemic plant species distributed in rupestrian grasslands under quartzite and iron ore. These plant species offer flowers to a huge variety of pollinators that are attracted by their colors, which are sometimes vibrant and sometimes less striking. The availability of flowers can vary between different regions of the Serra do Espinhaço and can also vary depending on the season. Therefore, the objective of this study was to evaluate the spatial and temporal variation of flower colors in three areas on mountain tops in the south of The Espinhaço Range. Plant sampling was carried out monthly at Itacolomi and Serra de Ouro Branco State Parks, and in the Cachoeira das Andorinhas Environmental Protection Area known as Serra da Brígida. Along the transects, flowering plants visited by pollinators were collected, identified, and their colors recorded. The greatest wealth of plant species was recorded in Ouro Branco Park (73), followed by Serra da Brígida (68), and Itacolomi Park (51). White was the most frequent color in all three areas (Asteraceae and Eriocaulaceae), followed by pink and purple (Melastomataceae) and yellow (Asteraceae and Xyridaceae). We recorded a greater number of colors in the rainy season compared to the dry season. We concluded that there is spatial and temporal variation in the availability of flowers of different colors that can attract pollinators, both generalists as specialists.pt_BR
dc.contributor.authorID17.2.4320pt_BR
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