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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1800</link>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 05:30:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-28T05:30:36Z</dc:date>
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      <title>Imunoterapia para doença de Chagas: uma revisão narrativa</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9783</link>
      <description>Título: Imunoterapia para doença de Chagas: uma revisão narrativa
Autor(es): Silva, Lorena Luiza de Freitas
Resumo: A doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, permanece como um importante desafio para a saúde pública, especialmente em razão da limitada eficácia dos tratamentos etiológicos disponíveis na fase crônica da doença e da complexa resposta inflamatória associada à infecção. Nesse contexto, a imunoterapia tem se destacado como uma abordagem promissora, com potencial para modular a resposta imune do hospedeiro, reduzir a carga parasitária e atenuar os danos teciduais característicos da doença. O presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre estratégias imunoterápicas investigadas em modelos experimentais da doença de Chagas, com ênfase nos desfechos clínicos &#xD;
avaliados e nos principais órgãos acometidos. Os estudos analisados demonstraram que intervenções imunomoduladoras estão associadas, principalmente, à redução da inflamação, da carga parasitária e da fibrose, com destaque para os efeitos observados no tecido muscular cardíaco. A avaliação de órgãos como coração, baço e músculo esquelético evidencia a importância de uma abordagem sistêmica na compreensão da imunopatogênese da infecção. Dessa forma, os resultados indicam que a imunoterapia representa uma estratégia complementar promissora no manejo da doença de Chagas, contribuindo para o controle da resposta inflamatória crônica e para a mitigação das principais manifestações clínicas da doença.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9783</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Sistemas agroflorestais no Brasil : uma revisão sistemática sobre os impactos ambientais de sua implementação.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9764</link>
      <description>Título: Sistemas agroflorestais no Brasil : uma revisão sistemática sobre os impactos ambientais de sua implementação.
Autor(es): Lopes, Julia Celani
Resumo: Sistemas agroflorestais consistem na integração intencional de árvores ou arbustos com&#xD;
culturas agrícolas e/ou criação de animais na mesma área, buscando otimizar a utilização&#xD;
dos recursos naturais e gerar múltiplos benefícios. Sistemas agroflorestais são&#xD;
estratégicos para o Brasil, pois podem gerar sustentabilidade ambiental, benefícios&#xD;
econômicos e sociais, e promover mitigação climática. Neste contexto, o presente&#xD;
trabalho teve como objetivo analisar a produção científica brasileira sobre Sistemas&#xD;
Agroflorestais (SAFs) com foco nos benefícios ambientais avaliados dentro destes&#xD;
sistemas. A partir de uma revisão sistemática da literatura foram selecionados 58 estudos&#xD;
provenientes de artigos científicos e literatura cinza, incluindo trabalhos apresentados em&#xD;
eventos científicos, assim como monografias, dissertações e teses. Entre os benefícios&#xD;
ambientais mais frequentemente relatados estão a melhoria da qualidade do solo, o&#xD;
aumento da biodiversidade, o sequestro de carbono e a conservação de cursos d’água. Os&#xD;
resultados evidenciam também a predominância de sistemas silviagrícolas e de arranjos&#xD;
zonais, associados principalmente à agricultura familiar e à diversificação produtiva, ao&#xD;
passo que os modelos sucessionais e multiestratos aparecem em menor número devido à&#xD;
sua maior complexidade de manejo. A análise das espécies manejadas revelou 67&#xD;
registros distintos, com destaque para Coffea arabica (café), Theobroma cacao (cacau),&#xD;
Zea mays(milho) e Gliricidia sepium (gliricídia ou mata-ratão), além de espécies nativas&#xD;
que reforçam a diversidade funcional dos arranjos. Dez estudos apresentaram dados&#xD;
quantitativos sobre produtividade, registrando aumento após a implantação dos SAFs, e&#xD;
oito deles indicando desempenho superior em relação à monocultura. Apesar desses&#xD;
avanços, a literatura ainda apresenta lacunas significativas, como a escassez de estudos&#xD;
de longo prazo, a ausência de dados econômicos sistematizados e a concentração&#xD;
geográfica em poucos biomas. Conclui-se que os SAFs representam alternativas&#xD;
estratégicas para a agricultura sustentável no Brasil, exigindo maior integração entre&#xD;
ciência, políticas públicas e saberes locais para ampliar sua efetividade em escala&#xD;
nacional</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9764</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Variação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9672</link>
      <description>Título: Variação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais.
