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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorRamos, Marcelo Vianapt_BR
dc.contributor.authorLopes, Dayane Rodrigues-
dc.date.accessioned2026-09-05T11:46:18Z-
dc.date.available2026-09-05T11:46:18Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationLOPES, Dayane Rodrigues. Apropriação e mercantilização do espaço no contexto da urbanização turística : um estudo acerca de territórios do Rio Olímpico. 2026. 77 f. Monografia (Graduação em Turismo) - Escola de Direito, Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9641-
dc.description.abstractEsta pesquisa analisa os processos de urbanização turística e de apropriação capitalista do espaço urbano no contexto da preparação do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016. O objetivo geral consiste em analisar como a preparação para o megaevento contribuiu para a mercantilização e a reestruturação socioespacial dos territórios do Rio Olímpico, com ênfase na valorização e na especulação imobiliária. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa e de caráter exploratório, desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e estudo de casos múltiplos. Os estudos de caso compreenderam os territórios da Barra da Tijuca e do Porto Maravilha. Na Barra da Tijuca, a análise concentrou-se no Parque Olímpico e na Vila Autódromo. No Porto Maravilha, investigaram-se os processos de requalificação urbana, contemplando também o Boulevard Olímpico. Como referencial analítico, adotou-se a tríade proposta por Lefebvre (2000). Considerando os objetivos da pesquisa, a análise fundamentou-se nas categorias espaço concebido e espaço vivido, por serem as que melhor permitem compreender as relações entre o planejamento urbano, a mercantilização do espaço e as vivências das populações afetadas. Os resultados evidenciam que as intervenções urbanas realizadas para os Jogos Olímpicos de 2016 foram orientadas por um modelo de urbanização voltado à valorização imobiliária, à atração de investimentos e à mercantilização do espaço, produzindo impactos sobre os territórios e as populações locais. Conclui-se que o chamado legado olímpico se materializou de forma desigual e seletiva, privilegiando determinados agentes econômicos em detrimento das comunidades afetadas, aprofundando processos de segregação socioespacial e reforçando a necessidade de um planejamento urbano e turístico comprometido com o desenvolvimento local, a participação social e o direito à cidade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectUrbanização turísticapt_BR
dc.subjectProdução do espaçopt_BR
dc.subjectMegaeventos esportivospt_BR
dc.subjectSegregação socioespacialpt_BR
dc.titleApropriação e mercantilização do espaço no contexto da urbanização turística : um estudo acerca de territórios do Rio Olímpico.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeBedim, Bruno Pereirapt_BR
dc.contributor.refereePinho, Thays Regina Rodriguespt_BR
dc.description.abstractenThis study analyzes the processes of tourism urbanization and the capitalist appropriation of urban space in the context of Rio de Janeiro's preparation for the 2016 Olympic Games. The main objective is to examine how the preparation for the mega-event contributed to the commodification and socio-spatial restructuring of the territories of the Olympic Rio, with an emphasis on real estate appreciation and speculation. Methodologically, this is a qualitative and exploratory study, developed through bibliographical research, documentary research, and a multiple case study approach. The case studies comprised the territories of Barra da Tijuca and Porto Maravilha. In Barra da Tijuca, the analysis focused on the Olympic Park and Vila Autódromo. In Porto Maravilha, the processes of urban redevelopment were investigated, also encompassing the Olympic Boulevard. As an analytical framework, Lefebvre's (2000) spatial triad was adopted. Considering the objectives of the research, the analysis was based on the categories of conceived space and lived space, as they best support the understanding of the relationships between urban planning, the commodification of space, and the lived experiences of the affected populations. The findings indicate that the urban interventions carried out for the 2016 Olympic Games were guided by a model of urbanization oriented toward real estate appreciation, investment attraction, and the commodification of space, generating impacts on the territories and local populations. It is concluded that the so-called Olympic legacy materialized in an unequal and selective manner, privileging specific economic actors to the detriment of affected communities, deepening socio-spatial segregation processes, and reinforcing the need for urban and tourism planning committed to local development, social participation, and the right to the city.pt_BR
dc.contributor.authorID21.2.6055pt_BR
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