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Título: Resistência ao desgaste abrasivo de compósitos de alumínio com diferentes teores de rejeito de minério de manganês.
Autor(es): Goulart, Otávio Braga
Orientador(es): Teles, Vinícius Carvalho
Membros da banca: Lima, Margarida Márcia Fernandes
Magalhães, Paulo Henrique Vieira
Teles, Vinícius Carvalho
Palavras-chave: Desgaste mecânico
Desgaste abrasivo
Materiais compostos - alumínio
Rejeitos - metalurgia - minérios de manganês
Abrasivos - partículas abrasivas.
Data do documento: 2023
Referência: GOULART, Otávio Braga. Resistência ao desgaste abrasivo de compósitos de alumínio com diferentes teores de rejeito de minério de manganês. 2023. 51 f. Monografia (Graduação em Engenharia Mecânica) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2023.
Resumo: A prática da mineração é essencial para a sustentação do mundo atualmente, porém ela traz consigo alguns problemas relacionados ao descarte do rejeito do minério. O acúmulo de rejeito de minério em barragens traz vários problemas ambientais e as comunidades que moram próximo a elas, como foi o caso de Bento Rodrigues e Brumadinho. Esse trabalho tem como objetivo dar uma utilidade e reaproveitar o rejeito de minério de manganês, analisando sua influência no desgaste abrasivo de compósitos de alumínio reforçados com ele. As amostras utilizadas nos ensaios, incluindo a de alumínio puro, foram compactadas na pressão de 140Mpa e sinterizadas nas temperaturas de 600 e 610°C durante 120 e 180min. As amostras têm 5, 10 e 15% de reforço de rejeito de minério de manganês, além da amostra de alumínio puro usada para comparação. Foram feitos os ensaios de microabrasão com esfera rotativa fixa, com a esfera tendo 25,4mm de diâmetro e a força normal aplicada de 1,5N. A lama abrasiva consistia em uma solução de 10% de dióxido de silício (SiO2) e 90% de água destilada, o tamanho das partículas abrasivas é em média 5μm. Os ensaios de desgaste abrasivo feitos possibilitaram a medição da cratera de desgaste e a observação dos mecanismos de desgaste presente nas amostras. Os compósitos de alumínio aumentaram sua resistência ao desgaste à medida que a porcentagem de partículas de reforço aumentou, porém, as amostras de alumínio puro apresentaram maior resistência ao desgaste que todos compósitos, exceto para condição de sinterização na temperatura de 610°C. Os micromecanismos de desgaste observados foram os de microcorte e microsulcamento. Os resultados obtidos mostram que o aumento da quantidade de rejeito de minério de manganês contribuiu para a resistência ao desgaste, porém se as partículas não estiverem bem aderidas a matriz de alumínio elas podem ser arrancadas, aumentando o desgaste no material.
Resumo em outra língua: The practice of mining is essential for sustaining the world today, but it brings with it some problems related to the disposal of ore tailings. The accumulation of ore tailings in dams brings several environmental problems and the communities that live near them, as was the case of Bento Rodrigues and Brumadinho. This research aims to give a utility and reuse the manganese ore waste, analyzing its influence on the abrasive wear of aluminum composites reinforced with it. The samples used in the tests, including pure aluminum, were compacted at the pressure of 140Mpa and sintered at temperatures of 600 and 610 C during 120 and 180min. The samples have 5, 10 and 15% manganese ore tailings reinforcement, in addition to the pure aluminum sample used for comparison. Microabrasion tests were performed with fixed rotating ball, with the sphere having 25.4mm in diameter and the normal force applied of 1.5N. The abrasive sludge consisted of a solution of 10% silicon dioxide (SiO2) and 90% distilled water, the size of the abrasive particles is on average 5μm. The abrasive wear tests made allowed the measurement of the wear crater and the observation of the wear mechanisms present in the samples. Aluminum composites increased their wear resistance as the percentage of reinforcing particles increased, however, pure aluminum samples showed higher wear resistance than all composites, except for sintering condition at the temperature of 610 C. The micromechanisms of wear observed were the microcut and microsulcation. The results show that the increase in the amount of manganese ore tailing contributed to the wear resistance, but if the particles are not well adhered to the aluminum matrix they can be pulled, increasing the wear in the material.
URI: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/5793
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