Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9208
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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorSouza, Maíra Lana de Araújo ept_BR
dc.contributor.authorMaia, Gustavo França-
dc.date.accessioned2026-05-15T20:57:00Z-
dc.date.available2026-05-15T20:57:00Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationMAIA, Gustavo França. Um abraço em Pina Bausch: quando dança e teatro se encontram em sala de ensaio. Orientador: Maíra Lana de Araújo e Souza. 2026. 23 f. Monografia (Graduaação em Artes Cênicas) - Instituto de Filosofia, Artes e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9208-
dc.descriptionVídeo na íntegra do espetáculo: https://youtu.be/CeuLRbZ9lL4pt_BR
dc.description.abstractNão. Infelizmente não dei um abraço em Pina Bausch. Mas, apesar da diretora, dançarina e coreógrafa, já ter falecido, acredito que ainda é possível abraçá-la. Neste artigo compartilho a trajetória percorrida entre ouvir uma música pela primeira vez, sendo tomado pelo desejo de transformá-la em dança, e a estreia de um espetáculo. Investigando os procedimentos de criação utilizados por Pina Bausch, discuto a possibilidade de, como ator, profanar a dança com meu corpo de não bailarino e descobrir o que chamei de “minha dança”. Também traço aproximações com o método desenvolvido por ela para compor imagens e, por fim, uma tessitura possível dessas imagens, numa espécie de trama, que chamei de “costura”. Aqui não há respostas nem definições, mas perguntas. O que faço é um breve relato de experiência, de braços abertos a outros abraços. Boa leitura.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDança-teatropt_BR
dc.subjectPina Bauschpt_BR
dc.subjectProcesso criativopt_BR
dc.subjectDramaturgiaspt_BR
dc.titleUm abraço em Pina Bausch : quando dança e teatro se encontram na sala de ensaio.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeGomes, Ricardo Carlospt_BR
dc.contributor.refereeMoraes, Carla Geruse Gontijo Campolimpt_BR
dc.contributor.refereeOliveira, Morena Nascimentopt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Maíra Lana de Araújo ept_BR
dc.description.abstractenNo. Desafortunadamente no abrazé a Pina Bausch. Pero, a pesar de que la directora, bailarina y coreógrafa, ya haya fallecido, creo que todavía es posible abrazarla. Y esta es la historia que vas a leer. En este artículo comparto la trayectoria recorrida entre oír una canción por primera vez, siendo invadido por el deseo de volverla en danza, y el estreno de una obra. Investigando los procesos creativos de Pina Bausch, analizo la posibilidad de, como actor, profanar la danza con mi cuerpo de no bailarín y descubrir lo que he llamado “mi danza”. También establezco acercamientos con el método que desarrolló ella para componer imágenes y, por fín, una posible conjugación de estas imágenes, en una especie de tejido que he denominado “costura”. Aquí no hay respuestas ni definiciones, sino preguntas. Lo que hago es un breve relato de mi experiencia, con los brazos abiertos a otros abrazos. Disfruta la lectura.pt_BR
dc.contributor.authorID19.1.5050pt_BR
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