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dc.contributor.advisorCarneiro, Cláudia Martinspt_BR
dc.contributor.authorMoreira, Luna Iris da Silva Alves-
dc.date.accessioned2022-07-11T12:46:07Z-
dc.date.available2022-07-11T12:46:07Z-
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.citationMOREIRA, Luna Iris da Silva Alves. Probióticos na prevenção e tratamento da candidíase vulvovaginal: um estudo de revisão. 2022. 49 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/4300-
dc.description.abstractEm um levantamento realizado em 2020 pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), cerca de 52 % das mulheres brasileiras já tiveram candidíase pelo menos uma vez na vida. A candidíase vulvovaginal (CVV) é desencadeada por patógenos oportunistas do gênero Candida, os sintomas incluem coceira vulvovaginal, sensação de queimação ou disúria, secreção branca, protuberante, inodora, semelhante a queijo, hiperemia, edema vulvar, fissura vulvovaginal e maceração, dispareunia, cobertura vaginal e cervical. Os probióticos podem ser utilizados no tratamento não convencional da CVV uma vez que os lactobacillus são capazes colonizar e estabilizar a microbiota vaginal e apresentam efeito antimicrobiano na presença de Candida albicans. Nesse contexto, este trabalho foi desenvolvido a partir de uma revisão sistemática da literatura com o intuito de avaliar a utilização e eficácia dos probióticos nos tratamentos e prevenção da candidíase vulvovaginal. Utilizando a metodologia PRISMA foram selecionados 23 artigos entre os anos de 2017 e 2022 que apresentavam experimentos in vitro e in vivo utilizando cepas diversas de lactobacillus. Em sua grande maioria os resultados evidenciam que o tratamento probiótico apresentou capacidade antifúngica às colônias de Candida albicans e nos tratamentos in vivo observou-se uma redução significativa dos sintomas da CVV. Dessa forma, probióticos apresentam potencial promissor para serem utilizados no tratamento e prevenção da CVV.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAparelho genital feminino - doençaspt_BR
dc.subjectCandidíasept_BR
dc.subjectProbióticospt_BR
dc.titleProbióticos na prevenção e tratamento da candidíase vulvovaginal: um estudo de revisão.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeRezende, Mariana Trevizanpt_BR
dc.contributor.refereeVeloso, Vanja Mariapt_BR
dc.contributor.refereeCarneiro, Cláudia Martinspt_BR
dc.description.abstractenIn a survey carried out in 2020 by the Brazilian Institute of Public Opinion and Statistics (IBOPE), about 52% of Brazilian women have had candidiasis at least once in their lives. Vulvovaginal candidiasis (VVC) is triggered by opportunistic pathogens of the genus Candida, symptoms include vulvovaginal itching, burning sensation or dysuria, white, bulging, odorless, cheese-like discharge, hyperemia, vulvar edema, vulvovaginal fissure and maceration, dyspareunia, vaginal and cervical coverage. Probiotics can unconventionally treat VVC since lactobacillus are able to colonize and stabilize the vaginal microbiota and have an antimicrobial effect in the presence of Candida albicans. In this context, this work was developed from a systematic review of the literature in order to evaluate the use and effectiveness of probiotics in the treatment and prevention of vulvovaginal candidiasis. Using the PRISMA methodology, 23 articles were selected between the years 2017 and 2022 that presented in vitro and in vivo experiments using different strains of lactobacillus. For the most part, the results show that the probiotic treatment showed an anti-fungic capacity against Candida albicans colonies and in vivo treatments showed a significant reduction in VVC symptoms. Thus, probiotics have promising potential to be used in the treatment and prevention of VVC.pt_BR
dc.contributor.authorID14.1.2178pt_BR
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