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dc.contributor.advisorSaraiva, Carolina Machadopt_BR
dc.contributor.authorNeves, Iara Guimarães-
dc.date.accessioned2026-04-10T22:23:53Z-
dc.date.available2026-04-10T22:23:53Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationNEVES, Iara Guimarães. Direito à desconexão nas relações laborais : uma análise das vivências práticas do trabalhador contemporâneo. 2026. 49 f. Monografia (Graduação em Administração) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9086-
dc.description.abstractOs avanços tecnológicos, embora contribuam para a otimização das relações de trabalho, têm intensificado a hiperconectividade, favorecendo o excesso de trabalho e dificultando a desconexão. Esse cenário gera diversos impactos relevantes para os trabalhadores, especialmente no que se refere à saúde mental e à qualidade de vida. Diante disso, este estudo tem como objetivo analisar as vivências dos trabalhadores frente ao direito à desconexão. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa e quantitativa, de caráter descritivo, realizada por meio da aplicação de um questionário estruturado no Google Forms, com a participação de 102 trabalhadores, utilizando-se a escala Likert de cinco pontos. Em uma primeira análise, observou-se um equilíbrio nas percepções dos respondentes quanto à efetivação do direito à desconexão. Dessa forma, foi realizada uma análise mais aprofundada, com foco nas respostas que indicavam possíveis violações deste direito, a fim de compreender as experiências associadas ao seu descumprimento. Os resultados evidenciam que parte dos trabalhadores relata dificuldades de desligamento mental das atividades laborais, aumento de estresse e ansiedade, além da ausência de políticas organizacionais voltadas à prevenção de riscos psicossociais. Nesse sentido, os dados obtidos indicam que grande parte das organizações ainda não está preparada para atender às diretrizes da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-1), principalmente no que se refere à gestão desses riscos. Embora a violação não tenha sido percebida de forma uniforme, os dados indicam que a dificuldade de desconexão ainda impacta a saúde mental, a qualidade de vida e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional de uma parcela relevante dos participantes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAvaliação de riscos de saúdept_BR
dc.subjectConectividade - computadorespt_BR
dc.subjectDoenças profissionaispt_BR
dc.subjectHigiene do trabalhopt_BR
dc.subjectHorário de trabalhopt_BR
dc.titleDireito à desconexão nas relações laborais : uma análise das vivências práticas do trabalhador contemporâneo.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeSaraiva, Carolina Machadopt_BR
dc.contributor.refereeDuarte, Hélida Mara Gomes Noratopt_BR
dc.contributor.refereeSantos, Andrey Mendespt_BR
dc.contributor.refereePereira, Michel Richter de Souza Oliveirapt_BR
dc.description.abstractenTechnological advancements, while contributing to the optimization of work relationships, have intensified hyperconnectivity, favoring overwork and hindering disconnection. This scenario generates several relevant impacts for workers, especially regarding mental health and quality of life. Therefore, this study aims to analyze workers' experiences regarding the right to disconnect. This is a qualitative and quantitative descriptive study, conducted through the application of a structured questionnaire on Google Forms, with the participation of 102 workers, using a five-point Likert scale. In a first analysis, a balance was observed in the respondents' perceptions regarding the effectiveness of the right to disconnect. Therefore, a more in-depth analysis was carried out, focusing on responses that indicated possible violations of this right, in order to understand the experiences associated with its non-compliance. The results show that some workers report difficulties in mentally disconnecting from work activities, increased stress and anxiety, as well as the absence of organizational policies aimed at preventing psychosocial risks. In this sense, the data obtained indicate that a large part of the organizations are still not prepared to meet the guidelines of Regulatory Standard nº 01 (NR-1), especially regarding the management of these risks. Although the violation was not perceived uniformly, the data indicate that the difficulty in disconnecting still impacts the mental health, quality of life, and work-life balance of a significant portion of the participants.pt_BR
dc.contributor.authorID22.1.3248pt_BR
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