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dc.contributor.advisorSantos, Tatiana Barreto dospt_BR
dc.contributor.authorCastelo Branco, Gabriela Silva-
dc.date.accessioned2026-07-13T10:45:50Z-
dc.date.available2026-07-13T10:45:50Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationCASTELO BRANCO, Gabriela Silva. Caracterização física, química, mineralógica e geotécnica de rejeito ultrafino de minério de ferro visando aplicações em empilhamento a seco. 2026. 62 f. Monografia (Graduação em Engenharia de Minas) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9348-
dc.description.abstractA caracterização de rejeitos vem ganhando notoriedade no que diz respeito à segurança e estabilidade de estruturas geotécnicas uma vez que o conhecimento de suas propriedades permite uma maior previsibilidade de comportamento através das suas características. Foi realizada a caracterização física, química, mineralógica e geotecnicamente um rejeito ultrafino de minério de ferro proveniente do Quadrilátero Ferrífero a fim de se avaliar sua aptidão para o empilhamento a seco. Os resultados indicaram um material de granulometria ultrafina, classificado como silto-argiloso de baixa permeabilidade e alta retenção de água. A massa específica dos grãos encontrada foi de 3,685 g/cm3, compatível com a presença de minerais como hematita e goethita, identificados por difração de raios X, juntamente com quartzo e caulinita. O teor de umidade que o rejeito final apresenta é na ordem de 35%, um valor elevado visto que o empilhamento a seco exige uma quantidade de água menor. Através dos limites de Atterberg (limite de liquidez, limite de plasticidade e índice de plasticidade) classificaram o rejeito como um silte de baixa compressibilidade. No ensaio de compactação Proctor Normal, obteve-se a umidade ótima de compactação no valor de 28,32% enquanto a massa específica aparente seca máxima assumiu valor de 1,68 g/cm3, o que confirma que a umidade natural com que o rejeito final sai da planta de beneficiamento não é o ideal para uma compactação eficiente. A análise química foi feita através da fluorescência de raios-X e revelou a predominância de Fe2O3 (44,82%) e SiO2 (23,39%) com Al2O3 (3,88% associados à fração argilosa. Embora o material apresente potencial para o empilhamento , sua aplicação direta é impraticável nas condições apresentadas, sendo necessárias etapas complementares de desaguamento, condicionamento com floculantes e controle rigoroso da umidade durante todo o processo de disposição de rejeitos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDisposição de rejeitospt_BR
dc.subjectEmpilhamentopt_BR
dc.subjectEstabilidadept_BR
dc.subjectProctor normalpt_BR
dc.titleCaracterização física, química, mineralógica e geotécnica de rejeito ultrafino de minério de ferro visando aplicações em empilhamento a seco.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeSantos, Tatiana Barreto dospt_BR
dc.contributor.refereeMatos, José Matheus Vieirapt_BR
dc.contributor.refereeViana, Bruno Anchietapt_BR
dc.description.abstractenThe characterization of tailings has been gaining prominence in relation to the safety and stability of geotechnical structures, since understanding their properties allows for greater predictability of behavior based on their characteristics. An ultrafine iron ore tailings deposit from the Iron Quadrangle was characterized physically, chemically, mineralogically, and geotechnically to assess its suitability for dry stacking. The results indicated a material with ultrafine grain size, classified as silty clay with low permeability and high water retention. The specific gravity of the grains was found to be 3.685 g/cm³, which is consistent with the presence of minerals such as hematite and goethite, which were identified via X-ray diffraction along with quartz and kaolinite. The moisture content of the final tailings is approximately 35%, a high value given that dry stacking requires a lower amount of water. Using Atterberg limits (liquid limit, plastic limit, and plasticity index), the tailings were classified as a low-compressibility silt. In the Standard Proctor compaction test, the optimum compaction moisture content was found to be 26.85%, while the maximum dry bulk density was 1.708 g/cm³, confirming that the natural moisture content of the final tailings as they leave the processing plant is not ideal for efficient compaction. The chemical analysis was performed using X-ray fluorescence and revealed a predominance of Fe₂O₃ (44.82%) and SiO₂ (23.39%), with Al₂O₃ (3.88%) associated with the clay fraction. Although the material shows potential for stacking, its direct application is impractical under the conditions presented, requiring additional steps such as dewatering, conditioning with flocculants, and strict moisture control throughout the tailings disposal process.pt_BR
dc.contributor.authorID20.1.1154pt_BR
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