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dc.contributor.advisorSantos, Cristiane Márcia dospt_BR
dc.contributor.authorFonseca, Carina Max Lopes-
dc.date.accessioned2018-10-10T15:42:33Z-
dc.date.available2018-10-10T15:42:33Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationFONSECA, Carina Max Lopes. Análise da eficiência técnica relativa de empresas brasileiras distribuidoras de energia elétrica, em 2015 e 2016. 2018. 36 f. Monografia (Graduação em Ciências Econômicas) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1384-
dc.description.abstractA energia elétrica é um dos principais insumos utilizados pela economia brasileira. Sendo utilizada em indústrias, comércios, escritórios, casas, hospitais, entre outros. Vê-se que nos últimos anos ela vem apresentando uma variação em seus preços, que estão se tornando cada vez maiores. O que faz com que as classes consumidoras de energia elétrica, busquem fontes de energia alternativas, ou diminuir, ou utilizar de forma eficiente, a energia elétrica. As empresas estão se tornando cada vez mais eficientes. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar se as empresas com melhor desempenho, segundo o Ranking da Anaeel de 2016, foram eficientes no ano de 2015 e 2016. Para isso utilizou com metodologia a Análise Envoltória de Dados, DEA, tendo como variáveis de insumo trabalho, despesas operacionais, empréstimos, e capital próprio; e como variáveis do produto: área de cobertura, número de consumidores, e total de energia fornecida. Das empresas avaliadas cerca da metade são totalmente eficientes, e sem problemas escala. Porem, a maioria das empresas consideradas ineficientes apresentam escores consideráveis, próximos à fronteira de eficiência. Lembrando que algumas das empresas foram consideradas ineficientes apenas no modelo CCR. Comparando os dois anos avaliados, observamos um aumento da eficiência técnica de retornos constantes, modelo CCR, que foi de 0,824 para 0,843. Assim, como na eficiência técnica de retornos variáveis, modelo BCC, que foi de 0,907 para 0,928. Já na eficiência de escala observasse uma redução indo de 0,903 para 0,900. Desta forma as empresas consideradas ineficientes podem se tonar eficientes com base na orientação-produto, ou seja, aumentando sua produção porem mantendo sua quantidade de insumo.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopen accesspt_BR
dc.subjectEnergia elétrica - controle de qualidadept_BR
dc.subjectCompetitividade industrialpt_BR
dc.subjectAnálise envoltória de dadospt_BR
dc.titleAnálise da eficiência técnica relativa de empresas brasileiras distribuidoras de energia elétrica, em 2015 e 2016.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida à Biblioteca Digital de TCC’s da UFOP pelo(a) autor(a) em 01/03/2018 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeSantos, Cristiane Márcia dospt_BR
dc.contributor.refereeHott, Ariane Ribeiropt_BR
dc.contributor.refereeGomes, Stela Rodrigues Lopespt_BR
dc.description.abstractenElectricity is one of the main inputs used by the Brazilian economy. Being used in industries, commerce, offices, houses, hospitals, among others. It is seen that in the last years it has been presenting a variation in its prices, which are becoming increasing. What makes the consumer classes of electric energy, seek alternative energy sources, or decrease or use energy efficiently. Companies are becoming more and more efficient. The objective of this research is to evaluate whether the companies with the best performance, according to the Anaeel Ranking of 2016, were efficient in the year 2015 and 2016. In order to do this, it used the Data Envelopment Analysis (DEA) methodology, based on labor input, operating expenses, loans, and equity; and as product variables: area of coverage, number of consumers, and total energy supplied. Of the companies evaluated about half are fully efficient, and no scale problems. However, the majority of the companies considered to be inefficient present considerable scores close to the efficiency frontier. Recalling that some of the companies were considered inefficient only in the CCR model. Comparing the two evaluated years, we observed an increase in the technical efficiency of constant returns, model CCR, that was of 0.824 to 0.843. Thus, as in the technical efficiency of variable returns, BCC model, which was from 0.907 to 0.928. On the scale efficiency, a reduction from 0.903 to 0.900 was observed. In this way the companies considered inefficient can become efficient based on the orientation-product, that is, increasing its production but maintaining its quantity of input.pt_BR
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