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    <dc:date>2026-04-16T03:54:34Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9097">
    <title>Unidades de interesse agronômico da região setentrional da Zona da Mata Mineira - caracterização mineralógica e físico-química do resíduo da Pedreira Ervália-MG.</title>
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    <description>Título: Unidades de interesse agronômico da região setentrional da Zona da Mata Mineira - caracterização mineralógica e físico-química do resíduo da Pedreira Ervália-MG.
Autor(es): Reis, Marcos Figueiredo dos
Resumo: O presente trabalho avalia o potencial agronômico de unidades geológicas localizadas&#xD;
na porção setentrional da Zona da Mata Mineira, com ênfase na identificação de&#xD;
Unidades de Interesse Agronômico e na viabilidade de utilização de resíduos da&#xD;
mineração como remineralizadores de solos. A pesquisa parte do contexto da elevada&#xD;
dependência brasileira de fertilizantes importados e da necessidade de práticas agrícolas&#xD;
mais sustentáveis, especialmente no âmbito da agricultura orgânica e da economia&#xD;
circular. Este trabalho teve como objetivo caracterizar mineralógica, geoquímica e&#xD;
granulometricamente o gnaisse da Pedreira Ervália, visando avaliar seu potencial como&#xD;
remineralizador de solos na agricultura. A metodologia envolveu revisão bibliográfica&#xD;
sobre rochagem e agrominerais silicáticos, coleta de amostras em campo, análises&#xD;
petrográficas em lâmina delgada, análises geoquímicas, além de análises&#xD;
granulométricas pelos métodos de peneiramento, pipeta e difração a laser, bem como&#xD;
determinação da área superficial específica. Os resultados indicaram que a rocha&#xD;
apresenta composição intermediária, classificada como monzodiorítica e de caráter&#xD;
metaluminoso, com predominância de minerais como plagioclásio, anfibólio, quartzo e&#xD;
biotita. Em termos químicos apresenta teores relevantes de nutrientes essenciais às&#xD;
plantas, como K, Ca, Mg e Fe. A análise granulométrica demonstrou distribuição de&#xD;
partículas compatível com os requisitos normativos para remineralizadores,&#xD;
favorecendo a liberação gradual de nutrientes no solo. Conclui-se que o gnaisse da&#xD;
Pedreira Ervália apresenta características mineralógicas, geoquímicas e físicas&#xD;
adequadas ao uso como remineralizador, representando uma alternativa sustentável para&#xD;
a melhoria da fertilidade dos solos e para o aproveitamento de resíduos da atividade&#xD;
minerária.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9090">
    <title>Caracterização litoestrutural e implicações metalogenéticas do contato entre o Supergrupo Rio das Velhas e Complexo Bação na região de Acuruí, Quadrilátero Ferrífero - MG.</title>
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    <description>Título: Caracterização litoestrutural e implicações metalogenéticas do contato entre o Supergrupo Rio das Velhas e Complexo Bação na região de Acuruí, Quadrilátero Ferrífero - MG.
Autor(es): Silva, Cassiano Emílio da
Resumo: Este trabalho foca na investigação do contato do Complexo do Bação com o Supergrupo Rio das Velhas na região de Acuruí, distrito de Itabirito, no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Esse contato é cartografado como uma zona de cisalhamento na escala 1:25.000. Zonas de cisalhamento são estruturas geológicas conhecidas pela sua importância no alojamento de depósitos de ouro orogênico, atuando como condutos e locais de deposição de fluidos mineralizantes. No contexto específico do Quadrilátero Ferrífero, essas estruturas possuem um papel fundamental no controle da mineralização aurífera. Nesse cenário, a região de Acuruí apresenta potencial para a ocorrência de ouro orogênico. Devido a esses vetores prospectivos&#xD;
para ouro, foi definido uma região de aproximadamente 8 km2 na qual foi feita uma investigação em detalhe na escala 1:5.000. O trabalho de campo consistiu no mapeamento geológico com foco na caracterização litoestrutural das unidades presentes, e seu potencial com circulação de fluidos mineralizantes. Durante essa etapa foram também coletadas amostras representativas das principais unidades mapeadas. As amostras foram posteriormente submetidas a análises macroscópicas e microscópicas em lâmina delgada. De forma complementar foram realizadas análise de uma amostra por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) acoplada à Espectrometria de Energia Dispersiva (EDS). Os resultados permitiram a individualização de&#xD;
três litotipos: Gnaisses milonitizado, Xistos e Intrusões pegmatíticas. As análises petrográficas evidenciam uma assembleia mineralógica condizente com literatura para depósitos de ouro orogênico, incluindo minerais como clorita, arsenopirita, turmalina, galena, escorodita entre outros. A presença de veios de quartzo atesta a circulação intensa de fluidos hidrotermais, e a ocorrência de protomilonitos e milonitos confirmam a presença da zona de cisalhamento, e reforçam o potencial mineral aurífero da região.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8974">
    <title>Avaliação de métodos de análise de durabilidade de rochas básicas do Quadrilátero Ferrífero (MG).</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8974</link>
    <description>Título: Avaliação de métodos de análise de durabilidade de rochas básicas do Quadrilátero Ferrífero (MG).
