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dc.contributor.advisorSouza, Gustavo Henrique Bianco dept_BR
dc.contributor.authorPereira, Josiane Caroline de Souza-
dc.date.accessioned2026-01-07T11:23:30Z-
dc.date.available2026-01-07T11:23:30Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.citationPEREIRA, Josiane Caroline de Souza. Análise teórica do potencial hipnótico de diferentes espécies de manjericão. 2025. 56 f. Monografia (Graduação em Farmácia)- Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8648-
dc.description.abstractOs estudos recentes sobre o gênero Ocimum indicam potencial relevante na indução e melhoria do sono, especialmente em espécies como Ocimum basilicum, Ocimum tenuiflorum e Ocimum gratissimum. Os efeitos sedativos, ansiolíticos e relaxantes associados ao gênero são atribuídos principalmente a compostos como linalol, eugenol e 1,8-cineol, os quais atuam em vias relacionadas à diminuição da excitação neural. Apesar desse indicativo, a maior parte das investigações permanece em fase pré-clínica, conduzida predominantemente em modelos animais, o que limita inferências conclusivas sobre sua eficácia em humanos. A ausência de ensaios clínicos consistentes inviabiliza a definição de doses seguras, padrões de uso e potenciais efeitos adversos em longo prazo. Soma-se a isso a escassez de estudos comparativos com hipnóticos farmacológicos, dificultando a determinação do real valor terapêutico do gênero. Adicionalmente, preparações tradicionais de manjericão apresentam ampla variação na concentração de compostos ativos, reduzindo a previsibilidade dos efeitos observados. Do ponto de vista aplicado, produtos derivados de Ocimum não devem substituir agentes hipnóticos convencionais, embora possam atuar como complemento em quadros leves, desde que empregados sob orientação profissional. Apesar do uso tradicional reforçar seu valor cultural e sua acessibilidade, esse fator não elimina o risco de interações medicamentosas. Dessa forma, embora o gênero Ocimum apresente potencial promissor como agente hipnótico, os dados disponíveis ainda são insuficientes para confirmar sua eficácia clínica. Torna-se necessária a realização de pesquisas adicionais, conduzidas com maior rigor metodológico e padronização, a fim de validar e assegurar a segurança e a efetividade de seu uso.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectManjericãopt_BR
dc.subjectInsôniapt_BR
dc.subjectOcimumpt_BR
dc.subjectHipnóticopt_BR
dc.subjectDistúrbios do sonopt_BR
dc.titleAnálise teórica do potencial hipnótico de diferentes espécies de manjericão.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeMarinho, Flávia Dias Marquesspt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Gustavo Henrique Bianco dept_BR
dc.contributor.refereeSantos, Orlando David Henrique dospt_BR
dc.description.abstractenRecent studies on the Ocimum genus indicate a relevant potential for sleep induction and improvement, particularly in species such as Ocimum basilicum, O. tenuiflorum and O. gratissimum. The sedative, anxiolytic and muscle-relaxant effects described in the literature are mainly attributed to volatile compounds such as linalool, eugenol and 1,8-cineole, which may modulate biochemical pathways related to reduced neural excitation. However, most investigations remain at the preclinical stage and rely predominantly on animal models, limiting the extrapolation of results to humans. The lack of consistent clinical trials prevents the establishment of safe dosages, standardized therapeutic protocols and the identification of long term adverse effects. In addition, few comparative studies with established hypnotic drugs are available, which restricts a more accurate assessment of the therapeutic potential of Ocimum species. Traditional preparations of basil also show substantial variability in the concentration of active constituents, reducing the predictability of their effects. From an applied perspective, Ocimum-derived products should not replace conventional hypnotics, although they may serve as complementary options in mild cases when used under professional guidance. Although traditional use reinforces the cultural value and accessibility of these species, it does not eliminate the possibility of drug interactions. Therefore, despite the promising potential of the Ocimum genus as a hypnotic agent, current evidence remains insufficient to confirm its clinical effectiveness. Additional studies with greater methodological rigor and standardized formulations are required to ensure the safety and effectiveness of its therapeutic use.pt_BR
dc.contributor.authorID18.1.2117pt_BR
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