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    <dc:date>2026-09-04T17:26:40Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9630">
    <title>Atividade anti-hiperuricêmica do extrato etanólico das folhas de Plectrnathus barbatus (Andrews) Benth. em modelo animal.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9630</link>
    <description>Título: Atividade anti-hiperuricêmica do extrato etanólico das folhas de Plectrnathus barbatus (Andrews) Benth. em modelo animal.
Autor(es): Silva, Ana Clara da
Resumo: A hiperuricemia é uma condição metabólica caracterizada pela elevação dos níveis séricos de ácido úrico, decorrente principalmente de sua superprodução ou da redu-ção de sua excreção renal. Quando as concentrações plasmáticas ultrapassam o li-mite de solubilidade do urato, ocorre a formação de cristais de urato monossódico. Estes podem se depositar sobretudo nas articulações e tecidos sinoviais, desencade-ando processos inflamatórios associados ao desenvolvimento da gota e a outras co-morbidades, como doenças renais e cardiovasculares. O tratamento convencional ba-seia-se no uso de fármacos inibidores da xantina oxidase e agentes uricosúricos; con-tudo, essas terapias podem apresentar efeitos adversos e limitações clínicas, o que tem impulsionado a busca por alternativas terapêuticas mais seguras e eficazes. Nesse contexto, o uso de plantas medicinais destaca-se como uma estratégia promis-sora, especialmente em países com elevada biodiversidade, como o Brasil. A escas-sez de estudos acerca da atividade anti-hiperuricêmica do Plectranthus barbatus mo-tivou a investigação de seus efeitos sobre a hiperuricemia. O estudo foi conduzido em ratos machos da linhagem Wistar, divididos em grupos experimentais e submetidos à indução de hiperuricemia por meio da administração de oxonato de potássio e ácido úrico. Os animais hiperuricêmicos foram tratados com fármacos de referência como alopurinol, benzbromarona, probenecida e com diferentes doses do extrato etanólico das folhas de Plectranthus barbatus. A dosagem do ácido úrico foi realizada a partir de amostras de sangue e urina, enquanto a avaliação da atividade da xantina oxidase foi efetuada em amostras de fígado. A análise estatística dos dados demonstrou que o extrato etanólico foi capaz de reduzir significativamente os níveis séricos de ácido úrico por inibir a atividade da xantina oxidase hepática em todas as doses avaliadas, além de promover aumento da excreção urinária de ácido úrico em algumas doses testadas. Diante desses resultados, concluiu-se que o extrato etanólico de Plec-tranthus barbatus apresentou atividade anti-hiperuricêmica, exercida por dois meca-nismos de ação, evidenciando seu potencial terapêutico no manejo da hiperuricemia, gota e doenças relacionadas.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9613">
    <title>Avaliação do efeito do extrato de alecrim-do campo (Baccharis dracunculifolia), isolado ou em nanoemulsão, sobre o balanço oxidativo no sistema nervoso central e no fígado em camundongos que receberam ciclofosfamida.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9613</link>
    <description>Título: Avaliação do efeito do extrato de alecrim-do campo (Baccharis dracunculifolia), isolado ou em nanoemulsão, sobre o balanço oxidativo no sistema nervoso central e no fígado em camundongos que receberam ciclofosfamida.
