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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorLiboredo, Juliana Costapt_BR
dc.contributor.advisorAmaral, Cláudia Antônia Alcântarapt_BR
dc.contributor.authorFonseca, Úrsula Anne Costa-
dc.date.accessioned2022-10-31T12:47:33Z-
dc.date.available2022-10-31T12:47:33Z-
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.citationFONSECA, Úrsula Anne Costa. Avaliação do consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANC) por indivíduos residentes em Minas Gerais. 2022. 54f. Monografia (Graduação em Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/4680-
dc.description.abstractPlantas alimentícias não convencionais (PANC) são vegetais que possuem uma ou mais partes comestíveis. Podem ser espécies nativas ou exóticas, que são pouco conhecidas e utilizadas na alimentação. Diante disto, o objetivo deste estudo foi avaliar o consumo de PANC (hibisco, mostarda, ora-pro-nobis, taioba e umbigo de banana) pela população residente em Minas Gerais, bem como seus fatores associados. Trata-se de um estudo transversal, realizado por meio da aplicação de um questionário online elaborado no “Google Forms”. O questionário foi dividido em três seções (dados socioeconômicos, hábitos alimentares e de compra de alimentos, conhecimento e consumo de PANC) -, e foi divulgado para a população por meio de e-mail e redes sociais institucionais e privadas. No total, foram obtidas 1026 respostas válidas. A maioria dos participantes eram do sexo feminino, estudantes e morava em área urbana. Os participantes tinham em média 30 anos de idade. Do total de participantes, 77,8% compraram suas frutas, verduras e legumes em sacolões. Quanto ao conhecimento sobre PANC, metade dos participantes desconhecia o significado desse termo, 41,4% não sabiam identificar partes comestíveis e não comestíveis ou tóxicas e 65,4% conheciam o benefício de algumas PANC. A maioria dos participantes relatou nunca ou raramente ter consumido. Foi observada associação significativa entre maior consumo de frutas, verduras e legumes e maior consumo das PANC avaliadas (p< 0,01). Em relação à área de residência, houve associação significativa com a frequência de consumo apenas de umbigo de banana (p= 0,005). De modo geral, as PANC avaliadas apresentaram baixa frequência de consumo por indivíduos residentes no estado de Minas Gerais e o desconhecimento dessas espécies comestíveis é um dos possíveis motivos que interferem no consumo.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPlantas comestíveis - consumo - Minas Geraispt_BR
dc.subjectVegetaispt_BR
dc.subjectAlimentaçãopt_BR
dc.subjectBiodiversidadept_BR
dc.titleAvaliação do consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANC) por indivíduos residentes em Minas Gerais.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeSantos, Eleonice Moreirapt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Anelise Andrade dept_BR
dc.contributor.refereeAmaral, Cláudia Antônia Alcântarapt_BR
dc.contributor.refereeLiboredo, Juliana Costapt_BR
dc.description.abstractenUnconventional food plants (UFP) are plants that have one or more edible parts. They can be native or exotic species and are both little known and used in food. Therefore, the objective of this study was to evaluate the consumption of UFP (hibiscus, mustard greens, ora-pro nobis, taioba, and “umbigo de bananeira”) by the population residing in Minas Gerais, as well as its associated factors. This is a cross-sectional study, carried out through the application of an online questionnaire prepared in Google Forms. The questionnaire was divided into three sections (socioeconomic data, eating and purchasing habits, knowledge about and consumption of UFP). It was shared with the population through e-mail and institutional and private social networks. In the total, 1026 valid responses were obtained. Most participants were female, students and lived in an urban areas. They were on average 30 years old. Of the total number of participants, 77.8% purchased fruits and vegetables of all sorts at farmers’ markets. Regarding knowledge about UFP, half of the participants did not know the meaning of this term, 41.4% did not knew identify edible and inedible or toxic parts, and 65.4% knew the benefits of some UFP. Most participants reported that they never or rarely consume the UFP. A significant association was also observed between a greater frequency of consumption of fruits and vegetables, and a greater consumption of the UFP (p<0.01). Regarding the area of residence, there was a significant association with the frequency of consumption of the “umbigo de bananeira” (p=0.005), but not with the consumption of the other UFP. In general, the evaluated UFP showed a low frequency of consumption by individuals residing in the state of Minas Gerais. Lack of knowledge about UFP is one of the possible reasons that interfere with consumption.pt_BR
dc.contributor.authorID16.1.7140pt_BR
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