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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-08-13T08:33:54Z</updated>
  <dc:date>2026-08-13T08:33:54Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do impacto ambiental de refeições tradicionais vendidas por delivery de alimentos na cidade de Ouro Preto - MG.</title>
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      <name>Gonçalves, Victória Luiza Padula</name>
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    <updated>2026-08-12T16:08:09Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação do impacto ambiental de refeições tradicionais vendidas por delivery de alimentos na cidade de Ouro Preto - MG.
Autor(es): Gonçalves, Victória Luiza Padula
Resumo: Diante do crescimento do consumo de alimentos fora do lar e de delivery de alimentos, os serviços de alimentação comerciais também possuem grande responsabilidade em assegurar a sustentabilidade das suas atividades, incluindo os cardápios oferecidos aos consumidores, de modo a disponibilizar opções de escolhas alimentares saudáveis e convergentes com baixo impacto ambiental. Esse projeto de pesquisa teve como objetivo avaliar o impacto ambiental de refeições tradicionais vendidas por serviço de delivery. O impacto ambiental do cardápio de refeições tradicionais comercializados por delivery foi avaliado por meio da estimativa das pegadas ambientais e da conformidade com a dieta EAT-Lancet. Foram avaliadas 54 refeições tradicionais e estas eram compostas, predominantemente, por prato principal à base de carne (74,1%), combinação de arroz e feijão (89,0%), guarnições à base de batata (61%) e salada (75,9%), sendo o alface o ingrediente mais frequentemente encontrado nas saladas. A pegada ecológica das refeições variou de 1,9 a 97,0 gha, sendo que todas as refeições&#xD;
que apresentaram os menores valores de pegadas ecológicas (Q1, até 6,1 gha), eram compostas por prato principal à base de carne de frango, ovos ou alimentos de origem vegetal. A pegada hídrica das refeições variou de 448 a 23.136 L. Dentre as 14 refeições com menores valores (Q1, até 826 L) desta pegada, 57,4% eram compostas por prato principal vegetariano, à base de vegetais ou ovo. A pegada de carbono das refeições variou de 66,7 a 23.138 gCO2e, sendo que as 14 refeições com menores valores (Q1, até 875,5 gCO2e) desta pegada eram majoritariamente compostas por prato principal vegetariano (64,3%). Para todas as pegadas ambientais, a maioria das refeições, que apresentaram os maiores valores, continham carne vermelha. Em relação aos componentes do Índice da Dieta da Saúde Planetária, observou-se que, no componente de adequação, nenhum restaurante pontuou para nozes e amendoim e cereais integrais, evidenciando ausência desses alimentos nas refeições avaliadas, além de baixa oferta de frutas, que apresentaram pontuações médias inferiores a 5,3. Nos componentes classificados como ótimos, 62,5% das refeições continham ovos, porém todas receberam pontuação igual a zero por excederem o limite recomendado; apenas três refeições (5%) continham peixe, também com pontuação igual a zero. Para batatas e tubérculos, 52,6% dos restaurantes (n=10) apresentaram esse componente, mas com pontuação média inferior a 5,0 pontos, enquanto os laticínios estiveram presentes em seis restaurantes (31%), com pontuações variando de 2,9 a 6,7 pontos. No componente razão, relacionado aos vegetais verde-escuros, 36,8% dos restaurantes apresentaram pontuações médias entre 0,4 e 1,9 pontos, indicando baixa diversidade. Por fim, no componente de moderação, as preparações contendo carne vermelha receberam pontuação igual a zero devido à quantidade ofertada acima do limite recomendado, situação semelhante à observada para o frango e seus substitutos. Conclui-se que o planejamento dos cardápios, nos serviços de alimentação comerciais, necessita estar mais alinhado aos princípios de sustentabilidade ambiental e que este deve incluir tanto aspectos relacionados aos tipos de preparações e alimentos incluídos nas refeições comercializadas por delivery.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Padrão de qualidade de águas minerais comercialiazdas em Ouro Preto - MG.</title>
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      <name>Rocha, Ana Beatriz Pereira</name>
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    <updated>2026-08-07T10:35:21Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Padrão de qualidade de águas minerais comercialiazdas em Ouro Preto - MG.
