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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/42</link>
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    <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 19:09:12 GMT</pubDate>
    <dc:date>2025-12-15T19:09:12Z</dc:date>
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      <title>Relação entre consumo de frutas e hortaliças, crononutrição e qualidade do sono durante a pandemia de Covid-19.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8622</link>
      <description>Título: Relação entre consumo de frutas e hortaliças, crononutrição e qualidade do sono durante a pandemia de Covid-19.
Autor(es): Silva, Edna da
Resumo: Introdução: A alimentação é essencial para a vida e dentre suas inúmeras funções, destaca-se sua &#xD;
importância no equilíbrio dos níveis de melatonina e serotonina, que são hormônios reguladores &#xD;
do sono. Uma alimentação adequada associada a prática de atividade física e a qualidade do sono &#xD;
pode favorecer o bem-estar e a saúde da população. A crononutrição explora a conexão entre os &#xD;
ritmos biológicos, a dieta e o metabolismo. A importância do consumo de frutas e hortaliças como &#xD;
benefício para a saúde é bem conhecido, porém a relação entre o consumo de frutas e hortaliças, a &#xD;
crononutrição e a qualidade do sono ainda não está totalmente descrita na literatura tornando o &#xD;
estudo relevante. Objetivo: Verificar a relação entre o consumo de frutas e hortaliças, os aspectos &#xD;
crononutricionais, e a qualidade do sono em uma população adulta durante a pandemia da covid&#xD;
19. Métodos: Este é um estudo transversal conduzido no período entre outubro e dezembro de &#xD;
2020, que constou com uma amostra de 195 moradores dos municípios de Ouro Preto (MG). Por &#xD;
meio de entrevista face a face e inquérito telefônico foram avaliadas questões sociodemográficas, &#xD;
de comportamentos e condições de saúde. A varável desfecho foi o consumo de frutas e hortaliças. &#xD;
As variáveis explicativas foram: a qualidade do sono e as variáveis temporais da crononutrição: o &#xD;
comer noturno, a janela alimentar e a omissão do café da manhã. O consumo de frutas e hortaliças &#xD;
foi avaliado por meio de Questionário de Frequência Alimentar e Recordatório Alimentar de &#xD;
24Horas e categorizado como consumo regular (≥ 5 vezes por semana) e consumo irregular (&lt; 5 &#xD;
vezes por semana). A qualidade do sono foi medida pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh &#xD;
(IQSP) e classificada como sono de boa qualidade (0-5 pontos) ou de má qualidade (&gt; 5 pontos). &#xD;
A variável janela alimentar foi caracterizada pela subtração do tempo decorrido desde a primeira &#xD;
até a última refeição do dia, e adotou-se ponto de corte superior a 12 horas.  A omissão do café da &#xD;
manhã foi classificada como: “sem omissão” (para os indivíduos que realizaram café da manhã ou &#xD;
lanches como primeira refeição), e “com omissão” (para aqueles os quais o almoço foi a primeira &#xD;
refeição do dia). A variável comer noturno considerou-se como ponto de corte os entrevistados que &#xD;
faziam alguma refeição após às 22:00 horas. Para verificar a relação entre o consumo de frutas e &#xD;
hortaliças e as variáveis explicativas (janela alimentar, comer noturno, omissão do café da manhã &#xD;
e qualidade do sono), e covariáveis sociodemográficas, foi utilizado o teste Qui-quadrado de &#xD;
Pearson com significância estatística em p ≤ 0,05. A análise dos dados foi realizada com auxílio &#xD;
do software STATA®, versão 15.1. As variáveis contínuas foram descritas por média e desvio &#xD;
padrão, enquanto as variáveis categóricas foram apresentadas por frequência absoluta e relativa &#xD;
(%). Resultados:  Dos analisados 63,59% eram do sexo feminino. 46,15% com idade entre 35 e &#xD;
59 anos e 70,83% de cor de pele não branca. 36,67% com renda familiar entre dois e quatro salários &#xD;
mínimos. A maioria dos participantes (70,77%) possuía escolaridade superior a nove anos, e &#xD;
59,41% apresentavam excesso de peso. Houve relação significativa com o consumo regular de &#xD;
frutas (p = 0.038) e omissão do café da manhã. No entanto, as variáveis janela alimentar, comer &#xD;
noturno e qualidade do sono não apresentaram relação estatisticamente significativa com o &#xD;
consumo de frutas e hortaliças (valores p &gt; 0.05). Conclusão: O presente estudo revelou uma &#xD;
relação estatisticamente significativa entre a omissão do café da manhã e o consumo de frutas. &#xD;
Indicando que no público estudado, os indivíduos que não omitem o café da manhã tendem a ter &#xD;
um consumo mais regular de frutas em comparação àqueles que omitem essa refeição. Esse achado &#xD;
aponta a importância do café da manhã para a inclusão de frutas na dieta, sugerindo que a omissão &#xD;
dessa refeição pode comprometer a regularidade no consumo desses alimentos.  &#xD;
Palavras-chave: Crononutrição; Qualidade do sono; Consumo Alimentar.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8622</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Associação dos padrões de crononutrição e consumo alimentar em residentes da região dos Inconfidentes/MG durante a pandemia da COVID-19.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8609</link>
      <description>Título: Associação dos padrões de crononutrição e consumo alimentar em residentes da região dos Inconfidentes/MG durante a pandemia da COVID-19.
