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dc.contributor.advisorOliveira, Lenice Kappes Beckerpt_BR
dc.contributor.authorCorrêa, Karine Marlleny Neves-
dc.contributor.authorOliveira, Fernanda Carvalho Bittencourt de-
dc.date.accessioned2017-07-28T14:36:39Z-
dc.date.available2017-07-28T14:36:39Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationCORRÊA, Karine Marlleny Neves; OLIVEIRA, Fernanda Carvalho Bittencourt de. Relação entre medicação e nível de atividade física de idosos hipertensos: benefícios cardiovasculares. 2017. 38 f. Monografia (Graduação em Educação Física) - Centro Desportivo, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/462-
dc.description.abstractA hipertensão arterial é uma condição clínica advinda de vários fatores e seu tratamento baseia em dois pilares sendo eles o tratamento farmacológico com administração de fármacos anti-hipertensivos diuréticos, β-bloqueadores, os bloqueadores de canais de cálcio, os inibidores de enzima conversora de angiotensina, bloqueadores de receptores de angiotensina II e o tratamento não farmacológico que se dá por mudanças de hábitos onde o indivíduo passa a ter uma vida com atividades físicas diárias. Com isso o objetivo do presente estudo foi analisar a correlação do nível de atividade física com o perfil farmacoterápico de idosos hipertensos. Participaram do estudo 41 idosos de ambos os sexos do município de Ouro Preto que praticavam ou não exercício físicos diários. Ao analisarmos os dados observamos que houve uma correlação negativa quando analisados o nível de atividade física e o número de fármacos anti-hipertensivos e o nível de atividade física e o número de fármacos paras outras patologias, quando analisado a correlação do nível de atividade física e a distribuição dos fármacos anti-hipertensivos percebeu-se que, fármacos como bloqueadores de canal de cálcio e β-bloqueadores não eram utilizados no tratamento dos indivíduos com uma maior classificação do nível de atividade física. Concluirmos que a atividade física pode ser uma estratégia para o tratamento da hipertensão, sugerindo uma nova reformulação destes parâmetros.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopen accesspt_BR
dc.subjectHipertensãopt_BR
dc.subjectAnti-hipertensivospt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.titleRelação entre medicação e nível de atividade física de idosos hipertensos : benefícios cardiovasculares.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida à Biblioteca Digital de TCC da UFOP pelo autor, 09/08/2016, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.contributor.refereeGuimarães, Andrea Grabept_BR
dc.contributor.refereeGomes, Samuel Gamaranopt_BR
dc.contributor.refereeOliveira, Lenice Kappes Beckerpt_BR
dc.description.abstractenHypertension is a clinical condition due to several factors and its treatment is based on two pillars: pharmacological treatment with administration of diuretic antihypertensive drugs, β-blockers, calcium channel blockers, angiotensin-converting enzyme inhibitors, Angiotensin II receptor blockers and the non-pharmacological treatment that occurs through changes in habits where the individual starts to have a life with daily physical activities. With this, the objective of the present study was to analyze the correlation of the level of physical activity with the pharmacotherapeutic profile of hypertensive elderly. Fourty-one elderly men and women of the city of Ouro Preto who practiced or did not exercise daily participated in the study. When analyzing the data, we observed that there was a negative correlation when analyzed the level of physical activity and the number of antihypertensive drugs and the level of physical activity and the number of drugs for other pathologies, when analyzed the correlation of the level of physical activity and The distribution of antihypertensive drugs, it was observed that drugs such as calcium channel blockers and β-blockers were not used in the treatment of individuals with a higher classification of the level of physical activity. We conclude that physical activity may be a strategy for the treatment of hypertension, suggesting a new reformulation of these parameters.pt_BR
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