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http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8811Registro completo de metadados
| Campo Dublin Core | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Géssyca Tolomeu de | pt_BR |
| dc.contributor.author | Gonçalves, Lílian Cristina Corrêa | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-16T15:09:05Z | - |
| dc.date.available | 2026-03-16T15:09:05Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | GONÇALVES, Lílian Corrêa. Mapeamento do perfil de saúde de crianças de 8 a 12 anos praticantes de natação da cidade de Ouro Preto. 2026.35 f. Monografia ( Graduação em Educação Física - Bacharelado)- Escola de Educação Física, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8811 | - |
| dc.description.abstract | Introdução: A infância representa um período crítico para o desenvolvimento físico, emocional e social, e o monitoramento da saúde nessa fase torna-se essencial diante do aumento de comportamentos sedentários e de hábitos alimentares inadequados. A prática esportiva é amplamente reconhecida como estratégia não farmacológica para promover bem-estar e incentivar estilos de vida saudáveis. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo identificar e comparar o perfil de saúde de crianças de 8 a 12 anos praticantes de natação e não praticantes de atividades físicas regulares no município de Ouro Preto - MG. Método: Trata-se de um estudo observacional de delineamento transversal, que avaliou 48 crianças e seus responsáveis por meio de anamnese, medidas antropométricas e aplicação do questionário KIDSCREEN-52, abrangendo múltiplas dimensões da qualidade de vida. Resultados: As variáveis antropométricas não apresentaram diferenças significativas entre os grupos, incluindo IMC (meninas: 18,64 ± 1,14 vs. 20,25 ± 3,76; p = 0,14; meninos: 19,04 ± 4,04 vs. 20,30 ± 4,78; p = 0,48). O domínio “Saúde e Atividade Física” foi o único a apresentar diferença estatisticamente significativa, com medianas superiores entre meninas praticantes (92,50 [81,25-100] vs. 76,91 [75-92,31]; p < 0,03; r = 0,41). Nas demais dimensões não houve diferenças (p > 0,05). Quanto aos hábitos alimentares, o consumo frequente de doces foi menor entre praticantes de natação (58,3%) em comparação aos não praticantes (70,8%). O consumo diário de bebidas adoçadas também foi inferior no grupo da natação (8,3% vs. 41,7%). Ambos os grupos apresentaram padrões semelhantes de sono (>8h/noite: 58,3% vs. 75,0%) e estado emocional positivo (70,8% vs. 58,3%). Observou-se ainda tendência de superestimação parental, com responsáveis atribuindo escores máximos em diversos domínios, superando consistentemente os autorrelatos infantis, como em Saúde e Atividade Física. Conclusão: O perfil de saúde das crianças praticantes de natação se destaca principalmente pela melhor percepção de saúde e atividade física, principalmente entre as meninas, e por hábitos alimentares mais saudáveis, como menor consumo de doces e bebidas adoçadas. Nos demais aspectos avaliados, antropometria, sono, estado emocional, interação social e demais dimensões da qualidade de vida, não foram observadas diferenças significativas entre praticantes e não praticantes. Também foi identificado que os responsáveis tendem a superestimar o bem-estar das crianças, independentemente do grupo. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Natação | pt_BR |
| dc.subject | Saúde | pt_BR |
| dc.subject | Criança | pt_BR |
| dc.title | Mapeamento do perfil de saúde de crianças de 8 a 12 anos praticantes de natação em Ouro Preto. | pt_BR |
| dc.type | TCC-Graduação | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Silva, Sílvio Ricardo da | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Fernandes, Lidiane Aparecida | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Oliveira, Géssyca Tolomeu de | pt_BR |
| dc.description.abstracten | Introduction: Childhood represents a critical period for physical, emotional, and social development, and monitoring health during this phase becomes essential given the increase in sedentary behaviors and inadequate eating habits. Sports practice is widely recognized as a nonpharmacological strategy to promote well-being and encourage healthy lifestyles. Objective: This study aimed to identify and compare the health profile of children aged 8 to 12 years who practice swimming and those who do not practice regular physical activity in the municipality of Ouro Preto - MG. Methods: This is a cross-sectional observational study that evaluated 48 children and their caregivers through anamnesis, anthropometric measurements, and application of the KIDSCREEN-52 questionnaire, covering multiple dimensions of quality of life. Results: The anthropometric variables did not show significant differences between the groups, including BMI (girls: 18.64 ± 1.14 vs. 20.25 ± 3.76; p = 0.14; boys: 19.04 ± 4.04 vs. 20.30 ± 4.78; p = 0.48). The "Health and Physical Activity" domain was the only one to show a statistically significant difference, with higher medians among girls who practiced physical activity (92.50 [81.25-100] vs. 76.91 [75.00-92.31]; p < 0.03; r = 0.41). In the other dimensions, there were no relevant differences (p > 0.05). Regarding eating habits, frequent consumption of sweets was lower among those who practiced physical activity (58.3%) compared to those who did not (70.8%). Daily consumption of sweetened beverages was also lower in the swimming group (8.3% vs. 41.7%). Both groups presented similar sleep patterns (>8h/night: 58.3% vs. 75.0%) and positive emotional state (70.8% vs. 58.3%). A tendency towards parental overestimation was also observed, with caregivers assigning maximum scores in several domains, consistently exceeding children's self-reports, such as in Health and Physical Activity. Conclusion: The health profile of children practicing swimming stands out mainly due to a better perception of health and physical activity, especially among girls, and healthier eating habits, such as lower consumption of sweets and sweetened beverages. In the other aspects evaluated—anthropometry, sleep, emotional state, social interaction, and other dimensions of quality of life—no significant differences were observed between practitioners and nonpractitioners. It was also identified that caregivers tend to overestimate the well-being of children, regardless of the group. | pt_BR |
| dc.contributor.authorID | 20.1.6114 | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Educação Física - Bacharelado | |
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