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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>A cidade de Paris do século XVIII, a partir do Plan Turgot (1739).</title>
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    <description>Título: A cidade de Paris do século XVIII, a partir do Plan Turgot (1739).
Autor(es): Silva, Guilherme Cocenza
Resumo: A pesquisa presente tem como objetivo a representação de uma análise histórica sobre&#xD;
a construção da cidade de Paris do século XVIII. Com base na cartografia intitulada Plan&#xD;
Turgot, esse trabalho acadêmico demonstra uma observação crítica da constituição de uma&#xD;
cidade em moldes modernos. As questões postas nas páginas seguintes se desenvolvem em&#xD;
torno do processo histórico de como o ser humano conseguiu construir cidades de grandes&#xD;
portes e às quais se tornam o modelo dos imensos centros urbanos pelo mundo. Com um&#xD;
recorte de meados do século XVIII, e pegando especificamente a cidade de Paris, vamos&#xD;
observar de forma crítica as causas e as ações que levaram as construções urbanas no&#xD;
território parisiense. O que instiga essa pesquisa se refere a qual imagem histórica da cidade&#xD;
de Paris dos oitocentos podemos revelar com certa precisão analítica. Nesse sentido, vamos&#xD;
trabalhar cientificamente para descrever as condições e os fatores que contribuíram para as&#xD;
modificações do corpo de uma cidade. Pegamos uma imagem precisa da cidade parisiense do&#xD;
século XVIII para ver como se comportavam as construções urbanas antes dos séculos XIX.&#xD;
Historicamente, queremos construir uma crítica capaz de caracterizar a cidade em função dos&#xD;
objetivos arquitetônicos urbanos.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9443">
    <title>Quais os limites da coexistência entre o patrimônio edificado e a vida cotidiana no Bairro São Cristóvão (Veloso)?</title>
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    <description>Título: Quais os limites da coexistência entre o patrimônio edificado e a vida cotidiana no Bairro São Cristóvão (Veloso)?
Autor(es): Sales, Helbert Gomes de
Resumo: Quais os limites da coexistência entre o patrimônio edificado setecentista e a vida cotidiana no Bairro São Cristóvão (Veloso)? Esta pesquisa visa contribuir para as discussões sobre os usos do patrimônio setecentista na cidade de Ouro Preto. Em específico tomamos como objeto a relação de construção e desenvolvimento do bairro São Cristóvão a partir da década de 1960, momento de constituição do bairro, a partir da expansão do número de moradias. Esta mesma pesquisa carrega também pensar o uso das estruturas arqueológicas, fruto da mineração setecentista, que se encontram em meio ao bairro e por vezes são utilizadas no embasamento e construção das novas casas e arruamentos que ainda estão a se desenvolver no local. Entende-se que a localidade se desenvolveu inicialmente por ação dos próprios moradores, porém ao longo dos anos, ela passou por processos de legalização do espaço pela municipalidade.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9336">
    <title>A paixão humana em Dido no livro IV da Eneida de Virgílio : mito e história na representação dos ideais femininos no início do Principado.</title>
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    <description>Título: A paixão humana em Dido no livro IV da Eneida de Virgílio : mito e história na representação dos ideais femininos no início do Principado.
Autor(es): Profeta, Franciele Aparecida Felipe
Resumo: Este trabalho analisa a figura de Dido no Livro IV da Eneida, de Virgílio, com o objetivo de&#xD;
compreender como a representação da paixão feminina se articula aos ideais de virtude, poder&#xD;
e autocontrole associados às mulheres da elite romana no contexto da formação do Império&#xD;
sob Augusto. Parte-se da compreensão de que a Eneida, embora seja uma obra literária,&#xD;
dialoga com valores morais, políticos e culturais do período de sua produção, permitindo&#xD;
refletir sobre concepções contemporâneas acerca do feminino e sobre os limites de atuação&#xD;
das mulheres no exercício do poder. A metodologia consiste na análise literária do episódio de&#xD;
Dido, articulada à contextualização histórica do Principado augustano e ao diálogo com a&#xD;
bibliografia historiográfica e teórica sobre gênero, virtude, paixões e representações&#xD;
femininas. A análise demonstra que Dido é inicialmente construída como modelo de liderança&#xD;
e ideal de viuvez, mas passa a ser dominada pela paixão amorosa, em razão da intervenção&#xD;
divina, o que a conduz à perda do autocontrole, ao abandono de suas funções políticas e à&#xD;
morte trágica. Inserida no contexto da Roma Antiga, no qual concepções filosóficas tendiam a&#xD;
associar as mulheres ao espaço privado e os homens ao espaço público, sua trajetória mobiliza&#xD;
discursos que vinculam o feminino ao excesso emocional e à desmedida, em contraste com&#xD;
ideais de moderação e racionalidade atribuídos ao masculino. Conclui-se que Dido não deve&#xD;
ser interpretada como reflexo histórico de uma mulher real, mas como uma construção&#xD;
literária que condensa discursos ideológicos sobre gênero, paixão e poder, contribuindo para a&#xD;
compreensão do imaginário moral augustano e dos ideais femininos da elite romana,&#xD;
especialmente quando analisada em paralelo com figuras históricas como Agripina Menor e&#xD;
Lívia Drusila, bem como de sua permanência nas representações culturais posteriores, na&#xD;
literatura e nas artes visuais.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9213">
    <title>As ressignificações do milho na Mesoamérica : entre o sagrado colonial e a lógica mercantil contemporânea.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9213</link>
    <description>Título: As ressignificações do milho na Mesoamérica : entre o sagrado colonial e a lógica mercantil contemporânea.
Autor(es): Ponciano, Julia Bax
Resumo: O milho ocupa um lugar central na história e na organização social dos povos originários da Mesoamérica, especialmente no território que hoje corresponde ao México. Muito mais do que um alimento, ele estruturou práticas agrícolas, relações comunitárias, rituais e concepções sobre o mundo e a propria existência humana. Ao longo do tempo, entretanto, esse vinculo foi atravessado por transformações profundas, sobretudo com a conquista espanhola, que reorganizou os sistemas produtivos, redefiniu os sentidos simbólicos do milho e o inseriu em uma lógica econômica voltada à mercantilização. No México contemporâneo, essas transformações seguem em disputa. A expansão da agroindústria, a liberalização comercial e a introdução de sementes transgênicas colocam em risco as variedades nativas e os modos tradicionais de cultivo, em contraposição, comunidades indígenas, camponeses e movimentos sociais articulam estratégias de resistência em defesa do milho nativo e da soberania alimentar, como a campanha Sín maíz no hay país. Ao acompanhar essas disputas, o estudo evidencia que o milho permanece como um eixo de identidade, memória e conflito, revelando permanências coloniais que atravessam o passado e se projetam no presente.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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