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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/26</link>
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    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:09:27 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-14T12:09:27Z</dc:date>
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      <title>Evolução microestrutural e propriedades mecânicas do cobre  comercialmente puro recozido e processado por laminação a frio.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9571</link>
      <description>Título: Evolução microestrutural e propriedades mecânicas do cobre  comercialmente puro recozido e processado por laminação a frio.
Autor(es): Pena, Lourenço de Moraes Thomasi
Resumo: A laminação a frio é amplamente utilizada na indústria metalúrgica como processo de &#xD;
conformação mecânica para modificar a microestrutura e as propriedades mecânicas dos &#xD;
metais. Este trabalho teve como objetivo avaliar a evolução microestrutural e o &#xD;
comportamento mecânico do cobre comercialmente puro submetido a tratamento térmico de &#xD;
recozimento e posterior laminação a frio em múltiplos passes. Amostras no estado de entrega &#xD;
foram recozidas a 600°C por 2 horas, com resfriamento no forno, visando obter uma &#xD;
microestrutura equiaxial recristalizada e livre de tensões residuais. Em seguida, corpos de &#xD;
prova no estado de entrega e recozidos foram submetidos a ensaio de tração e análise &#xD;
fractográfica por microscopia eletrônica de varredura (MEV). A caracterização &#xD;
microestrutural por microscopia óptica e os ensaios de microdureza Vickers foram realizados &#xD;
nas amostras recozidas e nas laminadas a frio em 1, 2 e 3 passes consecutivos, com controle &#xD;
da deformação acumulada. O recozimento reduziu a dureza de 99HV para 52HV e aumentou &#xD;
a ductilidade em aproximadamente 92% em relação à condição inicial laminada a quente. &#xD;
As fraturas das amostras recozidas apresentaram morfologia dúctil, com dimples distribuídos &#xD;
uniformemente, enquanto as do estado de entrega revelaram transição entre fratura dúctil e &#xD;
frágil. A laminação progressiva das amostras recozidas resultou em encruamento &#xD;
cumulativo, elevação da dureza (atingindo 129HV após três passes) e alongamento dos grãos &#xD;
na direção da laminação. As análises microestruturais e de dureza confirmaram a correlação &#xD;
entre o grau de deformação plástica, a morfologia dos grãos e o endurecimento do material, &#xD;
em consonância com os mecanismos clássicos de trabalho a frio descritos na literatura.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9571</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Caracterização do rejeito arenoso e lama gerados no processo de beneficiamento de minério de ferro.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9570</link>
      <description>Título: Caracterização do rejeito arenoso e lama gerados no processo de beneficiamento de minério de ferro.
Autor(es): Dias Júnior, Ataíde José
Resumo: A mineração é um setor fundamental para a economia, que contribui para o&#xD;
desenvolvimento social quando elaborada de forma sustentável. Todavia, a&#xD;
operação gera impactos ambientais relevantes devido ao beneficiamento de&#xD;
minérios que produz um grande volume de rejeitos. Desse modo, este trabalho tem&#xD;
como objetivo caracterizar o rejeito arenoso e a lama, subprodutos do&#xD;
beneficiamento de rochas itabiríticas pela Samarco. As amostras de rejeito arenoso&#xD;
e lama foram submetidas à caracterização química e mineralógica por técnicas de&#xD;
Fluorescência de Raios X (FRX), Difração de Raios X (DRX) e Microscopia&#xD;
Eletrônica de Varredura (MEV) associada à Espectroscopia de Energia Dispersiva&#xD;
(EDS). Os resultados das análises mostraram que a lama gerada pelo processo&#xD;
apresenta alto teor de ferro relacionado a partículas ultrafinas em sua composição&#xD;
e o rejeito arenoso apresenta alto teor de sílica característica típica de materiais&#xD;
com presença de quartzo.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9570</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Análise do efeito do clogging da válvula submersa sobre o fluxo no Interior de um molde de lingotamento contínuo de blocos : modelamento físico e matemático.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9478</link>
      <description>Título: Análise do efeito do clogging da válvula submersa sobre o fluxo no Interior de um molde de lingotamento contínuo de blocos : modelamento físico e matemático.
