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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/29</link>
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    <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:19:26 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-16T15:19:26Z</dc:date>
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      <title>Da relação entre liberdade política e educação : uma abordagem a partir de John Rawls.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9103</link>
      <description>Título: Da relação entre liberdade política e educação : uma abordagem a partir de John Rawls.
Autor(es): Cruz, Luan Marques da
Resumo: O intuito deste ensaio é apresentar uma alternativa para a questão da cidadania, tomando-se como base a obra do filósofo norte-americano John Rawls. A relação entre democracia e educação revela-se essencial, pois uma população mais consciente das funcionalidades desse sistema tende a fortalecê-lo ainda mais. Além disso, mais motivos seriam encontrados para que esse sistema político fosse preferido a outro. Nesse sentido, o objetivo central deste ensaio consiste em relacionar a teoria da justiça como equidade, de John Rawls, com a questão da cidadania na democracia. A principal questão abordada neste ensaio foi: a liberdade política assegurada pelo Estado aos cidadãos é, no fundo, apenas simbólica? Sem um conhecimento dos seus deveres e obrigações constitucionais, não é percebido pelo cidadão o enorme poder de transformação que é por ele possuído.. A educação, nesse caso, serviria para assegurar essa conscientização. Por fim, o método de pesquisa adotado foi o indutivo, que, partindo de uma teoria geral, a de John Rawls, chegou a um fenômeno específico: a liberdade política. A técnica de pesquisa utilizada foi a bibliográfica.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A perda da aura na obra de arte : uma análise da arte gerada por inteligência artificial.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9008</link>
      <description>Título: A perda da aura na obra de arte : uma análise da arte gerada por inteligência artificial.
Autor(es): Moreira, Leonardo Júnior Gomes
Resumo: Este trabalho explora o impacto da inteligência artificial (IA) na produção de imagens artísticas e sua relação com o conceito de "aura" proposto por Walter Benjamin. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e do tipo exploratória como escolha metodológica. Percebe-se como a capacidade da IA em gerar imagens em larga escala influencia a autenticidade e a experiência estética das obras de arte. Ao mesmo tempo em que a IA democratiza o acesso à criação visual, questiona-se os efeitos da uniformização algorítmica na autenticidade das obras. A análise incorpora os princípios benjaminianos de reprodutibilidade técnica e a transformação na percepção da arte na era contemporânea. Ao unir as perspectivas teóricas de Walter Benjamin à realidade contemporânea da IA, este estudo contribui para a compreensão dos dilemas éticos e estéticos que emergem na interseção entre tecnologia e arte. A pesquisa visa fomentar reflexões críticas sobre o papel da inteligência artificial na produção artística e suas implicações para a experiência estética e ética na sociedade contemporânea.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ensaio sobre a crise da narração e as linhas de fuga das narrativas dissidentes.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8358</link>
      <description>Título: Ensaio sobre a crise da narração e as linhas de fuga das narrativas dissidentes.
Autor(es): Santana, Vanderley Rafael Reis de
Resumo: O presente trabalho investiga a crise da narrativa na modernidade a partir de Walter Benjamin, Byung-Chul Han e das contribuições de Deleuze e Guattari. Benjamin, em O Narrador, identificou a perda da experiência comunicável, substituída pela informação e pelo romance individualista, que rompe a função comunitária da narração. A modernidade, marcada pelas guerras e pela racionalização, teria destruído a aura e o mistério que sustentavam a narrativa tradicional. Han atualiza esse diagnóstico, apontando que a inflação de narrativas digitais e o storytelling servem mais ao consumo e ao neoliberalismo do que à criação de vínculos. O excesso de informações fragmenta a atenção, destrói a empatia e transforma a comunicação em mecanismo de dominação algorítmica, explorando a liberdade como forma de controle. Nesse contexto, o trabalho articula a noção de agenciamento coletivo de enunciação, desenvolvida por Deleuze e Guattari, como alternativa ao individualismo narrativo. A narrativa, pensada como produção coletiva de sentido, se opõe ao romance moderno centrado no “eu”. Além disso, o conceito de fabulação ajuda a compreender como práticas de resistência subvertem os usos dominantes da narrativa, deslocando hierarquias e criando linhas de fuga. Exemplos são encontrados nas tradições orais africanas (Amadou Hampâté Bâ), nas autobiografias indígenas (analisadas por Suzane Lima Costa) e na dramaturgia Tybyra de Juão Nyn, que fabula a história sob uma perspectiva indígena. Essas práticas demonstram que, embora a narrativa esteja em crise no Ocidente capitalista, ela resiste e se reinventa como potência coletiva, política e criadora de mundos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8358</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A essência da virtude, o conceito de vida natural nas filosofias helenísticas.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/6824</link>
      <description>Título: A essência da virtude, o conceito de vida natural nas filosofias helenísticas.
Autor(es): Coimbra, Beatriz da Silva
Resumo: O trabalho em questão vai apresentar duas escolas filosóficas do período helenístico, epicurismo e estoicismo, analisando suas características, ensinamentos e princípios, tendo como objetivo procurar dentro dessas linhas aquilo que é considerado uma ‘vida natural’, expressão que designa, segundo as filosofias de então, a base de uma existência virtuosa. Será tratada a forma como os filósofos em questão se relacionam e lidam com essa vida natural, observando, por exemplo, se há para eles um respeito pelas imposições da natureza ou se a racionalidade humana a elas se sobrepõe.&#xD;
Feita essa investigação de forma meticulosa, o trabalho passa a se ocupar com a explicitação de como os conceitos “natureza” e “natural”, que proporcionavam às escolas helenísticas em estudo a defesa de uma vida tranquila e ataráxica, podem ser resgatados na vida moderna, tanto na filosofia quanto na rotina comum. Consideraremos também a pecha de trivialidade ou banalidade modernamente atribuídas a formulações epicuristas e estóicas, pensando em como se pode restaurar a dignidade de seus compromissos filosóficos, hoje em dia diluídos na versão em que o senso comum os admite.&#xD;
Assim, procura-se trazer para o leitor e ouvinte do trabalho algum benefício no sentido prático de uma vida filosófica que proporciona virtude e engrandecimento da alma ao homem, além de oferecer contribuições para o esclarecimento do debate ético e historiográfico envolvendo formulações filosóficas relevantes na antiguidade.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/6824</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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