Autor(es): Moura, João Pedro Mendes
Resumo: A ciclofosfamida é um quimioterápico usado em associação com outros medicamentos para o tratamento de neoplasias. Embora amplamente utilizado na clínica, a ciclofosfamida não está isenta de efeitos tóxicos ao organismo. A sua metabolização gera metabólitos tóxicos como a acroleína, sendo essa capaz de desencadear danos oxidativos. Compostos fenólicos e flavonoides presentes no extrato etanólico da Baccharis dracunculifolia (Bd) têm sido estudados por sua ação antioxidante. Além disso, para melhorar a biodisponibilidade de extratos vegetais, formulações nanoestruturadas podem ser utilizadas de modo a ampliar os efeitos do extrato. O objetivo deste trabalho foi avaliar se o extrato etanólico de Bd e a formulação contendo extrato (nBd) são capazes de promover ação protetora no fígado e encéfalo de camundongos que receberam ciclofosfamida. Para isso, camundongos da linhagem C57BL, foram divididos em 6 grupos: controle+água, controle+extrato50mg/kg, controle+formulação+extrato50mg/kg,  ciclofosfamida+água, ciclofosfamida+extrato50mg/kg, ciclofosfamida+formulação+extrato50mg/kg. Os camundongos foram pré-tratados com extrato ou água por 7 dias e receberam ciclofosfamida 300mg/kg ou salina intraperitoneal i.p. no último dia. Após 24 horas, foram eutanasiados com uretana e o encéfalo e fígado foram coletados. Foram realizadas análises de estresse oxidativo: atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT) e concentração de glutationa (GSH), sulfidrilas e espécies reativas TBARS. Observou-se que nem o receberam  ciclofosfamida nem o pré-tratamento de 7 dias com o extrato de  B. dracunculifolia ou a formulação contendo extrato foram capazes de alterar a formação de TBARS, sulfidrilas ou GSH e atividade da cat (todos p&gt;0,05) para o encéfalo. A formulação contendo extrato demonstrou aumento significativo da atividade da SOD no encéfalo de animais que receberam ciclofosfamida (p&lt;0,05). A administração de ciclofosfamida não foi capaz de elevar a concentração de TBARS no fígado, porém observou-se redução nas concentrações de TBAR ao utilizar  formulação contendo extrato . Assim, a ciclofosfamida foi capaz de causar danos oxidativos ao fígado dos camundongos na dose e tempos testados, e o extrato de Baccharis dracunculifolia e a  formulação contendo extrato não promoveram alterações nas defesas antioxidantes do encéfalo e fígado.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9605">
    <title>Efeito cardioprotetor do extrato de alecrim-do campo (Baccharis dracunculifolia) no dano causado pela ciclofosfamida em camundongos.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9605</link>
    <description>Título: Efeito cardioprotetor do extrato de alecrim-do campo (Baccharis dracunculifolia) no dano causado pela ciclofosfamida em camundongos.
Autor(es): Coelho, Gabriela Prates
Resumo: A ciclofosfamida é um fármaco antineoplásico pertencente à classe das mostardas&#xD;
nitrogenadas. Funciona como um pró-fármaco que após a metabolização hepática, gera&#xD;
metabólito ativo (mostarda fosforamida) e metabólito tóxico (acroleína). A acroleína&#xD;
aumenta estresse oxidativo e citocinas pró-inflamatórias, mecanismo este que contribui&#xD;
para a cardiotoxicidade dose-dependente da ciclofosfamida, como por exemplo, a&#xD;
miopericardite. Sendo assim, compostos fenólicos presentes no extrato da Baccharis&#xD;
dracunculifolia são capazes de neutralizar a formação de radicais livres, fazendo com&#xD;
que haja menor produção de espécies oxidativas de oxigênio (ERO), atuando como&#xD;
antioxidantes. O objetivo deste trabalho foi avaliar o possível efeito cardioprotetor do&#xD;
extrato etanólico de B. dracunculifolia e da formulação nanoestruturada contendo o&#xD;
extrato, no dano oxidativo cardíaco de animais que receberam ciclofosfamida. Para&#xD;
isso, foram utilizados camundongos da linhagem C57BL/6J,divididos em 6 grupos:&#xD;