Autor(es): Silva, Jéssica Mara de Carvalho
Resumo: A crononutrição estuda a relação entre os ritmos biológicos e a nutrição, analisando como essa &#xD;
interação afeta a saúde. Fatores como o horário, a frequência, regularidade das refeições, &#xD;
distribuição calórica, além da janela alimentar, desempenham um papel importante na relação &#xD;
com doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco metabólicos. Embora ainda haja &#xD;
poucos estudos na área, as evidências indicam que comer em horários mais tardios pode estar &#xD;
associado ao excesso de peso, maior consumo calórico e pior qualidade da dieta. O objetivo do &#xD;
trabalho foi avaliar a associação de características temporais de crononutrição com o ponto &#xD;
médio calórico e com a qualidade da dieta em residentes da região dos Inconfidentes, Minas &#xD;
Gerais, durante a pandemia da covid-19. Foi realizado um inquérito de base populacional com &#xD;
coleta de dados domiciliar no município de Ouro Preto, entre outubro e dezembro de 2020 e em &#xD;
uma subamostra (n=195), um inquérito telefônico para obter informações quantitativas do &#xD;
consumo alimentar dos participantes por meio de recordatório alimentar de 24h. A variável &#xD;
explicativa foi crononutrição, que engloba: janela alimentar, comer noturno (≥22:00 horas), &#xD;
número de refeições e a omissão do café da manhã. As variáveis desfecho foram o ponto médio &#xD;
calórico (discreta) e qualidade da dieta avaliada por meio do Cardiovascular Health Diet Index &#xD;
(contínua). As associações entre as variáveis explicativas e o ponto médio calórico foram &#xD;
estimadas a partir de regressão logística. As associações entre as variáveis explicativas e o &#xD;
índice da qualidade da dieta foram estimadas a partir de regressão linear. As análises estatísticas &#xD;
foram realizadas no software Stata® versão 15.0 e no R®, versão 4.4.2. Os resultados &#xD;
mostraram que a omissão do café da manhã foi significativamente associada ao ponto médio &#xD;
calórico  OR:3,93 (IC95% 1,20-12,83; p=0,023) e que indivíduos que concentram suas &#xD;
refeições em horários mais tardios  (após 22h) tendiam a consumir mais calorias (1532,96 kcal &#xD;
versus 1495,45 kcal; p = 0,036) e uma maior quantidade de alimentos ultraprocessados (AUP) &#xD;
(301,56 kcal versus 232,69 kcal; p = 0,011) ao longo do dia, além de apresentarem uma maior &#xD;
propensão a omitir o café da manhã (53,85%), quando comparados aos que se alimentavam &#xD;
mais cedo . A qualidade da dieta foi associada positivamente ao número de refeições (β=6,26) &#xD;
e negativamente ao consumo de AUP(β=-0,01). Dessa forma, os achados sugerem que adotar &#xD;
hábitos como consumir a maior parte das calorias durante o dia,  manter o café da manhã e &#xD;
realizar cinco ou mais refeições diárias podem favorecer uma melhor qualidade alimentar.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8609</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Avaliação da (in)segurança alimentar e nutricional em pessoas beneficiárias do Programa Bolsa Família : um estudo de revisão integrativa.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8589</link>
      <description>Título: Avaliação da (in)segurança alimentar e nutricional em pessoas beneficiárias do Programa Bolsa Família : um estudo de revisão integrativa.
