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dc.contributor.advisorArbia, Alexandre Aranhapt_BR
dc.contributor.authorMorais, Josiane Aparecida de-
dc.date.accessioned2018-12-20T12:30:57Z-
dc.date.available2018-12-20T12:30:57Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationMorais, Josiane Aparecida de. O machismo como principal fator desencadeador da violência contra a mulher. 2018. 56 f. Monografia (Graduação em Serviço Social) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1532-
dc.description.abstractEm virtude da histórica discriminação social atrelada aos altos índices de violência doméstica e familiar contra a mulher, dispôs-se a compreender a dinâmica na qual os agressores estão inseridos, ressaltando a sociabilidade da qual fazem parte, tornando-se o objetivo desse trabalho. Concomitantemente, vislumbra-se que a superação dessa problemática que atinge uma grande parcela de mulheres no contexto brasileiro e mundial torna-se de grande relevância para reverter esse quadro complexo e assustador. Desse modo, deseja-se que seja criado um importante sistema normativo que englobe importantes instrumentos de tutela dos direitos das mulheres, pois além de prever a consecução de políticas públicas profiláticas e emergenciais avalizam o acesso irrestrito das mulheres à ordem jurídica justa. No intuito de cumprir tal propósito, criou-se a Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, cuja capacidade tem a finalidade de positivar instrumentos processuais de urgência, garantindo a proteção dos direitos fundamentais e femininos de forma efetiva e célere. Da mesma forma, cita-se a Lei do Feminicídio, que transformou em crime hediondo o assassinato de mulheres, podendo a penalidade diferida ao agressor ser agravada mediante algumas situações específicas de vulnerabilidade da vítima, como gravidez. Contudo, percebeu-se através da pesquisa bibliográfica, que o atendimento somente à vítima de violência era insuficiente para reduzir os casos de agressão e quebrar as regras sociais antropológicas estruturadas no machismo, principal desencadeador da violência contra a mulher, o qual emprega um sistema hierárquico de gêneros e uma ideologia errônea de submissão da mulher perante o homem. Então, surgem os grupos reflexivos ministrados a autores de violência que abordam temas referentes à agressividade e à masculinidade ultrajante. Nessa premissa, inserir o agressor nesse cenário, além de conscientizá-lo e responsabilizá-lo por seus atos, constitui alternativa para, enfim, desconstruir a violência de gênero e o menosprezo histórico-cultural e discriminatório dispensado à mulher.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopen accesspt_BR
dc.rights.uriAn error occurred getting the license - uri.*
dc.subjectMulherpt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectMachismopt_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.subjectGrupos reflexivospt_BR
dc.titleO machismo como principal fator desencadeador da violência contra a mulher.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida à Biblioteca Digital de TCC’s da UFOP pelo(a) autor(a) em 19/12/2018 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeRoza, Isis Silvapt_BR
dc.contributor.refereeMascarenhas, Raquel Motapt_BR
dc.contributor.refereeArbia, Alexandre Aranhapt_BR
dc.description.abstractenDue to the historical social discrimination linked to high rates of domestic and family violence against women, there was willing to understand the dynamics in which the aggressors are inserted, emphasizing the sociability of which they are a part of, becoming the objective of this work. At the same time, it is envisaged that overcoming this problem that affects a large number of women in the Brazilian and world context becomes very relevant in order to reverse this complex and frightening situation. Thereby, it is expected that an important normative system will be created that encompasses important instruments for the protection of women's rights, as well as providing for the implementation of prophylactic and emergency public policies, guarantee the unrestricted access of women to fair legal order. In order to fulfill this purpose, the Law No. 11.340 / 06, known as the Maria da Penha Law, was created. Its purpose is to provide urgent procedural instruments, guaranteeing the protection of fundamental feminine rights in an effective and prompt manner. Likewise, the Law of Feminicide is cited, which transformed into a heinous crime the murder of women, and the deferred penalty to the aggressor may be aggravated in some specific situations of vulnerability of the victim, such as pregnancy. However, it was noticed through the bibliographical research that the assistance to the victim of violence was insufficient to reduce the cases of aggression and to break the anthropological social rules structured in sexism, the main trigger of violence against women, which employs a hierarchical system of gender and an erroneous ideology of woman's submission to man. Then, there are the reflexive groups given to perpetrators of violence that deal with issues of aggression and outrageous masculinity. In this premise, inserting the aggressor in this scenario, in addition to making him aware of his actions and taking responsibility for them is an alternative to finally deconstruct gender violence and the historical-cultural and discriminatory disparagement of women.pt_BR
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