Autor(es): Silva, Bruna Elem Moreira da
Resumo: A Serra do Espinhaço apresenta uma ampla riqueza de espécies de plantas raras e endêmicas distribuídas em formações campestres sob o quartzito e minério de ferro. Essas espécies de plantas oferecem flores para uma enorme variedade de polinizadores que são atraídos por suas cores vibrantes, às vezes menos chamativas. A oferta de flores pode variar entre as diferentes regiões da Serra do Espinhaço e também pode variar em função da estação climática. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a variação espacial e temporal de cores de flores em três áreas em topos de montanhas no sul da Serra do Espinhaço. As amostragens das plantas foram realizadas mensalmente, nos Parques Estaduais do Itacolomi e da Serra de Ouro Branco, e na Apa Cachoeira das Andorinhas conhecida como Serra da Brígida. Ao longo dos transectos, plantas floridas visitadas por polinizadores foram coletadas, identificadas e suas cores registradas. A maior riqueza de espécies de plantas foi registrada no Parque Estadual da Serra de Ouro Branco (73), Serra da Brígida (68) seguida pelo Parque do Itacolomi (51).  A cor branca foi a mais frequente nas três áreas (Asteraceae e Eriocaulaceae), seguida pelas cores rosa e roxo (Melastomataceae) e amarelo (Asteraceae e Xyridaceae). Registramos maior número de cores na estação chuvosa comparada com a seca.  Concluímos que existe uma variação espacial e temporal na disponibilidade de flores de diferentes cores, que pode atrair polinizadores tanto generalistas quanto especialistas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9672</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do consumo de água doméstica como possível fonte de exposição a metais e metaloides associados ao declínio cognitivo.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9645</link>
      <description>Título: Avaliação do consumo de água doméstica como possível fonte de exposição a metais e metaloides associados ao declínio cognitivo.
Autor(es): Ferreira, Leandra
Resumo: A redução da função cognitiva está comumente associada ao avanço da idade, independentemente da presença de doenças neurodegenerativas. Entre os fatores de risco modificáveis para o comprometimento cognitivo, destacam-se os tóxicos ambientais, especialmente metais e metaloides, cuja exposição ocorre principalmente por meio da água e da alimentação, afetando de forma mais intensa a população idosa. Evidências indicam que níveis elevados de ferro estão associados ao comprometimento cognitivo leve e à Doença de Alzheimer, enquanto a exposição ao chumbo e ao alumínio pode alterar a expressão do gene da proteína precursora do amiloide, aumentar a produção de β-amiloide e induzir estresse oxidativo e inflamação. Adicionalmente, o arsênio está relacionado à inflamação cerebral, disfunção mitocondrial, perda sináptica e neuronal, além de alterações nos mecanismos antioxidantes celulares. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo analisar a água de consumo doméstico de idosos residentes no município de Ouro Preto (MG) com sintomas de declínio cognitivo, cujas amostras de sangue e urina já haviam sido analisadas quanto à presença de metais e metalóides. O cruzamento dessas informações permitiu avaliar, nos casos analisados, a possível relação entre a água consumida e alterações nos níveis de elementos metálicos e semimetálicos detectados nas amostras biológicas, que possam contribuir para o surgimento ou agravamento do comprometimento cognitivo. Participaram do estudo pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 65 anos, submetidos a diagnóstico clínico de declínio cognitivo por neurologista, quantificado por meio da aplicação do Mini-Exame do Estado Mental associado à Bateria Breve de Triagem Cognitiva, além de exames laboratoriais. A análise da água para o rastreio de elementos maiores foi realizada por espectrometria de emissão óptica com plasma indutivamente acoplado (ICP-OES), utilizando o equipamento Agilent 725. Nas amostras de água provenientes de residências do grupo controle, foram identificadas concentrações elevadas de vanádio e alumínio acima dos valores de referência, enquanto nas residências de indivíduos com comprometimento cognitivo leve observaram-se níveis aumentados de chumbo e ferro. Entre os participantes diagnosticados com Doença de Alzheimer, não foram detectadas alterações significativas nas concentrações desses elementos. Esses resultados sugerem que a exposição crônica a metais e metaloides associados a atividades antrópicas, como a mineração, pode representar um fator de risco ambiental adicional para a vulnerabilidade neurológica no envelhecimento, reforçando a necessidade de ações integradas de vigilância ambiental, proteção dos recursos hídricos e atenção às populações idosas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9645</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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