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dc.contributor.advisorCarrara, Virgínia Alvespt_BR
dc.contributor.authorReis, Silvania Deniza Borges-
dc.date.accessioned2021-09-20T12:04:09Z-
dc.date.available2021-09-20T12:04:09Z-
dc.date.issued2021pt_BR
dc.identifier.citationREIS, Silvania Deniza Borges. Responsabilização da mulher na proteção à família na Política de Assistência Social?. 2021. 89 f. Monografia (Graduação em Serviço Social) - Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/3435-
dc.description.abstractEste trabalho consiste na investigação das nuances e percalços no entorno da problemática da responsabilização das mulheres quanto à tarefa de proteção à família expressa nas políticas de assistência social. A família é entendida aqui como um espaço de contradições, conflitos e afetos, inserida na dinâmica das relações sociais e considerando seus recortes na sociedade ocidental e, sobretudo, na particularidade sócio-histórica brasileira. Ao passo que as ações, programas e projetos da política de assistência social no Brasil atribuem sua centralidade à família, esta pesquisa tem como objetivo a identificação e análise do papel atribuído às mulheres no interior dos núcleos familiares e na sociedade capitalista como um todo. Este estudo é realizado de modo a compreender o significado das políticas sociais e sua configuração na produção e reprodução das relações sociais no modo de produção capitalista. Optou-se, assim, pela pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico-documental, no intuito de identificar e entender como as normatizações da assistência social compreendem e legitimam as relações de gênero. Dentre os principais resultados, verifica-se a lógica do familismo, isto é, a responsabilização da família e, em especial, da mulher pela ordem social, na promoção da assistência social no Brasil, que tem como direção a matricialidade sociofamiliar. Por fim, corrobora-se a compreensão de que o ordenamento capitalista das relações sociais é impeditivo da emancipação de homens e mulheres, visto que a conquista da liberdade plena passa necessariamente pelo fim da exploração que move a sociedade de classes e, consequentemente, pela superação de todas as formas de opressão.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAssistência socialpt_BR
dc.subjectFamíliaspt_BR
dc.subjectMulheres - condições sociaispt_BR
dc.subjectMulheres - Identidadept_BR
dc.titleResponsabilização da mulher na proteção à família na Política de Assistência Social?pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeCarrara, Virgínia Alvespt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Carina dept_BR
dc.contributor.refereeAlmeida, Sheila Diaspt_BR
dc.description.abstractenThis work consists in the investigation of the nuances and mishaps surrounding the issue of attribution of responsibility to women for the task of protecting the family as expressed in the social assistance policies. The family is understood here as a space of contradictions, conflicts and affections, inserted in the dynamics of social relations and considering its cuts in Western society and, above all, in the Brazilian socio-historical particularity. While the actions, programs and projects of the social assistance policy in Brazil attribute their centrality to the family, this research aims to identify and analyze the role attributed to women within family nuclei and in capitalist society as a whole. This study is carried out in order to understand the meaning of social policies and their configuration in the production and reproduction of social relations in the capitalist mode of production. Allied to the literature review, a qualitative bibliographic-documentary research was chosen, in order to identify and understand how social assistance norms understand and legitimize gender relations. Among the main results, there is the logic of familism, that is, the responsibility of the family and, in particular, of the woman for the social order, in the promotion of social assistance in Brazil, which has as its direction the socio-family matrix. Finally, the understanding that the capitalist ordering of social relations is an impediment to the emancipation of men and women is corroborated, since the achievement of full freedom necessarily involves the end of the exploitation that moves the society of classes and the overcoming of all forms of oppression.pt_BR
dc.contributor.authorID16.2.5993pt_BR
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