Autor(es): Paula, Camila Mendes de
Resumo: Introdução: O Programa Bolsa Família é uma política pública federal de transferência &#xD;
direta de renda, destinada às famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. &#xD;
Integra ações nas áreas de assistência social, saúde, educação, segurança alimentar &#xD;
e emprego, com o propósito de promover o desenvolvimento humano e romper o ciclo &#xD;
intergeracional da pobreza. Para isso, atua por meio da transferência de renda para o &#xD;
alívio imediato da pobreza, do cumprimento de condicionalidades que estimulam a &#xD;
frequência escolar e o acompanhamento em saúde, além da articulação com outras &#xD;
políticas públicas voltadas à inclusão social e à cidadania. Seu objetivo é garantir o &#xD;
direito à alimentação, à educação e à saúde das famílias vulneráveis, promovendo &#xD;
seu desenvolvimento e proteção social. Objetivo: Avaliar a (in)segurança alimentar e &#xD;
nutricional entre os beneficiários do Programa Bolsa Família. Métodos: Estudo de &#xD;
revisão integrativa com a pergunta norteadora “Ser beneficiário do PBF diminui a &#xD;
insegurança alimentar e nutricional das famílias?” Para responder a essa questão, &#xD;
utilizou as bases de dados PubMed, SciELO e LILACS com temporalidade de 2015 a &#xD;
2025 e as palavras chaves tais: Programa Bolsa Família, insegurança alimentar e &#xD;
nutricional, segurança alimentar e nutricional. Resultados: Os achados indicam &#xD;
elevada prevalência de insegurança alimentar entre as famílias beneficiárias, com &#xD;
índices variando entre 63,4% e 81,6%, especialmente nos níveis moderado e grave. &#xD;
Entre os fatores mais associados estão baixa escolaridade, renda insuficiente, &#xD;
moradia inadequada e exposição à vulnerabilidade social. Apesar disso, a maioria dos &#xD;
estudos (16 artigos, 66,7%) apontam efeitos positivos do PBF, sobretudo na melhoria &#xD;
do acesso a alimentos e na redução da insegurança alimentar. Conclusão: O &#xD;
Programa Bolsa Família configura-se como uma importante estratégia governamental &#xD;
para mitigar os efeitos da insegurança alimentar entre grupos em situação de pobreza &#xD;
e extrema pobreza no Brasil. A presença do programa em áreas de maior &#xD;
vulnerabilidade econômica e social evidencia sua boa focalização, uma vez que os &#xD;
níveis mais elevados de insegurança alimentar são justamente esperados nesses &#xD;
contextos. Os resultados reforçam que sua efetividade depende do apoio de políticas &#xD;
complementares, como acesso à educação de qualidade, geração de emprego e &#xD;
renda, saneamento básico e fortalecimento da agricultura familiar. Além disso, é &#xD;
fundamental o aprimoramento da gestão e da expansão territorial do programa. &#xD;
Portanto, embora constitua um avanço expressivo no enfrentamento da fome, o PBF &#xD;
deve ser articulado a ações intersetoriais capazes de assegurar desenvolvimento &#xD;
humano sustentável e inclusão social.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8589</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Abordagem da hipertensão e o consumo de alimentos ultraprocessados em adultos de meia-idade e idosos : revisão de escopo.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8564</link>
      <description>Título: Abordagem da hipertensão e o consumo de alimentos ultraprocessados em adultos de meia-idade e idosos : revisão de escopo.
Autor(es): Zacarias, Túlio Rolim da Conceição
Resumo: O consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) tem aumentado de forma expressiva nas últimas décadas, impulsionado por um ambiente alimentar cada vez mais favorável à sua disponibilidade, acessibilidade e marketing. Esse padrão está diretamente relacionado ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, dentre elas a hipertensão arterial sistêmica (HAS). O risco é particularmente relevante em adultos de meia-idade e idosos, grupos mais vulneráveis em razão de alterações fisiológicas do processo de envelhecimento. O objetivo deste estudo foi mapear as evidências científicas disponíveis sobre a relação entre o consumo de AUP e a hipertensão arterial em adultos de meia-idade e idosos, por meio de uma revisão de escopo. A busca foi realizada nas bases PubMed e Lilacs, contemplando artigos publicados entre 2019 e 2024. Foram identificados 167 registros, dos quais, sete atenderam aos critérios de inclusão, abrangendo estudos originais e revisões. Os achados sugerem que o consumo frequente de AUP está associado a maior risco de hipertensão em adultos de meia-idade, especialmente em coortes que demonstraram risco elevado de hipertensão incidente entre indivíduos com maior ingestão desses alimentos. Para idosos, entretanto, as evidências mostraram-se mais limitadas, derivando em sua maioria de revisões de literatura, sem estudos originais dedicados exclusivamente a essa faixa etária. Conclui-se que a redução do consumo de AUP e a promoção de padrões alimentares saudáveis constituem estratégias centrais para a prevenção e o controle da hipertensão. Além disso, a revisão evidencia lacunas de conhecimento relevantes e reforça a necessidade de novos estudos longitudinais, particularmente em idosos, capazes de oferecer subsídios para políticas públicas e ações estruturais que enfrentem o ambiente alimentar permissivo e promovam escolhas alimentares mais saudáveis ao longo do envelhecimento.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8564</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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