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dc.contributor.advisorCarneiro, Cláudia Martinspt_BR
dc.contributor.authorCorreia, Ariane Gomes-
dc.date.accessioned2026-03-17T18:02:14Z-
dc.date.available2026-03-17T18:02:14Z-
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.citationCORREIA, Ariane Gomes. Metaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais: importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL). 2024. 48 f. Monografia (Especialização em Citologia Clínica) - Escola de Fármacia, Universidade de Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8831-
dc.description.abstractO câncer de colo uterino é um relevante problema de saúde pública, segundo estimativas mundiais. No Brasil é considerado o terceiro tipo de câncer que acomete as mulheres. É uma doença que apresenta alto potencial de cura, especialmente pela metodologia barata e de alta sensibilidade, que é utilizada como método de rastreio e detecção de alterações precoces em exames preventivos. As condutas deficitárias que envolvem a promoção de saúde, a prevenção, o rastreamento oportunístico, como vem sendo realizado no país, são alguns fatores que corroboram na manutenção da problemática, ao passo que, favorece para o não diagnóstico precoce destas mulheres, tanto pelo desconhecimento da doença e importância da prevenção, assim, favorecendo a história natural desta doença, por ser um câncer silencioso e progressivo. A anatomia do trato genital feminino tem suas peculiaridades e é submetido a inúmeras transformações, desde a vida embrionária, pós natal e vida adulta. Sabe-se que a maioria dos eventos neoplásicos inicia em uma área específica do colo uterino, denominada junção escamo colunar (JEC) ou também referida como zona de transformação (ZT). Essa área do colo uterino apresenta células que desempenham papel de transformar-se em outro tipo celular, chamadas células metaplásicas, em situações adversas ou em respostas a injúrias ou infecções pelo HPV essa área pode sofrer mudança e acabar desenvolvendo lesões precursoras. As células que compõe essa região são células imaturas, com atividade metabólica intensa e propensas a infecção pelo HPV, podendo ser reservatório de infecções coexistente em lesões. A prática citológica cotidiana enfrenta inúmeros desafios na observação e acurácia dos elementos celulares nos esfregaços cervicovaginais, e a metaplasia escamosa imatura evidencia essa situação desafiadora, para os citologistas mais experientes e os iniciantes. O presente trabalho tem como objetivo evidenciar a importância da identificação da metaplasia escamosa imatura no rastreamento do câncer do colo de útero e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau, comumente semelhantes e que são dificultadores de análise interpretativa.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPapilomavíruspt_BR
dc.subjectMetaplasiapt_BR
dc.subjectLesões intraepiteliais escamosaspt_BR
dc.subjectJunção escamo colunarpt_BR
dc.titleMetaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais : importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL).pt_BR
dc.typeTCC-Especializaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereePereira, Théa Nobrept_BR
dc.contributor.refereeSilva, Daniel Lucaspt_BR
dc.contributor.refereeCarneiro, Cláudia Martinspt_BR
dc.description.abstractenCervical cancer is a significant public health issue worldwide. In Brazil, it is the third most common cancer affecting women. This disease has a high potential for cure, primarily due to the inexpensive and highly sensitive screening methods used for early detection in preventive exams. However, inadequate health promotion, prevention, and opportunistic screening practices contribute to the persistence of this problem by hindering early diagnosis. This is exacerbated by a lack of awareness about the disease and the importance of prevention, allowing the natural progression of this silent and progressive cancer. The anatomy of the female genital tract undergoes numerous transformations from embryonic life through adulthood, with most neoplastic events originating in a specific area of the cervix called the squamocolumnar junction (SCJ) or transformation zone (TZ). This region contains metaplastic cells, which can transform into other cell types in response to adverse conditions or HPV infections, potentially developing into precursor lesions. The immature cells in this area are highly metabolically active and prone to HPV infection, often serving as reservoirs for concurrent infections in lesions. Routine cytological practice faces numerous challenges in observing and accurately identifying cellular elements in cervicovaginal smears. Immature squamous metaplasia highlights these challenges for both experienced and novice cytologists. This study aims to emphasize the importance of identifying immature squamous metaplasia in cervical cancer screening and differentiating it from high-grade squamous intraepithelial lesions, which are commonly similar and pose interpretative challenges.pt_BR
dc.contributor.authorID1039928pt_BR
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