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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9529">
    <title>Relato de caso : vaginismo, um impasse no rastreio do câncer do colo do útero : autocoleta como possível solução.</title>
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    <description>Título: Relato de caso : vaginismo, um impasse no rastreio do câncer do colo do útero : autocoleta como possível solução.
Autor(es): Rezende, Mariana Trevisan
Resumo: O vaginismo é uma condição de saúde que prejudica a participação no rastreio tradicional do câncer do colo do útero (CCU) por meio da realização periódica do exame de Papanicolaou, pois existe uma dificuldade de penetração devido a espasmos involuntários da musculatura ao redor da vagina, deixando quase inviável ou inviável a coleta de amostra. A autocoleta cervicovaginal seguida de teste molecular para identificação do Papilomavírus humano (HPV) mostra-se como uma abordagem promissora para populações difíceis de serem rastreadas, demonstrando altas taxas de aceitabilidade. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi relatar um caso clínico de uma paciente com vaginismo avaliando a utilização da autocoleta cervicovaginal como alternativa para rastreio do CCU. O caso clínico descreve uma mulher de 48 anos de idade, branca, tem um filho de um casamento anterior, atualmente mora junto com um homem, não tem relação sexual nenhuma com o atual parceiro, não tem histórico de CCU e nem histerectomia, nunca fez o exame de Papanicolaou, mas já tentou realizá-lo algumas vezes sem concluir o procedimento. Após conversa com a paciente, ela consentiu em ir Unidade Básica de Saúde (UBS) para realização do exame de Papanicolaou. Entretanto, a coleta do exame não foi feita, pois a paciente contraiu excessivamente a musculatura vaginal e gritou quando o espéculo foi encostado. Durante o exame, a paciente demonstrou sinais físicos e emocionais negativos relacionados a penetração, grito, evitação, dor, medo, ansiedade. Posteriormente a enfermeira ofereceu a autocoleta como alternativa e a paciente prontamente aceitou, preferindo levar o kit para casa para realizar o procedimento. Demonstrou interesse em participar do rastreio do CCU. Após cerca de um mês, depois de três tentativas de contato com a paciente, a autocoleta não foi concluída. Após esse período, a enfermeira marcou novamente uma consulta na UBS para explicação mais detalhada do procedimento, ocasião que a paciente conseguiu concluir a autocoleta em uma sala privativa. Importante frisar que o caso exposto evidencia um problema de saúde recorrente, porém negligenciado, que é o déficit do rastreamento do CCU de pessoas com vaginismo. É evidente a importância de avaliação de novas abordagens para que essas pacientes possam ser englobadas no programa de rastreio deste câncer que é prevenível, porém que ainda tem alta incidência e mortalidade. Os resultados obtidos até então são considerados promissores, mas ainda é necessário que maiores investigações sejam realizadas, principalmente com pacientes que apresentam diferentes graus de vaginismo.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8831">
    <title>Metaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais : importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL).</title>
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    <description>Título: Metaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais : importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL).
Autor(es): Correia, Ariane Gomes
Resumo: O câncer de colo uterino é um relevante problema de saúde pública, segundo estimativas mundiais. No Brasil é considerado o terceiro tipo de câncer que acomete as mulheres. É uma doença que apresenta alto potencial de cura, especialmente pela metodologia barata e de alta sensibilidade, que é utilizada como método de rastreio e detecção de alterações precoces em exames preventivos. As condutas deficitárias que envolvem a promoção de saúde, a prevenção, o rastreamento oportunístico, como vem sendo realizado no país, são alguns fatores que corroboram na manutenção da problemática, ao passo que, favorece para o não diagnóstico precoce destas mulheres, tanto pelo desconhecimento da doença e importância da prevenção, assim, favorecendo a história natural desta doença, por ser um câncer silencioso e progressivo. A anatomia do trato genital feminino tem suas peculiaridades e é submetido a inúmeras transformações, desde a vida embrionária, pós natal e vida adulta. Sabe-se que a maioria dos eventos neoplásicos inicia em uma área específica do colo uterino, denominada junção escamo colunar (JEC) ou também referida como zona de transformação (ZT). Essa área do colo uterino apresenta células que desempenham papel de transformar-se em outro tipo celular, chamadas células metaplásicas, em situações adversas ou em respostas a injúrias ou infecções pelo HPV essa área pode sofrer mudança e acabar desenvolvendo lesões precursoras. As células que compõe essa região são células imaturas, com atividade metabólica intensa e propensas a infecção pelo HPV, podendo ser reservatório de infecções coexistente em lesões. A prática citológica cotidiana enfrenta inúmeros desafios na observação e acurácia dos elementos celulares nos esfregaços cervicovaginais, e a metaplasia escamosa imatura evidencia essa situação desafiadora, para os citologistas mais experientes e os iniciantes. O presente trabalho tem como objetivo evidenciar a importância da identificação da metaplasia escamosa imatura no rastreamento do câncer do colo de útero e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau, comumente semelhantes e que são dificultadores de análise interpretativa.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.</title>
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    <description>Título: Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.