Autor(es): Rocha, Ana Beatriz Pereira
Resumo: A água é um elemento imprescindível para a realização dos processos biológicos e essencial à manutenção da vida. No entanto, pode apresentar diferentes formas de contaminação capazes de comprometer a saúde humana, sejam de origem física, química e/ou biológica. Diante do consumo cada vez mais expressivo de água mineral no Brasil e no mundo, torna-se fundamental assegurar sua qualidade por meio do cumprimento dos padrões estabelecidos pela legislação vigente. Nesse contexto, trata-se de um estudo descritivo de caráter experimental, que teve como objetivo avaliar o padrão de qualidade de águas minerais naturais comercializadas no município de Ouro Preto – MG, por meio da análise de parâmetros microbiológicos e físico-químicos. Para isso, foram coletadas amostras de três diferentes marcas (A, B e C), submetidas a ensaios bacteriológicos realizados no Laboratório de Microbiologia dos Alimentos e a análises físico-químicas de pH e condutividade elétrica conduzidas no Laboratório Multiusuário de Pesquisa em Alimentos, ambos pertencentes à Escola de Nutrição da Universidade Federal de Ouro Preto. No que se refere ao padrão microbiológico, foram realizadas, em duplicata, análises para coliformes totais e termotolerantes, Escherichia coli, Enterococcus spp. e Pseudomonas aeruginosa, a partir de cinco unidades amostrais do mesmo lote, totalizando 15 amostras. Embora os resultados para E. coli, Enterococcus spp. e Pseudomonas aeruginosa tenham sido negativos para todas as marcas, houve a presença de coliformes totais em 40% das amostras da marca A e em 80% da marca C. Dessa forma, as marcas A e C apresentaram não conformidade, perante a legislação vigente, quanto à presença de coliformes totais, sendo classificadas como insatisfatórias com qualidade inaceitável, sendo que a marca C também apresentou coliformes termotolerantes em 80% das amostras, evidenciando a importância do monitoramento contínuo da qualidade de águas minerais para a proteção da saúde pública. Em paralelo, as análises físico-químicas foram conduzidas em triplicata para três lotes distintos de cada marca, totalizando 27 amostras, cujos valores de pH e condutividade elétrica mostraram-se em conformidade com os valores descritos nos rótulos de cada lote analisado, sendo condizentes com o preconizado pela legislação.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Comportamento alimentar seletivo e sua associação com a saúde gastrointestinal em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.</title>
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      <name>Rosa, Maria Eduarda Hubner</name>
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    <updated>2026-07-30T00:03:11Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Comportamento alimentar seletivo e sua associação com a saúde gastrointestinal em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.
Autor(es): Rosa, Maria Eduarda Hubner
Resumo: O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento &#xD;
frequentemente associado a alterações no comportamento alimentar e a sintomas &#xD;
gastrointestinais, os quais podem impactar o estado nutricional e a qualidade de vida dos &#xD;
indivíduos. Este estudo teve como objetivo analisar a associação da seletividade alimentar &#xD;
com a presença de sintomas gastrointestinais em crianças e adolescentes com TEA. Trata-se &#xD;
de um estudo transversal analítico, de abordagem quantitativa, realizado com cuidadores de &#xD;
crianças e adolescentes de 2 a 19 anos diagnosticados com TEA, residentes em diferentes &#xD;
regiões do Brasil. A coleta de dados ocorreu entre fevereiro e dezembro de 2025. Embora o &#xD;
instrumento original apresentasse uma estrutura mais ampla, foram utilizados para esta &#xD;
pesquisa especificamente o questionário sociodemográfico e a Escala LABIRINTO, validada &#xD;
para a população brasileira. O grau de seletividade alimentar foi avaliado por escore contínuo &#xD;
e, posteriormente, dicotomizado utilizando-se o percentil 75 como ponto de corte, &#xD;
