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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/28</link>
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    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 12:03:21 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-16T12:03:21Z</dc:date>
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      <title>Caracterização da cinética de liberação de formulações baseadas em lipídeos contendo aciclovir em meio simulado contendo pancreatina.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9536</link>
      <description>Título: Caracterização da cinética de liberação de formulações baseadas em lipídeos contendo aciclovir em meio simulado contendo pancreatina.
Autor(es): Cunha, Lucas Antônio de Jesus
Resumo: Sistemas para liberação modificada podem ser uma boa alternativa para o aumento da &#xD;
biodisponibilidade oral do aciclovir, devido à relação com a melhora da absorção do fármaco. &#xD;
Nesse sentido, o presente estudo buscou caracterizar a cinética de liberação de formulações &#xD;
baseadas em lipídeos contendo aciclovir em célula de difusão vertical tipo Franz, para uso oral, &#xD;
em meio simulado contendo pancreatina. Para isso, utilizou-se o software Microsoft Excel para &#xD;
cálculos da cinética a partir dos dados de liberação obtidos previamente, aplicando-se os &#xD;
modelos matemáticos cinética de Ordem Zero, cinética de Primeira Ordem, Higuchi e &#xD;
Korsmeyer-Peppas. No preparo das formulações, a solução estoque de aciclovir (1 mg/mL) foi &#xD;
preparada em sistema metanol:água (1:1, v/v), a partir da qual foi obtida uma solução &#xD;
intermediária de 200 µg/mL. O método analítico foi previamente validado conforme RDC &#xD;
166/2017 (ANVISA), ICH Q2 (R1) e literatura especializada. A curva analítica foi construída &#xD;
na faixa de 10–50 µg/mL, além de uma curva para determinação do limite de quantificação &#xD;
(0,10–5,0 µg/mL). Todas as amostras foram filtradas em membrana PVDF 0,22 µm e &#xD;
analisadas por CLAE-DAD utilizando coluna C18 em fase reversa. A fase móvel foi composta &#xD;
por solução de ácido acético 1% v/v e metanol (95:5, v/v), com volume de injeção de 20 μL, &#xD;
vazão de 1,0 mL.min⁻¹, temperatura de 25 °C, tempo de corrida de 10 minutos e detecção UV &#xD;
em 252 nm. Os resultados evidenciaram que as formulações lipídicas foram capazes de &#xD;
controlar a liberação do aciclovir, por mecanismos influenciados tanto pela composição da &#xD;
matriz quanto pelas transições de fase promovidas pelo meio simulado. Com isso, foi possível &#xD;
conduzir os ensaios de liberação em meio simulado contendo pancreatina, ajustar os dados &#xD;
experimentais aos diferentes modelos cinéticos e avaliar o potencial das formulações em &#xD;
promover a liberação modificada do aciclovir.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9536</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tratamentos das hepatites B e C no Brasil e a importância do farmacêutico na adesão ao tratamento.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9509</link>
      <description>Título: Tratamentos das hepatites B e C no Brasil e a importância do farmacêutico na adesão ao tratamento.
Autor(es): Nogueira, Bruna Maria dos Santos
Resumo: As hepatites virais B e C configuram-se como importantes problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, devido à elevada morbimortalidade associada às suas formas crônicas e complicações hepáticas, como cirrose e carcinoma hepatocelular. Apesar dos avanços terapêuticos alcançados nas últimas décadas — incluindo antivirais de alta eficácia e menor tempo de tratamento — a adesão terapêutica permanece como um dos principais desafios para o sucesso clínico. Este estudo teve como objetivo analisar as diretrizes e protocolos terapêuticos das hepatites B e C em adultos no Brasil, bem como discutir a importância da atuação do farmacêutico na promoção da adesão ao tratamento. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com busca realizada entre janeiro e março de 2026 nas bases SciELO, PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde, além de documentos oficiais do Ministério da Saúde, da ANVISA e da Organização Mundial da Saúde. Foram incluídos artigos publicados nos últimos dez anos, diretrizes clínicas e protocolos terapêuticos relacionados ao diagnóstico, manejo e tratamento das hepatites B e C. Os resultados evidenciam que o Brasil dispõe de protocolos clínicos atualizados e medicamentos eficazes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde, como tenofovir, entecavir e antivirais de ação direta. Contudo, a adesão ao tratamento, especialmente nos casos de terapia prolongada para hepatite B, ainda representa um desafio relevante. Nesse contexto, destaca-se o papel estratégico do farmacêutico na dispensação, orientação, acompanhamento farmacoterapêutico e monitoramento de eventos adversos, contribuindo para melhores desfechos clínicos e fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento das hepatites virais. Conclui-se que a atuação integrada e multiprofissional, com ênfase no cuidado farmacêutico, é fundamental para o alcance das metas de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública até 2030.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9509</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da atividade antiviral in vitro de derivados sintéticos de eugenol frente aos arbovírus Chikungunya, Zika, Mayaro e Oropouche</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9508</link>
      <description>Título: Avaliação da atividade antiviral in vitro de derivados sintéticos de eugenol frente aos arbovírus Chikungunya, Zika, Mayaro e Oropouche
Autor(es): Portruneli, Camila
Resumo: As arboviroses, como dengue, chikungunya, febre mayaro, zika e febre oropouche, representam&#xD;