Autor(es): Andreolla, Graciele Vivian de Azevedo
Resumo: Introdução. O câncer de colo do útero é um problema de saúde pública global, com um número crescente de novos casos. A vacinação contra os tipos oncogênicos do HPV e os métodos de rastreamento para a detecção precoce são eficazes, tornando o câncer cervical amplamente prevenível e com alto potencial de cura. No entanto, a detecção precoce é crucial. O exame citopatológico é a principal estratégia nos programas nacionais de rastreamento. O colo do útero, revestido por epitélio escamoso estratificado, está sujeito a lesões frequentes devido a traumas, infecções e procedimentos médicos. O reparo tecidual é um processo biológico complexo e essencial para restaurar a integridade e função dos tecidos no trato genital feminino. Compreender os mecanismos citológicos envolvidos no reparo tecidual é vital para o diagnóstico preciso de condições patológicas, como inflamação, infecção e neoplasia. A avaliação cuidadosa para diferenciar entre alterações reparadoras e lesões intraepiteliais escamosas ou carcinoma invasivo é um desafio significativo no diagnóstico citológico. Objetivo. Este estudo teve como objetivo relatar a importância da identificação e diferenciação de reparo em células escamosas, evitando resultados falso-negativos e falso-positivos nos exames citopatológicos. Metodologia. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura, reunindo estudos através do PubMed, Scielo e Google Acadêmico. Os critérios de inclusão foram artigos publicados entre 2013 e 2024, em qualquer idioma, que abrangem a temática do estudo. Inicialmente, foram selecionados 27 artigos potencialmente relevantes; ao final, somente 5 artigos foram utilizados. Resultados. Os estudos indicam que o diagnóstico de alterações reparativas tem sido um desafio constante para os profissionais envolvidos no rastreamento citopatológico. Esta categoria diagnóstica, particularmente desafiadora, pode ser mal interpretada como diagnósticos falso-positivos e falso-negativos, trazendo prejuízos às pacientes. Conclusão. O diagnóstico de reparo provou ser um desafio duradouro. Portanto, é necessário um conhecimento citomorfológico detalhado das características das células em reparo, tanto típico quanto atípico, quando encontrados nos exames citológicos. Além disso, é fundamental promover estudos para a educação continuada e a prática de discussão de casos entre os profissionais envolvidos na rotina, a fim de evitar danos à pacientes.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8031</link>
    <description>Título: Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).
Autor(es): Souza, Diogo Walace de
Resumo: O exame de Papanicolaou foi proposto inicialmente em 1943 e constitui importante ferramenta de rastreio de lesões pré-cancerosas e do câncer do colo do útero. O dispositivo intrauterino (DIU) é um método contraceptivo eficaz, contudo pode gerar intensa resposta inflamatória ocasionando alterações citológicas reativas que podem culminar em armadilhas de interpretação diagnóstica. Este trabalho visa discorrer sobre a possível relação entre o uso do DIU e o achado de alterações citológicas em esfregaços cérvico-vaginais, onde realizou-se revisão da literatura utilizando-se a base de dados da National Library of Medicine (PubMed) e Scholar Google sendo selecionados 13 artigos que descrevem as possíveis alterações citológicas associadas ao uso do DIU. Dentre estas, verificou-se o aparecimento de células reacionais que mimetizam as que surgem em casos de lesão intraepitelial de alto grau (HSIL) e lesões glandulares, inclusive; demonstrando o caráter desafiador e a necessidade do conhecimento dos respectivos diagnósticos diferenciais para não cometer excessos de interpretação.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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