Autor(es): Silva, Bárbara Rodrigues
Resumo: As rochas ígneas de composição básica são amplamente empregadas em obras de engenharia&#xD;
devido à sua elevada resistência mecânica. Entretanto, quando expostas a novas condições ambientais&#xD;
decorrentes de escavações, desconfinamento e alteração físico-química, podem sofrer degradação&#xD;
significativa, comprometendo o desempenho geotécnico de taludes, fundações e estruturas associadas.&#xD;
No Quadrilátero Ferrífero (MG), esses litotipos ocorrem principalmente como diques intrusivos nos&#xD;
supergrupos Minas e Rio das Velhas, onde sua durabilidade variável representa um fator de risco&#xD;
relevante em cavas de mineração. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo geral avaliar&#xD;
o grau de degradação, ou seja, da durabilidade de rochas básicas provenientes de três minas da região,&#xD;
buscando compreender os mecanismos de alteração envolvidos e a coerência entre diferentes métodos&#xD;
laboratoriais utilizados para quantificação desse comportamento. As amostras foram submetidas a&#xD;
caracterizações física, química, mineralógica e petrográfica, além de ensaios de absorção de água,&#xD;
porosidade aparente, Índice de Durabilidade Slake, ciclos de saturação e secagem em estufa e&#xD;
lixiviação contínua em extrator Soxhlet, estes últimos com procedimentos expeditos propostos na&#xD;
literatura para redução do tempo experimental. Uma amostra de gnaisse foi incluída como referência&#xD;
por sua reconhecida alta durabilidade. De forma geral, quatro dos cinco indicadores analisados&#xD;
apresentaram tendências convergentes, demonstrando coerência entre a metodologia expedita adotada&#xD;
e os métodos consagrados de avaliação de alterabilidade. Os resultados reforçam que a combinação&#xD;
entre caracterização mineralógica, ensaios físico-mecânicos e testes acelerados de ciclagem é&#xD;
essencial para compreender o comportamento de durabilidade das rochas básicas do Quadrilátero&#xD;
Ferrífero. Ainda, conclui-se que são necessárias investigações adicionais, com aumento do número de&#xD;
amostras e execução de ciclagens naturais, para o avanço na definição de indicadores confiáveis de&#xD;
durabilidade destas rochas.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8944">
    <title>Caracterização petrográfica dos pegmatitos e rochas encaixantes da sub-bacia do Ribeirão Piauí, Distrito Pegmatítico de Araçuaí.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8944</link>
    <description>Título: Caracterização petrográfica dos pegmatitos e rochas encaixantes da sub-bacia do Ribeirão Piauí, Distrito Pegmatítico de Araçuaí.
Autor(es): Campos, Mauro Célio Silva
Resumo: O Distrito Pegmatítico de Araçuaí (DPA), localizado na porção centro-oeste da Província Pegmatítica Oriental, no nordeste de Minas Gerais, destaca-se mundialmente pela abundância de depósitos de lítio, gemas e rochas ornamentais. No cenário atual de transição energética, o lítio é fundamental para a fabricação de baterias, sendo os pegmatitos neoproterozoicos do DPA as principais reservas nacionais deste recurso. No DPA, os principais corpos pegmatíticos concentram-se na sub-bacia do Ribeirão Piauí, área foco deste estudo. Apesar de sua relevância econômica e da longa tradição de exploração mineral, a região ainda carece de investigações geológicas detalhadas, especialmente quanto à caracterização dos pegmatitos e de suas rochas encaixantes. Neste contexto, este trabalho realizou a caracterização petrográfica, textural e tipológica de corpos pegmatíticos e de suas rochas encaixantes na sub-bacia do Ribeirão Piauí e em áreas adjacentes. A metodologia envolveu campanha de campo para a coleta sistemática e a análise de lâminas delgadas sob microscópio óptico, visando descrever as assembleias mineralógicas e o zoneamento interno desses corpos. Foram reconhecidos cinco grupos principais de corpos pegmatíticos com base no zoneamento interno e mineralógico: com (i) granada, (ii) espodumênio, (iii) turmalina preta, (iv) turmalina preta e pirita, e (v) turmalina verde e lepidolita. As assembleias mineralógicas são compostas por quartzo, feldspato e micas, além de minerais portadores de lítio, como espodumênio, lepidolita e ambligonita. Os diferentes grupos variam de corpos homogêneos pouco diferenciados a pegmatitos zonados. Os pegmatitos são encontrados nas rochas metassedimentares das formações Salinas e Ribeirão da Folha. Os porfiroblastos de cordierita nessas rochas sugerem condições de temperatura e pressão compatíveis com a estabilidade do espodumênio, enquanto o epidoto e a pirita indicam a percolação de fluidos hidrotermais tardios associada à evolução do sistema. Os resultados sugerem um modelo genético no qual os pegmatitos do DPA se formaram pela diferenciação avançada de magmas graníticos peraluminosos (Supersuítes G2 e G4) durante o estágio tardio do Orógeno Araçuaí. A interação entre pegmatitos e rochas encaixantes pode ter sido fundamental para a concentração de lítio. Assim, o estudo demonstra que a caracterização petrográfica detalhada é uma ferramenta eficiente e de baixo custo para compreender a gênese e a evolução de pegmatitos, fornecendo indicativos para estudos metalogenéticos e para a prospecção mineral na região.</description>
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