controle - controle (n=13), extrato 50mg/kg (Bd50) (n=15), nanoemulsão contendo&#xD;
extrato de Bd 50mg/kg (nBd50) (n=15), ciclofosfamida (n=14) (Cf) e grupos tratados:&#xD;
Cf + extrato de Bd 50mg/kg (Cf+Bd50) (n=12), Cf + nanoemulsão contendo extrato de&#xD;
Bd 50mg/kg (Cf+nBd50) (n=17). Após o pré-tratamento por 7 dias e exposição à&#xD;
ciclofosfamida por 24 horas, os animais foram anestesiados e eutanasiados, retirandose o coração. Foram realizadas análises bioquímicas para determinação da atividade da&#xD;
SOD e CAT e concentração de TBARS, GSH reduzida e sulfidrilas, além de atividade&#xD;
de metaloproteinases (MMPs). Diferenças significativas foram consideradas quando&#xD;
p&lt;0,05, utilizando Anova Two Way. Os animais que receberam ciclofosfamida&#xD;
obtiveram um aumento significativo nos níveis de TBARS e da atividade de MMP-2,&#xD;
além da diminuição na atividade da SOD. No entanto, o extratoaumentou a atividade&#xD;
da SOD e CAT, protegendo contra as alterações da ciclofosfamida. A nanoemulsão&#xD;
contendo o extrato diminuiu os níveis de TBARS, reduzindo o estresse oxidativo.&#xD;
Assim, o pré-tratamento com B. dracunculifolia foi capaz de reduzir o dano oxidativo&#xD;
causado pela ciclofosfamida no coração dos camundongos, efeito que foi&#xD;
potencializado pela nanoemulsão.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9536">
    <title>Caracterização da cinética de liberação de formulações baseadas em lipídeos contendo aciclovir em meio simulado contendo pancreatina.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9536</link>
    <description>Título: Caracterização da cinética de liberação de formulações baseadas em lipídeos contendo aciclovir em meio simulado contendo pancreatina.
Autor(es): Cunha, Lucas Antônio de Jesus
Resumo: Sistemas para liberação modificada podem ser uma boa alternativa para o aumento da &#xD;
biodisponibilidade oral do aciclovir, devido à relação com a melhora da absorção do fármaco. &#xD;
Nesse sentido, o presente estudo buscou caracterizar a cinética de liberação de formulações &#xD;
baseadas em lipídeos contendo aciclovir em célula de difusão vertical tipo Franz, para uso oral, &#xD;
em meio simulado contendo pancreatina. Para isso, utilizou-se o software Microsoft Excel para &#xD;
cálculos da cinética a partir dos dados de liberação obtidos previamente, aplicando-se os &#xD;
modelos matemáticos cinética de Ordem Zero, cinética de Primeira Ordem, Higuchi e &#xD;
Korsmeyer-Peppas. No preparo das formulações, a solução estoque de aciclovir (1 mg/mL) foi &#xD;
preparada em sistema metanol:água (1:1, v/v), a partir da qual foi obtida uma solução &#xD;
intermediária de 200 µg/mL. O método analítico foi previamente validado conforme RDC &#xD;
166/2017 (ANVISA), ICH Q2 (R1) e literatura especializada. A curva analítica foi construída &#xD;
na faixa de 10–50 µg/mL, além de uma curva para determinação do limite de quantificação &#xD;
(0,10–5,0 µg/mL). Todas as amostras foram filtradas em membrana PVDF 0,22 µm e &#xD;
analisadas por CLAE-DAD utilizando coluna C18 em fase reversa. A fase móvel foi composta &#xD;
por solução de ácido acético 1% v/v e metanol (95:5, v/v), com volume de injeção de 20 μL, &#xD;
vazão de 1,0 mL.min⁻¹, temperatura de 25 °C, tempo de corrida de 10 minutos e detecção UV &#xD;
em 252 nm. Os resultados evidenciaram que as formulações lipídicas foram capazes de &#xD;
controlar a liberação do aciclovir, por mecanismos influenciados tanto pela composição da &#xD;
matriz quanto pelas transições de fase promovidas pelo meio simulado. Com isso, foi possível &#xD;
conduzir os ensaios de liberação em meio simulado contendo pancreatina, ajustar os dados &#xD;
experimentais aos diferentes modelos cinéticos e avaliar o potencial das formulações em &#xD;
promover a liberação modificada do aciclovir.</description>
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