Autor(es): Soares, Igor Corneau
Resumo: Um dos desafios críticos enfrentados no processo de lingotamento contínuo de blocos é o fenômeno conhecido como clogging ou obstrução, que se refere ao entupimento do tubo de onde escoa o aço líquido. O clogging pode afetar significativamente o fluxo do metal líquido no interior do molde, resultando em variações indesejadas na qualidade do produto final acarretando em paradas não programadas e no aumento de custos operacionais. A compreensão desse fenômeno é de grande importância para auxiliar no aumento da eficiência do processo de lingotamento contínuo. Foram realizados experimentos em um modelo físico de molde de blocos, utilizando água em temperatura ambiente para simular o aço líquido. Foi desenvolvido também simulações de fluidodinâmica computacional utilizando CFX, para avaliar o efeito da ocorrência de clogging a certa de 30cm da saída da válvula submersa. O estudo demonstrou que a presença de clogging na válvula afeta significativamente o comportamento do jato no molde, especialmente em altas vazões, o jato é direcionado para uma das paredes do molde de blocos. As simulações computacionais (CFD) mostraram forte correlação com os dados experimentais obtidos por PIV (Velocimetria de imagem de partícula), validando os modelos utilizados. Observou-se ainda que, dependendo do tamanho da obstrução, a direção do jato pode variar de acordo com a sua vazão, e quanto maior mais provável do desvio ocorrer.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9478</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito da temperatura de início de laminação de acabamento sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço API 5L X65.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9458</link>
      <description>Título: Efeito da temperatura de início de laminação de acabamento sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço API 5L X65.
Autor(es): Silva, André de Paulo Rosa
Resumo: O presente trabalho avaliou o efeito da temperatura de início da laminação de acabamento&#xD;
sobre a microestrutura e as propriedades mecânicas do aço API 5L X65, que permanece&#xD;
empregado na fabricação de dutos, especialmente em aplicações nas quais se busca&#xD;
conciliar resistência mecânica, tenacidade, soldabilidade e viabilidade industrial. O&#xD;
estudo desse material é relevante porque seu desempenho em serviço depende não apenas&#xD;
da composição química, mas também do controle rigoroso das condições de&#xD;
processamento termomecânico, uma vez que pequenas variações na etapa de acabamento&#xD;
podem alterar significativamente a microestrutura final e, consequentemente, o equilíbrio&#xD;
entre resistência mecânica por tração, ductilidade e comportamento em impacto. Os aços&#xD;
microligados de alta resistência e baixa liga (ARBL) destacam-se por sua elevada&#xD;
resistência mecânica, boas tenacidade e soldabilidade, características essenciais para&#xD;
aplicações em ambientes severos. Esses aços são geralmente produzidos por meio de&#xD;
processos termomecânicos controlados (TMCP), que envolvem laminação em faixas&#xD;
específicas de temperatura, seguida de resfriamento controlado. O desempenho final do&#xD;
material está diretamente associado ao controle de variáveis de processo, como a&#xD;
temperatura de não recristalização, Tnr, e a temperatura de transformação da austenita em&#xD;
ferrita, Ar3, que influenciam o refino microestrutural. Para a realização deste estudo,&#xD;
foram utilizadas amostras de chapas laminadas de aço API 5L X65, produzidas na&#xD;
laminação de chapas grossas da empresa Gerdau, usina de Ouro Branco (MG). Com base&#xD;
na composição química medida do aço, foram determinados os valores de Tnr e Ar3,&#xD;
utilizados como referência para o planejamento do processo. Foram executados dois&#xD;
ciclos industriais de laminação, caracterizados principalmente por diferentes&#xD;
temperaturas de início e de fim da laminação de acabamento. As amostras do primeiro&#xD;
ciclo, processadas sob temperaturas mais baixas de início e final de acabamento,&#xD;
apresentaram microestrutura predominantemente ferrítico-bainítica, enquanto as do&#xD;
segundo ciclo, processadas sob temperaturas mais altas, revelaram, além de ferrita e&#xD;
bainita, regiões associadas ao constituinte martensita-austenita (MA).Nos ensaios de&#xD;
tração, as amostras do segundo ciclo apresentaram, de modo geral, maiores valores de&#xD;
limite de escoamento e limite de resistência em tração, mantendo-se dentro da faixa&#xD;
especificada para o aço API 5L X65. Nos ensaios de impacto Charpy, os resultados&#xD;
permaneceram próximos entre si, enquanto o ensaio DWTT mostrou maior sensibilidade&#xD;
para evidenciar diferenças no modo de fratura. Os ensaios de dureza e microdureza&#xD;
indicaram variações moderadas ao longo da espessura, coerentes com as diferenças&#xD;
microestruturais observadas. Concluiu-se que a temperatura de início da laminação de&#xD;
acabamento influenciou diretamente a microestrutura e o desempenho mecânico do aço&#xD;
API 5L X65. O segundo ciclo apresentou aumentos médios de aproximadamente 2,2%&#xD;
no limite de escoamento e 5,2% no limite de resistência à tração, sem redução expressiva&#xD;
da ductilidade e da energia absorvida no ensaio Charpy. Assim, os resultados obtidos&#xD;
reforçam a importância do controle do histórico térmico durante a laminação de&#xD;
acabamento que contribuem para o melhor entendimento das janelas de processamento&#xD;
industrial.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9458</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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