classificando-se como alta seletividade valores superiores ao p75 e como baixa seletividade &#xD;
aqueles inferiores ou iguais a esse percentil. Os sintomas gastrointestinais foram descritos por &#xD;
frequências absolutas e relativas, e a associação entre as variáveis foi analisada por meio do &#xD;
teste exato de Fisher. A amostra foi composta por 83 participantes, sendo 52 crianças e 31 &#xD;
adolescentes, com predominância do sexo masculino. Observou-se ampla variabilidade no &#xD;
grau de seletividade alimentar, com 20,5% dos participantes classificados com alta &#xD;
seletividade. Os sintomas gastrointestinais mais prevalentes foram gases (47,0%), constipação &#xD;
intestinal (34,9%) e diarreia (21,7%). Não foi identificada associação estatisticamente &#xD;
significativa entre seletividade alimentar e a presença dos sintomas gastrointestinais avaliados &#xD;
(p &gt; 0,05). Conclui-se que a seletividade alimentar e os sintomas gastrointestinais são &#xD;
frequentes em crianças e adolescentes com TEA, porém podem ocorrer de forma &#xD;
independente, reforçando a complexidade clínica do transtorno e a importância de uma &#xD;
abordagem multiprofissional no cuidado dessa população.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Utilização integral do extrato hidrossolúvel de amendoim para elaboração de cajuzinho vegano.</title>
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      <name>Melo, Ana Clara Gonçalves de</name>
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    <updated>2026-07-29T23:45:43Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Utilização integral do extrato hidrossolúvel de amendoim para elaboração de cajuzinho vegano.
Autor(es): Melo, Ana Clara Gonçalves de
Resumo: Vegetarianos e portadores de reações adversas ao leite de vaca acabam não consumindo em&#xD;
sua alimentação leite e seus derivados. Os extratos hidrossolúveis vegetais (EHV) são uma&#xD;
alternativa de substituição do leite de vaca em preparações culinárias, podendo ser&#xD;
consumidos no formato de bebidas e utilizados para fabricação de produtos substitutos aos&#xD;
derivados do leite, tais como queijo e leite condensado. Muitas preparações doces utilizam&#xD;
leite condensado como um dos ingredientes principais, sendo inviáveis para esses indivíduos.&#xD;
Dessa forma, o objetivo desse projeto foi elaborar e determinar a composição nutricional de&#xD;
doce tipo cajuzinho com leite condensado feito à base de EHV de amendoim e seu resíduo;&#xD;
formular as fichas técnicas de preparo, realizar análise sensorial e por fim, calcular o custo.&#xD;
Os cajuzinhos foram elaborados no Laboratório de Técnica Dietética da Escola de Nutrição/&#xD;
UFOP. A composição nutricional das formulações foi realizada por meio de tabelas de&#xD;
composição de alimentos. Para cada formulação foi elaborada uma ficha técnica de preparo.&#xD;
Os custos dos ingredientes necessários foram analisados com base nos preços dos&#xD;
supermercados locais. O cajuzinho que obteve maior aceitação foi o elaborado com extrato&#xD;
hidrossolúvel vegetal de amendoim 15%, quanto aos quesitos “ideal de doçura” e “ideal de&#xD;
consistência”. Em relação ao sabor, não houve diferenças significativas. A preparação que&#xD;
apresentou menor valor calórico dentre as três amostras avaliadas foi o cajuzinho com leite&#xD;
condensado de EHV de amendoim 10%, por conter uma menor quantidade de açúcar em sua&#xD;
composição. Os custos de uma porção de cajuzinho (25g), variaram de R$ 0,45 a R$ 0,48,&#xD;
além disso, o custo total das preparações variou de R$ 5,43 a R$ 5,72, de acordo com o&#xD;
rendimento de cada preparação, mostrando que a preparação é acessível. Os cajuzinhos&#xD;
elaborados com EHV podem ser alternativas viáveis de consumo para os indivíduos adeptos&#xD;
ao vegetarianismo e/ou para os portadores das reações adversas ao leite de vaca, tanto do&#xD;
ponto de vista nutricional quanto em relação ao custo-benefício, podendo assim ser utilizados&#xD;
em diversas preparações.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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