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dc.contributor.advisorDulci, Tereza Maria Spyerpt_BR
dc.contributor.authorAlmeida, Lara Abreu Vasconcelos-
dc.date.accessioned2026-01-12T18:24:33Z-
dc.date.available2026-01-12T18:24:33Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationALMEIDA, Lara Abreu Vasconcelos. A onda azul no cone sul: estratégias neopopulistas no Brasil e na Argentina (2014–2024). 2025. 67 f. Monografia (Graduação em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8659-
dc.description.abstractEsta monografia objetiva investigar a ascensão da extrema direita neopopulista no Brasil e na Argentina (2014–2024), com foco nas figuras de Jair Bolsonaro e Javier Milei, analisando suas estratégias políticas em um contexto de atualismo (Pereira e Araújo, 2021), caracterizado pela rápida atualização nas redes sociais, onde o real se confunde com a atualidade. A monografia explora como ideologias de direita rejeitam aspectos concretos da sociedade, criando sistemas de crenças que legitimam privilégios e excluem questões como desigualdade. A pesquisa examina a conexão entre memória histórica das ditaduras militares e o crescimento de políticas extremistas na era digital, avaliando a “política de não memória” no Brasil, instaurada pela Lei da Anistia de 1979, que enfraqueceu a resistência ao autoritarismo, e contrastando com a Argentina, onde a Lei de Punto Final foi declarada inconstitucional em 2005, criando maior resistência social. Além disso, analisa o papel das redes sociais (Instagram) na construção de imagens públicas, destacando como Bolsonaro e Milei utilizam as redes para engajar seguidores, polarizar debates e manipular narrativas históricas. Ambos se apresentam como “homens comuns” e heróis nacionais, utilizando técnicas de comunicação modernas para reforçar discursos polarizadores e construir inimigos políticos, como o petismo no Brasil e o kirchnerismo na Argentina. A pesquisa questiona a eficácia da memória de resistência em conter o avanço da nova extrema direita em um cenário de manipulação midiática e desinformação, evidenciando o papel crucial da internet na amplificação dessas dinâmicas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectExtrema direitapt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectDitadurapt_BR
dc.subjectAtualismopt_BR
dc.titleA onda azul no cone sul : estratégias neopopulistas no Brasil e na Argentina.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseEste trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).pt_BR
dc.contributor.refereeDulci, Tereza Maria Spyerpt_BR
dc.contributor.refereeButzen, Gabriel Antôniopt_BR
dc.description.abstractenEsta tesis tiene como objetivo investigar el ascenso de la extrema derecha neopopulista en Brasil y Argentina (2014–2024), enfocándose en las figuras de Jair Bolsonaro y Javier Milei, y analizando sus estrategias políticas en un contexto de actualismo (Pereira y Araújo, 2021), caracterizado por la rápida actualización en las redes sociales, donde lo real se confunde con la inmediatez. La monografía explora cómo las ideologías de derecha rechazan aspectos concretos de la sociedad, creando sistemas de creencias que legitiman privilegios y excluyen problemáticas como la desigualdad. La investigación examina la conexión entre la memoria histórica de las dictaduras militares y el crecimiento de las políticas extremistas en la era digital, analizando la “política de la no memoria” en Brasil, instaurada por la Ley de Amnistía de 1979, que debilitó la resistencia al autoritarismo, y contrastando con Argentina, donde la Ley de Punto Final fue declarada inconstitucional en 2005, generando una mayor resistencia social. Además, se analiza el rol de las redes sociales (Instagram) en la construcción de imágenes públicas, destacando cómo Bolsonaro y Milei utilizan estas plataformas para atraer seguidores, polarizar los debates y manipular las narrativas históricas. Ambos se presentan como “hombres comunes” y héroes nacionales, utilizando técnicas modernas de comunicación para reforzar discursos polarizantes y construir enemigos políticos, como el petismo en Brasil y el kirchnerismo en Argentina. La investigación cuestiona la eficacia de la memoria de resistencia para contener el avance de la nueva extrema derecha en un escenario atravesado por la manipulación mediática y la desinformación, evidenciando el rol crucial de internet en la amplificación de estas dinámicas.pt_BR
dc.contributor.authorID21.2.3065pt_BR
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