um desafio crescente de saúde pública no Brasil, com aumento expressivo de casos nos últimos&#xD;
anos, especialmente em Minas Gerais. Apesar da disponibilidade de algumas vacinas, ainda não&#xD;
existem antivirais específicos, e o tratamento permanece restrito a medidas de suporte clínico.&#xD;
Nesse contexto, torna-se essencial a busca por novas moléculas com potencial terapêutico. Este&#xD;
trabalho teve como objetivo avaliar a citotoxicidade de 21 derivados sintéticos ou modificados&#xD;
do eugenol em células Vero, por meio da determinação da concentração citotóxica média&#xD;
(CC₅₀). Nos ensaios de atividade antiviral in vitro foi determinada a concentração efetiva média&#xD;
(CE₅₀) contra os vírus Alphavirus chikungunya (CHIKV), Orthoflavivirus zikaense (ZIKV),&#xD;
Alphavirus mayaro (MAYV) e Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), utilizando o método&#xD;
colorimétrico do MTT. A relação entre CC₅₀ e CE₅₀ permitiu o cálculo do índice de seletividade&#xD;
(IS), parâmetro fundamental para avaliar a eficácia e segurança dos compostos testados. Os&#xD;
ensaios foram realizados utilizando o método colorimétrico do MTT. Foram testadas 21&#xD;
substâncias, das quais a molécula identificada como E-11 apresentou resultados mais&#xD;
promissores. Frente ao ZIKV, exibiu CE₅₀ de 38,23 ± 5,55 μM e índice de seletividade maior&#xD;
que 14,80. Contra o OROV, apresentou CE₅₀ de 68,34 ± 4,47 μM e índice de seletividade maior&#xD;
que 8,28; frente ao MAYV, CE₅₀ de 75,86 ± 5,15 μM e índice de seletividade maior que 7,46;&#xD;
e em relação ao CHIKV, CE₅₀ de 88,46 ± 4,24 μM e índice de seletividade maior que 6,40,&#xD;
indicando seletividade antiviral significativa. Já a E‑21 apresentou atividade frente ao OROV,&#xD;
com CE₅₀ de 71,34 ± 4,75 μM e índice de seletividade de 6,19. A E-11 apresentou índices de&#xD;
seletividade superiores aos controles positivos (amantadina e ribavirina), destacando-se como&#xD;
candidata promissora ao desenvolvimento de novos fármacos antivirais. Os resultados obtidos&#xD;
reforçam a importância da triagem de compostos bioativos como estratégia inovadora para o&#xD;
enfrentamento das arboviroses.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9508</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da indução de memória imunológica e do efeito protetor conferido por vacina quimérica contra a leishmaniose visceral.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9490</link>
      <description>Título: Avaliação da indução de memória imunológica e do efeito protetor conferido por vacina quimérica contra a leishmaniose visceral.
Autor(es): Reis, Thiago Pimenta
Resumo: A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de caráter sistêmico, causada principalmente por Leishmania infantum, que afeta principalmente órgãos do sistema mononuclear fagocítico, como fígado e baço. O baço desempenha papel central tanto na resposta imune quanto na persistência do parasito, sendo um importante alvo para a avaliação da eficácia de estratégias vacinais. Diante da limitação das medidas atuais de controle e da ausência de vacinas eficazes para uso em saúde pública, o presente estudo avaliou o potencial imunogênico e a eficácia vacinal de uma proteína quimérica (Qui-A) associada ao adjuvante Hiltonol® (Poly ICLC) em um modelo murino contra a LV. Camundongos fêmeas, da linhagem BALB/c, foram divididos nos seguintes grupos experimentais: (i) Salina: receberam solução salina estéril (NaCl 0,9%); (ii) Hiltonol®: receberam 50 μg do adjuvante Poly ICLC; (iii) Quimera A: receberam 20 μg da proteína quimérica A; e (iv) Qui-A/Hiltonol®: receberam 20 μg da proteína quimérica A em combinação com 50 μg do adjuvante Poly ICLC. O protocolo de imunização consistiu em três doses administradas com intervalo de quinze dias (T0, T14 e T28), por via subcutânea. Quinze dias após a terceira dose (T42), os camundongos foram desafiados por via intravenosa, via plexo retro-orbital, com Formas promastigotas de L. infantum (cepa MCAN/BR/2008/OP46). Decorridos 45 dias (T87) do desafio, os animais foram submetidos à eutanásia por sobredose anestésica. A resposta imune foi avaliada por citometria de fluxo multiparamétrica, com ênfase na geração de células T de memória central e efetora, bem como na quantificação da carga parasitária por PCR em tempo real (qPCR) no compartimento esplênico. Os resultados demonstraram que a imunização com Qui-A/Hiltonol® aumentou significativamente a frequência de células T de memória, especialmente células T CD4+ e CD8+ de memória central e células T CD4+ de memória efetora. Adicionalmente, os camundongos imunizados com Quimera A isolada e Quimera A/Hiltonol® apresentaram redução da carga parasitária em 64,5% e 77,6%, respectivamente, em relação àqueles que foram inoculados com solução salina estéril. Por fim, os coeficientes de Pearson revelaram correlações negativas moderadas entre o parasitismo esplênico e as células T CD4+ e CD8+ de memória efetora e T CD8+ de memória central. Além disso, destaca-se a correlação negativa forte com as células T de memória central CD4+. Os resultados do presente estudo indicam que o protocolo de imunização foi capaz de promover proteção contra Leishmania, evidenciada pela redução do parasitismo esplênico, possivelmente associada à indução de células T de memória, especialmente células T de memória central. A predominância desse perfil de memória sugere a formação de um reservatório imunológico capaz de sustentar respostas efetoras eficazes frente à reinfecção. Ainda, cabe salientar que estratégias que favorecem respostas celulares funcionais, sem exacerbar mecanismos regulatórios, são essenciais para o controle da infecção.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9490</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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