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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorFreixo, André de Lemospt_BR
dc.contributor.authorLeite, Ana Maria Oliveira-
dc.date.accessioned2026-01-20T19:59:10Z-
dc.date.available2026-01-20T19:59:10Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationLEITE, Ana Maria Oliveira. Um Movimento Feminino pela Anistia: a articulação política de mulheres no âmbito pré e pós-Golpe de 1964. 2025. 43 f. Monografia (Graduação em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8673-
dc.description.abstractEste trabalho procura refletir sobre as ações empreendidas pelo Movimento Feminino Pela Anistia (MFPA) a favor da anistia política durante o período ditatorial brasileiro. O MFPA surgiu no contexto do Ano Internacional da Mulher, instituído pela Organização das Nações Unidas, abrangendo os princípios de Igualdade, Desenvolvimento e Paz. O Movimento toma a bandeira da Paz como ponto de partida, relacionando-a com a luta pela garantia dos Direitos Humanos no Brasil, os quais vinham sendo violados pelo regime de controle e repressão dos militares. Therezinha Zerbine, fundadora e presidente do MFPA, atraiu participantes de todo o país, fundando núcleos estatais que se articulavam nacionalmente. O Movimento, porém, não se constituiu como um grupo homogêneo, muitas vezes entrando em conflito quando em relação às pautas levantadas: Therezinha frisava somente a busca pela Anistia como demanda urgente para o povo brasileiro, enquanto outras mulheres viram no MFPA uma porta de entrada para a atuação política, organizando-se e apoiando outras questões, como a luta feminista em ascensão no Brasil. O MFPA atuou como precursor na movimentação acerca da Anistia, influenciando e incentivando outras entidades na luta, até a conquista da Lei da Anistia em 1979, ainda que com muitas ressalvas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAnistiapt_BR
dc.subjectDitadura civil-militarpt_BR
dc.subjectMovimento Feminino pela Anistiapt_BR
dc.titleUm Movimento Feminino pela Anistia : a articulação política de mulheres no âmbito pré e pós-Golpe de 1964.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereeQueler, Jefferson Josépt_BR
dc.contributor.refereeIvo, Larissa Vitóriapt_BR
dc.contributor.refereeFreixo, André de Lemospt_BR
dc.description.abstractenThis paper aims to reflect on the actions undertaken by the Female Movement for Amnesty (MFPA) in favor of political amnesty during the Brazilian dictatorship. The MFPA emerged in the context of International Women's Year, established by the United Nations, encompassing the principles of Equality, Development, and Peace. The Movement takes the banner of Peace as its starting point, relating it to the struggle to guarantee Human Rights in Brazil, which had been violated by the military regime of control and repression. Therezinha Zerbine, founder and president of the MFPA, attracted participants from all over the country, founding state centers that were coordinated nationally. The Movement, however, was not a homogeneous group, often coming into conflict over the issues raised: Therezinha emphasized only the search for amnesty as an urgent demand for the Brazilian people, while other women saw the MFPA as a gateway to political action, organizing and supporting other issues, such as the rising feminist struggle in Brazil. The MFPA acted as a precursor in the movement for amnesty, influencing and encouraging other entities in the struggle, until the Amnesty Law was passed in 1979, albeit with many caveats.pt_BR
dc.contributor.authorID20.2.3172pt_BR
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